Ontem, nós falamos sobre obediência, e citamos o exemplo de Davi. Hoje, nós vamos continuar citando Davi como exemplo de um adorador extravagante. Extravagante significa aquele que anda fora do seu lugar, que se afasta do habitual, do comum.
Davi, como o resgatador da glória de Deus, trouxe a arca à Jerusalém e transformou essa cidade em centro religioso e capital de Israel.
Davi, o cantor, compositor, guerreiro, o homem segundo o coração de Deus e o adorador que dançava e gritava intensamente celebrando a presença do Senhor. E Mical, a filha de Saul e esposa de Davi. Uma mulher observadora, apaixonada pela reputação própria e possivelmente pelo marido. Mulher de posição considerável, politicamente correta. No entanto, a mulher que desprezou em seu coração uma adoração honesta, sincera, transparente e espontânea por parte do próprio marido. Uma mulher que, por causa da atitude crítica e condenadora diante de uma espiritualidade simples, foi condenada à amargura da esterilidade no restante de sua vida.
Mical entendeu que Davi comportara-se de modo inconveniente para um rei de Israel. "Descobrir-se" significa que Davi estava sem as vestes reais e vestia uma simples túnica, como a dos escravos. Davi despiu-se de toda sua glória.
Nada soaria mais extravagante do que ver o rei, eleito por Deus, sacudindo-se de um lado para o outro, sob o som das cornetas, harpas e tamborins, e expondo-se ante a observação e o julgamento dos mais diferentes tipos de pessoas, das mais diferentes classes religiosas e sociais.
Não podemos, também, deixar de considerar extravagante a maneira como Jesus se portou na presença de certos pecadores (Mc 2.15-17). A Bíblia diz que os fariseus e os doutores da Lei rotularam Jesus de comilão e beberrão (Lc 7.34). Imagine a cena que se desenrolava durante aquele encontro: Jesus havia sido convidado por Mateus, aquele coletor de impostos, famoso por fazer parte do sistema que extorquia dinheiro do povo, para ir à sua casa e participar de um jantar para o qual havia convidado também outros colegas de trabalho, da rua, e quem sabe, companheiros de boteco. Que tipo de cena seria mais coerente com a situação e com a personalidade de Jesus: um Mestre cara fechada, estilo doutor da Lei, que apontava insistentemente para os pecados que lhe eram perceptíveis na vida dos ilustres companheiros de banquete? Ou seria, porventura, aquele Mestre, com diploma sem reconhecimento das melhores universidades da época, mas cheio de prazer, alegria e boas risadas, enquanto compartilhava amor - o sinal maior da manifestação do Reino - com aqueles miseráveis? E quer saber que expressão caberia melhor para descrever aquela cena litúrgica que Jesus vivenciou com aqueles pecadores? Extravagância. É isso aí... quanta extravagância! Como conceber a idéia do Espírito de Deus se regozijando no meio de pecadores, num ambiente de tanta carnalidade? Só mesmo a extravagância da graça para explicar esse fato (Rm 5.20).
Outros exemplos de adoração e adoradores extravagantes é o da pecadora que ungiu os pés de Jesus (Lc 7.36-38) e de Maria de Betânia (Jo 12.1-3). A adoração extravagante da mulher pecadora foi chorar aos pés de Jesus, enxugá-los com seus próprios cabelos, beijá-los e ungir com unguento. Já a adoração extravagante de Maria de Betânia foi quebrar o vaso, derramar o perfume e enxugar os pés de Jesus com seus próprios cabelos. Observe que ambas utilizaram seus próprios cabelos para enxugar os pés de Jesus. Isto significa que elas abriram mão da própria honra e glória para adorar Aquele que é digno de receber todo o louvor.
Jesus era, definitivamente extravagante, como também os seus seguidores. E isso incomodou muito os seus compatriotas judeus.
Jovem, por que nos incomodamos tanto com a forma dos outros adorarem e não nos incomodamos com a nossa própria falta de frutos que glorificam o Pai?
Pense nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Bem vindo ao Blog da Juventude da Igreja Evangélica Ministério Águas que Saram, na Estrada do Rio Grande, 2.515 - Taquara - Rio de Janeiro - RJ
sábado, 13 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
OBEDECER É MELHOR (1 Cr 13.1-14)
Ontém, nós falamos sobre fé, andar pela fé. Mas hoje, nós iremos falar sobre obediência.
A arca representava a presença de Deus em Israel (Êx 25.10-22; Nm 10.33-36). Os israelitas achavam que a arca era uma garantia incondicional do favor e poder de Deus (1 Sm 4.3). Eles não compreendiam que um símbolo das coisas espirituais não é uma garantia absoluta da realidade que ele representa. Deus permanecia com o Seu povo somente enquanto esse povo procurasse manter comunhão com Ele, segundo o Seu concerto. Semelhantemente, sob o novo concerto, o fato de alguém ser batizado nas águas, ou participar da Ceia do Senhor não lhe trará nenhum benefício espiritual a não ser que viva em sincera obediência ao Senhor, trilhando seus justos caminhos (1 Co 11.27-30).
A arca havia sido capturada pelos filisteus e retida em seu poder por sete meses (1 Sm 4.11; 6.1). Em seguida, ela foi devolvida a Israel e mantida em Quiriate-Jearim, cerca de 16 km de Jerusalém (1 Sm 7.1,2). No decurso de todo o reinado de Saul, a arca foi negligenciada e permaneceu na obscuridade.
Após ser ungido rei de Judá, Davi decide levar a arca para Jerusalém. Porém, no meio do caminho, ocorre uma tragédia. Os bois que puxavam o carro novo tropeçaram, e para impedir que a arca caísse, Uzá estende a mão, para segurá-la. "Então se acendeu a ira do Senhor contra Uzá e o feriu" (1 Cr 13.10). A intenção de Uzá até que era boa, mas não agradou a Deus por se tratar de uma desobediência. Deus feriu Uzá, porque Davi e o sumo sacerdote não tinham determinado que somente os levitas transportassem e cuidassem da arca, segundo o mandamento de Deus (Nm 1.47-52). Deus ordenara que ninguém deveria sequer tocar na arca, senão os levitas. Eles deveriam carregá-la sobre os ombros, e não em cima de um carro novo, puxado por bois.
Jovem, Uzá é um exemplo do perigo inerente de alguém ter zelo por Deus, sem conhecimento da Sua Palavra e dos seus caminhos.
Com tudo isso, Davi decide não levar para si a arca do Senhor, e ela ficou por três meses na casa de Obede-Edom. "O Senhor abençoou a casa de Obede-Edom" (1 Cr 13.14). O Senhor abençoou esta família, porque Obede-Edom, certamente, acolheu a arca com reverência e obediência a Deus. Aquilo que resultou em morte para um homem, resultou em bênção para outro.
Três meses depois, Davi torna tentar levar a arca para Jerusalém. Mas agora, ele lembra que ninguém pode levar a arca do Senhor, senão os levitas (1 Cr 15.2).
Jovem, lembre-se sempre que "obedecer é melhor do que sacrificar" (1 Sm 15.22).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
A arca representava a presença de Deus em Israel (Êx 25.10-22; Nm 10.33-36). Os israelitas achavam que a arca era uma garantia incondicional do favor e poder de Deus (1 Sm 4.3). Eles não compreendiam que um símbolo das coisas espirituais não é uma garantia absoluta da realidade que ele representa. Deus permanecia com o Seu povo somente enquanto esse povo procurasse manter comunhão com Ele, segundo o Seu concerto. Semelhantemente, sob o novo concerto, o fato de alguém ser batizado nas águas, ou participar da Ceia do Senhor não lhe trará nenhum benefício espiritual a não ser que viva em sincera obediência ao Senhor, trilhando seus justos caminhos (1 Co 11.27-30).
A arca havia sido capturada pelos filisteus e retida em seu poder por sete meses (1 Sm 4.11; 6.1). Em seguida, ela foi devolvida a Israel e mantida em Quiriate-Jearim, cerca de 16 km de Jerusalém (1 Sm 7.1,2). No decurso de todo o reinado de Saul, a arca foi negligenciada e permaneceu na obscuridade.
Após ser ungido rei de Judá, Davi decide levar a arca para Jerusalém. Porém, no meio do caminho, ocorre uma tragédia. Os bois que puxavam o carro novo tropeçaram, e para impedir que a arca caísse, Uzá estende a mão, para segurá-la. "Então se acendeu a ira do Senhor contra Uzá e o feriu" (1 Cr 13.10). A intenção de Uzá até que era boa, mas não agradou a Deus por se tratar de uma desobediência. Deus feriu Uzá, porque Davi e o sumo sacerdote não tinham determinado que somente os levitas transportassem e cuidassem da arca, segundo o mandamento de Deus (Nm 1.47-52). Deus ordenara que ninguém deveria sequer tocar na arca, senão os levitas. Eles deveriam carregá-la sobre os ombros, e não em cima de um carro novo, puxado por bois.
Jovem, Uzá é um exemplo do perigo inerente de alguém ter zelo por Deus, sem conhecimento da Sua Palavra e dos seus caminhos.
Com tudo isso, Davi decide não levar para si a arca do Senhor, e ela ficou por três meses na casa de Obede-Edom. "O Senhor abençoou a casa de Obede-Edom" (1 Cr 13.14). O Senhor abençoou esta família, porque Obede-Edom, certamente, acolheu a arca com reverência e obediência a Deus. Aquilo que resultou em morte para um homem, resultou em bênção para outro.
Três meses depois, Davi torna tentar levar a arca para Jerusalém. Mas agora, ele lembra que ninguém pode levar a arca do Senhor, senão os levitas (1 Cr 15.2).
Jovem, lembre-se sempre que "obedecer é melhor do que sacrificar" (1 Sm 15.22).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
ANDAR PELA FÉ (Hb 10.38)
Em algumas postagens anteriores, nós já falamos que o justo deve viver pela fé, como, também, citamos Abraão como um exemplo de fé. Hoje, nós iremos falar sobre o caminhar do justo, que também deve ser pela fé.
Este princípio fundamental, afirmado quatro vezes nas Escrituras (Hc 2.4; Rm 1.17; Gl 3.11; Hb 10.38), governa o nosso relacionamento com Deus e afirma que os justos obterão a vida eterna por se aproximarem fielmente de Deus com um coração sincero e crente (Hb 10.22; 11.6).
Em Hb 11.1-3, nós encontramos a descrição da fé. Fé é aquilo que faz o crente confiar em que os objetos da sua esperança sejam reais e não imaginários. Ela se manifesta, como mostra o caso dos santos homens de Deus do Antigo Testamento, por meio da obediência implícita e confiança em Deus, apesar das aparências e circunstâncias adversas.
O capítulo 11 da epístola aos Hebreus demonstra a natureza do único tipo de fé aceita por Deus e que triunfará na pior das situações.
É uma fé que crê nas realidades espirituais (v.1);
É uma fé que nos leva à justiça (v.4);
É uma fé que nos faz buscar a Deus (v.6);
É uma fé que nos faz crê na bondade de Deus (v.6);
É uma fé que nos faz confiar na Palavra de Deus (vv.7,11);
É uma fé que nos faz obedecer os mandamentos de Deus (v.8);
É uma fé que nos faz viver segundo as promessas de Deus (vv.13,29);
É uma fé que nos faz rejeitar o espírito deste presente mundo mau (v.13);
É uma fé que nos faz buscar um lar celestial (vv.14-16; 13.13,14);
É uma fé que abençoa a geração seguinte (v.21);
É uma fé que nos faz recusar os prazeres do pecado (v.25);
É uma fé que nos faz suportar a perseguição (v.27);
É uma fé que nos faz praticar poderosos atos de justiça (vv.33-35);
É uma fé que nos faz sofrer por amor a Deus (vv.25,35-38);
É uma fé que não nos deixa voltar àquela pátria donde nós havíamos saído, o mundo (vv.14-16).
O Senhor Jesus é o nosso exemplo supremo de fé. Foi Ele que deu o primeiro impulso à nossa fé e que a conduzirá à sua maturidade final (Hb 12.1-4).
Jovem, aquilo que Jesus disse à Marta (Jo 11.40), é a mais pura verdade. Se crermos realmente em Deus, com toda certeza, veremos a Sua glória e o impossível irá acontecer.
Creia nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Este princípio fundamental, afirmado quatro vezes nas Escrituras (Hc 2.4; Rm 1.17; Gl 3.11; Hb 10.38), governa o nosso relacionamento com Deus e afirma que os justos obterão a vida eterna por se aproximarem fielmente de Deus com um coração sincero e crente (Hb 10.22; 11.6).
Em Hb 11.1-3, nós encontramos a descrição da fé. Fé é aquilo que faz o crente confiar em que os objetos da sua esperança sejam reais e não imaginários. Ela se manifesta, como mostra o caso dos santos homens de Deus do Antigo Testamento, por meio da obediência implícita e confiança em Deus, apesar das aparências e circunstâncias adversas.
O capítulo 11 da epístola aos Hebreus demonstra a natureza do único tipo de fé aceita por Deus e que triunfará na pior das situações.
É uma fé que crê nas realidades espirituais (v.1);
É uma fé que nos leva à justiça (v.4);
É uma fé que nos faz buscar a Deus (v.6);
É uma fé que nos faz crê na bondade de Deus (v.6);
É uma fé que nos faz confiar na Palavra de Deus (vv.7,11);
É uma fé que nos faz obedecer os mandamentos de Deus (v.8);
É uma fé que nos faz viver segundo as promessas de Deus (vv.13,29);
É uma fé que nos faz rejeitar o espírito deste presente mundo mau (v.13);
É uma fé que nos faz buscar um lar celestial (vv.14-16; 13.13,14);
É uma fé que abençoa a geração seguinte (v.21);
É uma fé que nos faz recusar os prazeres do pecado (v.25);
É uma fé que nos faz suportar a perseguição (v.27);
É uma fé que nos faz praticar poderosos atos de justiça (vv.33-35);
É uma fé que nos faz sofrer por amor a Deus (vv.25,35-38);
É uma fé que não nos deixa voltar àquela pátria donde nós havíamos saído, o mundo (vv.14-16).
O Senhor Jesus é o nosso exemplo supremo de fé. Foi Ele que deu o primeiro impulso à nossa fé e que a conduzirá à sua maturidade final (Hb 12.1-4).
Jovem, aquilo que Jesus disse à Marta (Jo 11.40), é a mais pura verdade. Se crermos realmente em Deus, com toda certeza, veremos a Sua glória e o impossível irá acontecer.
Creia nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
A ESCADA DE JACÓ (Gn 28.10-17)
Após ter se apoderado da primogenitura de seu irmão Esaú, e de ter enganado o seu pai Isaque, Jacó se vê obrigado a sair da sua casa paterna e caminha em direção a Harã.
Agora, solitário, Jacó se depreciava pelo que fizera ao seu irmão e ao seu pai. O quanto ele perdera e quão pouco ganhara. Apesar de ter sido nomeado herdeiro das riquezas do pai, estava ali sem nada e fugindo de seu irmão gêmeo para salvar sua própria vida. O Jacó que antes tinha um lar, uma família, a primogenitura e a bênção do pai, estava agora tomando uma pedra por travesseiro, para se deitar e dormir ali mesmo. Ele nunca havia se sentido tão miserável, desgraçado e longe de Deus, entretanto, Deus nunca esteve tão perto dele como naquele momento.
Enquanto ele dormia, sonhou com uma escada que tocava os céus, pela qual subiam e desciam anjos de Deus. E no topo dessa escada, estava o Senhor. Jacó, até então desconhecia a presença de Deus. Mas, logo em seguida, atemorizado, fez a seguinte declaração: "Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é uma porta dos céus".
Jacó estava diante da porta dos céus. Recebeu o perdão de Deus. Deus lhe faz as mesmas promessas que já havia feito a Abraão e Isaque. Ele agora resolve mudar de vida, ser diferente, e faz um voto a Deus (Gn 28.20-22).
Jovem, a escada que unia a terra com o céu foi o recurso que Deus usou para se revelar a Jacó. Essa escada existe! Chama-se Jesus (Jo 1.51). Ele é a escada que nos leva ao céu. Ele é o caminho, a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai senão por Ele (Jo 14.6).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
EYSHILA - ATÉ TOCAR O CÉU (AO VIVO)
EYSHILA - ATÉ TOCAR O CÉU (CLIPE)
Agora, solitário, Jacó se depreciava pelo que fizera ao seu irmão e ao seu pai. O quanto ele perdera e quão pouco ganhara. Apesar de ter sido nomeado herdeiro das riquezas do pai, estava ali sem nada e fugindo de seu irmão gêmeo para salvar sua própria vida. O Jacó que antes tinha um lar, uma família, a primogenitura e a bênção do pai, estava agora tomando uma pedra por travesseiro, para se deitar e dormir ali mesmo. Ele nunca havia se sentido tão miserável, desgraçado e longe de Deus, entretanto, Deus nunca esteve tão perto dele como naquele momento.
Enquanto ele dormia, sonhou com uma escada que tocava os céus, pela qual subiam e desciam anjos de Deus. E no topo dessa escada, estava o Senhor. Jacó, até então desconhecia a presença de Deus. Mas, logo em seguida, atemorizado, fez a seguinte declaração: "Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é uma porta dos céus".
Jacó estava diante da porta dos céus. Recebeu o perdão de Deus. Deus lhe faz as mesmas promessas que já havia feito a Abraão e Isaque. Ele agora resolve mudar de vida, ser diferente, e faz um voto a Deus (Gn 28.20-22).
Jovem, a escada que unia a terra com o céu foi o recurso que Deus usou para se revelar a Jacó. Essa escada existe! Chama-se Jesus (Jo 1.51). Ele é a escada que nos leva ao céu. Ele é o caminho, a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai senão por Ele (Jo 14.6).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
EYSHILA - ATÉ TOCAR O CÉU (AO VIVO)
EYSHILA - ATÉ TOCAR O CÉU (CLIPE)
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
SEGREDOS PARA UMA VIDA PRÓSPERA
Quando ouço a palavra "prosperidade", o primeiro personagem bíblico que me vem à mente é José. Em Gn 39.2 está escrito que ele era um jovem próspero; e no último versículo desse mesmo capítulo está escrito que tudo o que ele fazia o Senhor prosperava. Vemos então, que o segredo da prosperidade de José era a PRESENÇA DE DEUS junto dele. Quando temos a presença de Deus em nossa vida, assim como José, tudo o que fizermos prosperará. Mas, a Bíblia nos dá outras dicas para alcançarmos a bênção da prosperidade.
OBEDECER (1 Sm 15.22) - Quando somos obedientes ao Senhor, aos nossos pais e aos nossos líderes, somos abençoados e bem sucedidos.
HONRAR PAI E MÃE (Êx 20.12) - Todos aqueles que honram seus pais, desfrutam de uma vida próspera. Este é o primeiro mandamento com promessa (Ef 6.1-3).
MEDITAR NA LEI DO SENHOR (Js 1.8) - Assim como a presença de Deus foi com José e Moisés, também foi com Josué. A primeira orientação que ele recebeu de Deus, foi para meditar na lei do Senhor de dia e de noite. Agindo assim, ele faria prosperar o seu caminho. Se nós também agirmos assim, trilharemos por um caminho próspero.
BUSCAR PRIMEIRO O REINO DE DEUS (Mt 6.33) - No sermão do monte, Jesus transmitiu muitos ensinamentos. Um deles foi esse. Quando priorizamos o Reino de Deus e a Sua justiça, Ele mesmo se encarrega de nos acrescentar todas as outras coisas. Quer prosperidade melhor do que essa?
Portanto, jovem, se você deseja ser próspero, não abra mão da presença de Deus, obedeça, honre aos seus pais, medite na lei do Senhor e busque primeiro o Reino de Deus.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
OBEDECER (1 Sm 15.22) - Quando somos obedientes ao Senhor, aos nossos pais e aos nossos líderes, somos abençoados e bem sucedidos.
HONRAR PAI E MÃE (Êx 20.12) - Todos aqueles que honram seus pais, desfrutam de uma vida próspera. Este é o primeiro mandamento com promessa (Ef 6.1-3).
MEDITAR NA LEI DO SENHOR (Js 1.8) - Assim como a presença de Deus foi com José e Moisés, também foi com Josué. A primeira orientação que ele recebeu de Deus, foi para meditar na lei do Senhor de dia e de noite. Agindo assim, ele faria prosperar o seu caminho. Se nós também agirmos assim, trilharemos por um caminho próspero.
BUSCAR PRIMEIRO O REINO DE DEUS (Mt 6.33) - No sermão do monte, Jesus transmitiu muitos ensinamentos. Um deles foi esse. Quando priorizamos o Reino de Deus e a Sua justiça, Ele mesmo se encarrega de nos acrescentar todas as outras coisas. Quer prosperidade melhor do que essa?
Portanto, jovem, se você deseja ser próspero, não abra mão da presença de Deus, obedeça, honre aos seus pais, medite na lei do Senhor e busque primeiro o Reino de Deus.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
ABRAÃO - UM EXEMPLO DE FÉ
Em Gn 11.27, começa a história de uma única família escolhida por Deus, para por ela trazer a redenção da raça humana. O chefe dessa família era Abrão (nome esse posteriormente mudado para Abraão, ver Gn 17.5). Jovem, Deus também nos escolheu (2 Cr 29.11; Sl 100.3; Jo 15.16).
Deus chama Abrão e lhe faz promessas (Gn 12.1-3). Nessa ocasião, Deus não disse a Abrão para onde o conduziria. Ao invés de ser informado disso, ele teve de viajar sob a orientação direta do Senhor. Jovem, Deus nos chamou (Is 43.1; 45.4; 49.1; 1 Pe 2.9), e também nos fez promessas (Gl 3.13,14,29; 1 Jo 2.25). Viva debaixo da orientação direta do Senhor!
Deus anima Abrão e promete-lhe um filho (Gn 15.3-6). Depois da batalha em que derrotou os reis, Abrão ficou preocupado e temeroso. Por isso, Deus lhe deu numa visão a certeza de que Ele mesmo era o escudo e o galardão de Abrão. Abrão, em resposta a essas palavras de consolo, relembrou a Deus que não tinha filhos e, portanto, nenhum herdeiro. Assim sendo, ele adotaria um dos seus servos para se tornar seu herdeiro. Deus rejeitou a idéia e prometeu a Abrão que este seria pai de um filho com sua esposa estéril, Sarai (Gn 11.30) e teria uma descendência inumerável. O fato incrível - e nisso está a grandeza de Abrão - é que ele teve fé em Deus. É essa fé em Deus que lhe foi imputada por justiça. Jovem, Deus sempre tem uma palavra de ânimo para nós (Jo 16.33). Tenha fé em Deus!
Na história de Abraão, vemos três grandes testes da sua fé:
1. Sua chamada (Gn 12.1)
2. Sua confiança (Gn 15.6)
3. Sua obediência (Gn 22.3)
Nós encontramos um testemunho da fé e da convicção de Abraão em Gn 22.5, que diz: "Então, disse aos seus servos: Esperai aqui, com o jumento; eu e o rapaz iremos até lá e, havendo adorado, voltaremos para junto de vós".
Encontramos, também, uma expressão profética de Abraão da providência divina de um sacrifício substituto em Gn 22.8, que diz: "Respondeu Abraão: Deus proverá para si, meu filho, o cordeiro para o holocausto; e seguiam ambos juntos". Jesus, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (Jo 1.29).
Jovem, siga o exemplo de Abraão: creia e obedeça. E serás chamado de amigo de Deus (Tg 2.23).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Deus chama Abrão e lhe faz promessas (Gn 12.1-3). Nessa ocasião, Deus não disse a Abrão para onde o conduziria. Ao invés de ser informado disso, ele teve de viajar sob a orientação direta do Senhor. Jovem, Deus nos chamou (Is 43.1; 45.4; 49.1; 1 Pe 2.9), e também nos fez promessas (Gl 3.13,14,29; 1 Jo 2.25). Viva debaixo da orientação direta do Senhor!
Deus anima Abrão e promete-lhe um filho (Gn 15.3-6). Depois da batalha em que derrotou os reis, Abrão ficou preocupado e temeroso. Por isso, Deus lhe deu numa visão a certeza de que Ele mesmo era o escudo e o galardão de Abrão. Abrão, em resposta a essas palavras de consolo, relembrou a Deus que não tinha filhos e, portanto, nenhum herdeiro. Assim sendo, ele adotaria um dos seus servos para se tornar seu herdeiro. Deus rejeitou a idéia e prometeu a Abrão que este seria pai de um filho com sua esposa estéril, Sarai (Gn 11.30) e teria uma descendência inumerável. O fato incrível - e nisso está a grandeza de Abrão - é que ele teve fé em Deus. É essa fé em Deus que lhe foi imputada por justiça. Jovem, Deus sempre tem uma palavra de ânimo para nós (Jo 16.33). Tenha fé em Deus!
Na história de Abraão, vemos três grandes testes da sua fé:
1. Sua chamada (Gn 12.1)
2. Sua confiança (Gn 15.6)
3. Sua obediência (Gn 22.3)
Nós encontramos um testemunho da fé e da convicção de Abraão em Gn 22.5, que diz: "Então, disse aos seus servos: Esperai aqui, com o jumento; eu e o rapaz iremos até lá e, havendo adorado, voltaremos para junto de vós".
Encontramos, também, uma expressão profética de Abraão da providência divina de um sacrifício substituto em Gn 22.8, que diz: "Respondeu Abraão: Deus proverá para si, meu filho, o cordeiro para o holocausto; e seguiam ambos juntos". Jesus, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (Jo 1.29).
Jovem, siga o exemplo de Abraão: creia e obedeça. E serás chamado de amigo de Deus (Tg 2.23).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
domingo, 7 de fevereiro de 2010
UMA NUVEM DE TESTEMUNHAS
Hoje, como vocês já devem saber, vou pegar uma "carona" na palavra que o Denis ministrou pela manhã.
"Certo dia os anjos vieram apresentar-se ao Senhor, e Satanás também veio com eles. O Senhor disse a Satanás: De onde você veio? Satanás respondeu ao Senhor: De perambular pela terra e andar por ela" (Jó 1.6,7).
Logo no início do livro de Jó, nós encontramos esta narrativa, sobre o encontro de Satanás com o Senhor. Uma das táticas do diabo, é fazer com que as pessoas não acreditem na sua existência. Quando isso acontece, ele pode fazer e acontecer na vida das pessoas, que elas nunca irão saber que é ele mesmo que está por traz de tudo que acontece de errado na vida delas. Outro grande erro da maioria das pessoas, é acreditar que o diabo está limitado a um único espaço, já bastante conhecido por todos, chamado inferno. Primeiro, que o inferno ainda nem foi inaugurado. O diabo perdeu as chaves da sua própria casa (Ap 1.17,18). Satanás declara para o próprio Deus, que ele vive perambulando pela terra e andando por ela. Por favor, não quero assustar ninguém, mas a grande verdade é que o diabo não vive no inferno, num largo de fogo e enxofre ou diante de um caldeirão, como muitos pensam. Ele vive entre nós, nas regiões celestiais (Ef 6.12).
"Disse então o Senhor a Satanás: Reparou o meu servo Jó? Não há ninguém na terra como ele, irrepreensível, íntegro, homem que teme a Deus e evita o mal" (Jó 1.8).
Agora, Deus vira para Satanás, e lhe dá um "senhor" testemunho a respeito de Jó. Geralmente, somos nós que testemunhamos a respeito de Deus, e das Suas qualidades e virtudes, para as outras pessoas. Mas aqui, acontece o contrário. É o próprio Deus que testemunha sobre as qualidades e virtudes de Jó ao diabo. Você já imaginou o que é isso? O Deus, o Todo poderoso, que é santo e perfeito em tudo o que faz, testemunhar sobre mim e você, seres tão imperfeitos e cheios de falhas, para Satanás. Você faz idéia do que é isso?
A Bíblia também nos ensina, que nós vivemos cercados por uma nuvem de testemunhas (Hb 12.1). Além das pessoas com quem nós nos relacionamos na nossa casa, no nosso colégio, na faculdade ou no cursinho, no nosso trabalho e em toda parte, existem também as testemunhas espirituais. Essas testemunhas espirituais são os anjos e os demônios, que habitam nas regiões celestiais (Ef 6.12). Eles também nos olham e nos observam.
"Será que Jó não tem razões para temer a Deus?, respondeu Satanás. Acaso não puseste uma cerca em volta dele, da família dele e de tudo o que ele possui? Tu mesmo tens abençoado tudo o que ele faz, de modo que os seus rebanhos estão espalhados por toda terra. Mas estende a tua mão e fere tudo o que ele tem, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face" (Jó 1.9-11).
Depois de ter aceito a sugestão de Deus, de observar a vida de Jó, o diabo alega que a fidelidade dele para com Deus é circunstancial. Como Jó era abençoado por Deus, tinha tudo que precisava, e não lhe faltava nada, ele não tinha porque ser infiel. Uma das principais funções do diabo, além de matar, roubar e destruir (Jo 10.10), é acusar os servos de Deus (Ap 12.10), é por em questão a nossa fidelidade e o nosso amor a Deus. Mas, temos um Deus que nos justifica(Rm 8.33).
Bem, o restante da história vocês já conhecem. Ficam aqui algumas perguntas. Qual tem sido o testemunho que temos dado, diante de Deus e dos homens? Será que temos sido irrepreensíveis, íntegros, jovens que verdadeiramente temem a Deus e evitam o mal? Será que Deus poderia dar um bom testemunho a nosso respeito para o diabo? O que Ele teria a dizer sobre nós? O que as pessoas que nos cercam, como uma nuvem de testemunhas, dizem sobre nós?
Pense nisso!
Parabéns Denis!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
"Certo dia os anjos vieram apresentar-se ao Senhor, e Satanás também veio com eles. O Senhor disse a Satanás: De onde você veio? Satanás respondeu ao Senhor: De perambular pela terra e andar por ela" (Jó 1.6,7).
Logo no início do livro de Jó, nós encontramos esta narrativa, sobre o encontro de Satanás com o Senhor. Uma das táticas do diabo, é fazer com que as pessoas não acreditem na sua existência. Quando isso acontece, ele pode fazer e acontecer na vida das pessoas, que elas nunca irão saber que é ele mesmo que está por traz de tudo que acontece de errado na vida delas. Outro grande erro da maioria das pessoas, é acreditar que o diabo está limitado a um único espaço, já bastante conhecido por todos, chamado inferno. Primeiro, que o inferno ainda nem foi inaugurado. O diabo perdeu as chaves da sua própria casa (Ap 1.17,18). Satanás declara para o próprio Deus, que ele vive perambulando pela terra e andando por ela. Por favor, não quero assustar ninguém, mas a grande verdade é que o diabo não vive no inferno, num largo de fogo e enxofre ou diante de um caldeirão, como muitos pensam. Ele vive entre nós, nas regiões celestiais (Ef 6.12).
"Disse então o Senhor a Satanás: Reparou o meu servo Jó? Não há ninguém na terra como ele, irrepreensível, íntegro, homem que teme a Deus e evita o mal" (Jó 1.8).
Agora, Deus vira para Satanás, e lhe dá um "senhor" testemunho a respeito de Jó. Geralmente, somos nós que testemunhamos a respeito de Deus, e das Suas qualidades e virtudes, para as outras pessoas. Mas aqui, acontece o contrário. É o próprio Deus que testemunha sobre as qualidades e virtudes de Jó ao diabo. Você já imaginou o que é isso? O Deus, o Todo poderoso, que é santo e perfeito em tudo o que faz, testemunhar sobre mim e você, seres tão imperfeitos e cheios de falhas, para Satanás. Você faz idéia do que é isso?
A Bíblia também nos ensina, que nós vivemos cercados por uma nuvem de testemunhas (Hb 12.1). Além das pessoas com quem nós nos relacionamos na nossa casa, no nosso colégio, na faculdade ou no cursinho, no nosso trabalho e em toda parte, existem também as testemunhas espirituais. Essas testemunhas espirituais são os anjos e os demônios, que habitam nas regiões celestiais (Ef 6.12). Eles também nos olham e nos observam.
"Será que Jó não tem razões para temer a Deus?, respondeu Satanás. Acaso não puseste uma cerca em volta dele, da família dele e de tudo o que ele possui? Tu mesmo tens abençoado tudo o que ele faz, de modo que os seus rebanhos estão espalhados por toda terra. Mas estende a tua mão e fere tudo o que ele tem, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face" (Jó 1.9-11).
Depois de ter aceito a sugestão de Deus, de observar a vida de Jó, o diabo alega que a fidelidade dele para com Deus é circunstancial. Como Jó era abençoado por Deus, tinha tudo que precisava, e não lhe faltava nada, ele não tinha porque ser infiel. Uma das principais funções do diabo, além de matar, roubar e destruir (Jo 10.10), é acusar os servos de Deus (Ap 12.10), é por em questão a nossa fidelidade e o nosso amor a Deus. Mas, temos um Deus que nos justifica(Rm 8.33).
Bem, o restante da história vocês já conhecem. Ficam aqui algumas perguntas. Qual tem sido o testemunho que temos dado, diante de Deus e dos homens? Será que temos sido irrepreensíveis, íntegros, jovens que verdadeiramente temem a Deus e evitam o mal? Será que Deus poderia dar um bom testemunho a nosso respeito para o diabo? O que Ele teria a dizer sobre nós? O que as pessoas que nos cercam, como uma nuvem de testemunhas, dizem sobre nós?
Pense nisso!
Parabéns Denis!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
sábado, 6 de fevereiro de 2010
UM LUGAR PARA CRISTO
Em uma postagem anterior, nós falamos sobre Bartimeu e Zaqueu, dois homens diferentes, mas que tinham algo em comum: ambos precisavam de Jesus.
Jesus estava a caminho de Jericó, e no meio do caminho Ele se depara com Bartimeu (Lc 18.35-43). Bartimeu era filho de Timeu, era um homem cego que vivia à mendigar à beira do caminho. Ele queria ver Jesus e ser visto por Ele. Jesus para, e atende o seu clamor, curando-o da cegueira.
Ao entrar em Jericó, Jesus encontra Zaqueu em cima de uma figueira brava (Lc 19.1-10). Zaqueu era um homem rico, um cobrador de impostos que ganhava muito bem a vida, cobrando do povo mais do que devia. Zaqueu também queria ver Jesus, mas não fazia tanta questão assim de ser visto. Por causa da multidão, e da sua pequena estatura, ele decide subir numa figueira, somente para ver Jesus passar. Ele não queria chamar a atenção de ninguém, ele só queria ver Jesus. Quando Jesus estava passando pela figueira, sem que Zaqueu O chamasse, olhou para cima, viu Zaqueu e lhe disse: "Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa" (Lc 19.5).
Jesus ao entrar na casa de Zaqueu, trouxe a salvação (Lc 19.9). Ao entrar na casa de Pedro, trouxe a cura (Mt 8.14,15). Na casa de Jairo, trouxe a vida (Mc 5.21). E na casa de Marta e Maria, trouxe a Palavra (Lc 10.38-42).
Em Mt 12.43-45, Jesus compara a nossa vida a uma casa. Bartimeu e Zaqueu permitiram que Jesus entrasse na vida deles. E você jovem, já convidou a Jesus para entrar em seu coração, para entar na sua vida? Apocalipse 3.20 declara que Ele (Jesus), está à porta e batendo. Ele está falando com você agora, através desse simples texto, postado aqui nesse Blog. Se você der ouvidos e abrir a porta, Ele entrará em sua casa, trazendo salvação, cura, vida abundante e a Sua Palavra, para cear contigo.
E aí, jovem, em seu coração, em sua vida, há um lugar para Cristo?
Pense nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Jesus estava a caminho de Jericó, e no meio do caminho Ele se depara com Bartimeu (Lc 18.35-43). Bartimeu era filho de Timeu, era um homem cego que vivia à mendigar à beira do caminho. Ele queria ver Jesus e ser visto por Ele. Jesus para, e atende o seu clamor, curando-o da cegueira.
Ao entrar em Jericó, Jesus encontra Zaqueu em cima de uma figueira brava (Lc 19.1-10). Zaqueu era um homem rico, um cobrador de impostos que ganhava muito bem a vida, cobrando do povo mais do que devia. Zaqueu também queria ver Jesus, mas não fazia tanta questão assim de ser visto. Por causa da multidão, e da sua pequena estatura, ele decide subir numa figueira, somente para ver Jesus passar. Ele não queria chamar a atenção de ninguém, ele só queria ver Jesus. Quando Jesus estava passando pela figueira, sem que Zaqueu O chamasse, olhou para cima, viu Zaqueu e lhe disse: "Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa" (Lc 19.5).
Jesus ao entrar na casa de Zaqueu, trouxe a salvação (Lc 19.9). Ao entrar na casa de Pedro, trouxe a cura (Mt 8.14,15). Na casa de Jairo, trouxe a vida (Mc 5.21). E na casa de Marta e Maria, trouxe a Palavra (Lc 10.38-42).
Em Mt 12.43-45, Jesus compara a nossa vida a uma casa. Bartimeu e Zaqueu permitiram que Jesus entrasse na vida deles. E você jovem, já convidou a Jesus para entrar em seu coração, para entar na sua vida? Apocalipse 3.20 declara que Ele (Jesus), está à porta e batendo. Ele está falando com você agora, através desse simples texto, postado aqui nesse Blog. Se você der ouvidos e abrir a porta, Ele entrará em sua casa, trazendo salvação, cura, vida abundante e a Sua Palavra, para cear contigo.
E aí, jovem, em seu coração, em sua vida, há um lugar para Cristo?
Pense nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
"LEMBRA-TE DO TEU CRIADOR..."
"Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais dirás: Não tenho neles prazer" (Ec 12.1)
Hoje, eu vou pegar uma "carona" da palavra que a Karol ministrou ontém, no nosso 1º Encontro Jovem do ano de 2010, realizado na casa do Leandro.
O sábio rei Salomão, em sua velhice, escreve o livro de Eclesiastes, que também é conhecido como o "livro do pregador". O tema do livro é "Que vantagem tem o homem de todo o seu trabalho, que ele faz debaixo do sol?" (Ec 1.3). Em outras palavras, pode a verdadeira sabedoria ser encontrada por um ser humano à parte de Deus?
Salomão é conhecido como o rei mais sábio e rico que já existiu. Mas, toda a sabedoria e riqueza que ele recebeu, veio das mãos de Deus. Mesmo assim, o rei mais sábio e mais rico, acabou se afastando de Deus.
O livro de Eclesiastes está impregnado de um tom pessimista, efeito do estado espiritual de Salomão na época.
Embora não seja mencionado em 1 Reis, Salomão provalvelmente recobrou a consciência antes de morrer, arrependeu-se e voltou-se para Deus.
Infelizmente, nem todo mundo tem a mesma oportunidade que Salomão teve, de antes da morte chegar, lembrar-se do seu Criador. Muitos acabam deixando mesmo para fazê-lo na "última hora", quando já estão doentes, num leito de morte.
Muitos só lembram de Deus, quando não se tem mais o vigor da juventude. Na velhice, lamentam-se por não terem aproveitado bem a juventude.
Jovem, como você tem gastado a sua juventude? Você tem se lembrado do seu Criador? Tem se lembrado dAquele que nunca esquece de você? Tem gastado a sua juventude, para fazer a diferença?
Lembre-se: "De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem" (Ec 12.13).
Parabéns Karol!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Hoje, eu vou pegar uma "carona" da palavra que a Karol ministrou ontém, no nosso 1º Encontro Jovem do ano de 2010, realizado na casa do Leandro.
O sábio rei Salomão, em sua velhice, escreve o livro de Eclesiastes, que também é conhecido como o "livro do pregador". O tema do livro é "Que vantagem tem o homem de todo o seu trabalho, que ele faz debaixo do sol?" (Ec 1.3). Em outras palavras, pode a verdadeira sabedoria ser encontrada por um ser humano à parte de Deus?
Salomão é conhecido como o rei mais sábio e rico que já existiu. Mas, toda a sabedoria e riqueza que ele recebeu, veio das mãos de Deus. Mesmo assim, o rei mais sábio e mais rico, acabou se afastando de Deus.
O livro de Eclesiastes está impregnado de um tom pessimista, efeito do estado espiritual de Salomão na época.
Embora não seja mencionado em 1 Reis, Salomão provalvelmente recobrou a consciência antes de morrer, arrependeu-se e voltou-se para Deus.
Infelizmente, nem todo mundo tem a mesma oportunidade que Salomão teve, de antes da morte chegar, lembrar-se do seu Criador. Muitos acabam deixando mesmo para fazê-lo na "última hora", quando já estão doentes, num leito de morte.
Muitos só lembram de Deus, quando não se tem mais o vigor da juventude. Na velhice, lamentam-se por não terem aproveitado bem a juventude.
Jovem, como você tem gastado a sua juventude? Você tem se lembrado do seu Criador? Tem se lembrado dAquele que nunca esquece de você? Tem gastado a sua juventude, para fazer a diferença?
Lembre-se: "De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem" (Ec 12.13).
Parabéns Karol!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
AS VEREDAS ANTIGAS
"Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para a vossa alma; mas eles dizem: Não andaremos" (Jr 6.16)
O profeta Jeremias dirige a Judá uma palavra de exortação e arrependimento. O povo desviou-se do caminho de Deus para a idolatria e a iniquidade, e Ele agora chama de volta às veredas antigas do Seu concerto e da Sua Lei.
Vereda significa senda, caminho estreito, rumo ou direção.
Deus estabeleceu a Sua Lei (Êx 20.1-17), em virtude do concerto que Ele fez com Abraão, Isaque e Jacó (Gn 26.3-5), e com o Seu povo (Êx 19.1-8; Dt 29.1).
Nos diversos concertos que Deus fez com o ser humano através das Escrituras, há dois princípios atuantes:
1) Era simente Deus quem estabelecia as promessas e condições do Seu concerto, e
2) Cabia ao ser humano aceitar por fé obediente essas promessas e condições.
Somente pela perseverança na obediência aos mandamentos do Senhor, e no oferecimento dos sacrifícios determinados por Deus no concerto, é que Israel continuaria como a possessão preciosa de Deus e igualmente continuaria a receber as Suas bênçãos.
Josué, no final da sua vida, conclamou todo o povo para uma última reunião com Israel, a fim de levá-lo a uma renovação do concerto (Js 24.14-25), voltando às veredas antigas. Porém, a história de Israel durante os tempos dos quatorze juízes foi marcada por uma série de quedas do povo de Deus no mesmo erro - a idolatria, seguidas por por invasões da Terra Prometida e servidão aos seus inimigos (Jz 2.11; 3.7,12; 4.1; 6.1; 10.6; 13.1). E assim continuou, até os dias de Jeremias.
Jovem, só existem dois caminhos (Mt 7.13,14). Um, conduz à perdição; outro, à vida abundante e eterna. Não despreze a Lei do Senhor, que é a Sua Palavra. Faça como o salmista (Sl 119.105). Ela o ajudará a trilhar pelo caminho bom. Não despreze o concerto do Senhor, através do sangue de Jesus. Ele te purifica de todo pecado (1 Jo 1.7). Examine-se para ver se você está caminhando pelo bom caminho. Ande por ele! Sempre em conformidade com a Palavra de Deus, lembrando-se sempre do Seu concerto.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
O profeta Jeremias dirige a Judá uma palavra de exortação e arrependimento. O povo desviou-se do caminho de Deus para a idolatria e a iniquidade, e Ele agora chama de volta às veredas antigas do Seu concerto e da Sua Lei.
Vereda significa senda, caminho estreito, rumo ou direção.
Deus estabeleceu a Sua Lei (Êx 20.1-17), em virtude do concerto que Ele fez com Abraão, Isaque e Jacó (Gn 26.3-5), e com o Seu povo (Êx 19.1-8; Dt 29.1).
Nos diversos concertos que Deus fez com o ser humano através das Escrituras, há dois princípios atuantes:
1) Era simente Deus quem estabelecia as promessas e condições do Seu concerto, e
2) Cabia ao ser humano aceitar por fé obediente essas promessas e condições.
Somente pela perseverança na obediência aos mandamentos do Senhor, e no oferecimento dos sacrifícios determinados por Deus no concerto, é que Israel continuaria como a possessão preciosa de Deus e igualmente continuaria a receber as Suas bênçãos.
Josué, no final da sua vida, conclamou todo o povo para uma última reunião com Israel, a fim de levá-lo a uma renovação do concerto (Js 24.14-25), voltando às veredas antigas. Porém, a história de Israel durante os tempos dos quatorze juízes foi marcada por uma série de quedas do povo de Deus no mesmo erro - a idolatria, seguidas por por invasões da Terra Prometida e servidão aos seus inimigos (Jz 2.11; 3.7,12; 4.1; 6.1; 10.6; 13.1). E assim continuou, até os dias de Jeremias.
Jovem, só existem dois caminhos (Mt 7.13,14). Um, conduz à perdição; outro, à vida abundante e eterna. Não despreze a Lei do Senhor, que é a Sua Palavra. Faça como o salmista (Sl 119.105). Ela o ajudará a trilhar pelo caminho bom. Não despreze o concerto do Senhor, através do sangue de Jesus. Ele te purifica de todo pecado (1 Jo 1.7). Examine-se para ver se você está caminhando pelo bom caminho. Ande por ele! Sempre em conformidade com a Palavra de Deus, lembrando-se sempre do Seu concerto.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
AS ÚLTIMAS INSTRUÇÕES DE JESUS (Jo 16.33)
Somente no Evangelho de João, é que encontramos o registro da revelação particular e das últimas instruções de Jesus aos seus discípulos (capítulos 13 a 17).
Ele finaliza esse grande discurso, revelando-nos o Seu propósito.
"Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz..."
O homem, em sua incansável busca pela paz, engana-se ao pensar que poderá obtê-la através de sua própria satisfação pessoal. Mas é somente através de Jesus que podemos desfrutar dessa paz. Ele é o Príncipe da Paz (Is 9.6). Ele conserva em paz todo aquele que confia nEle (Is 26.3). Ele nos dá a Sua paz (Jo 14.27).
"... no mundo tereis aflições..."
Enquanto Ele se encarrega de nos dar a Sua paz, o mundo se encarrega de nos afligir. Enquanto nós vivermos nesse mundo, teremos aflições. Mas, por que o mundo nos aflige? O mundo nos aflige, porque não somos dele, pois Cristo nos escolheu do mundo (Jo 15.18,19; 17.16). Porque recemos a Palavra de Deus (Jo 17.14).
"... mas tende bom ânimo..."
Enquanto Ele se encarrega de nos dar a Sua paz, e o mundo se encarrega de nos afligir, nós é que decidimos ter, ou não, "bom ânimo". Assim como Deus falou e animou a Josué, Ele também fala e anima a mim, e a você, jovem: "Esforça-te e tem bom ânimo..." (Js 1.6).
"... Eu venci o mundo."Ele nos instrui e nos fala, por experiência própria. Se decidirmos ter bom ânimo, como Ele venceu, nós também venceremos. Por intermédio dEle, nós somos mais que vencedores (Rm 8.37).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Ele finaliza esse grande discurso, revelando-nos o Seu propósito.
"Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz..."
O homem, em sua incansável busca pela paz, engana-se ao pensar que poderá obtê-la através de sua própria satisfação pessoal. Mas é somente através de Jesus que podemos desfrutar dessa paz. Ele é o Príncipe da Paz (Is 9.6). Ele conserva em paz todo aquele que confia nEle (Is 26.3). Ele nos dá a Sua paz (Jo 14.27).
"... no mundo tereis aflições..."
Enquanto Ele se encarrega de nos dar a Sua paz, o mundo se encarrega de nos afligir. Enquanto nós vivermos nesse mundo, teremos aflições. Mas, por que o mundo nos aflige? O mundo nos aflige, porque não somos dele, pois Cristo nos escolheu do mundo (Jo 15.18,19; 17.16). Porque recemos a Palavra de Deus (Jo 17.14).
"... mas tende bom ânimo..."
Enquanto Ele se encarrega de nos dar a Sua paz, e o mundo se encarrega de nos afligir, nós é que decidimos ter, ou não, "bom ânimo". Assim como Deus falou e animou a Josué, Ele também fala e anima a mim, e a você, jovem: "Esforça-te e tem bom ânimo..." (Js 1.6).
"... Eu venci o mundo."Ele nos instrui e nos fala, por experiência própria. Se decidirmos ter bom ânimo, como Ele venceu, nós também venceremos. Por intermédio dEle, nós somos mais que vencedores (Rm 8.37).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
"BENDIZE, Ó MINHA ALMA, AO SENHOR!"
"Bendize, ó minha alma, ao Senhor; tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios" (Sl 103.1,2)
Neste salmo, de louvor e adoração, Davi exorta a sua própria alma a bendizer ao Senhor, reconhecendo a bondade e o cuidado de Deus para com o homem. Ele exorta a tudo o que há nele, a bendizer o santo nome do Senhor (Dt 6.5; Sl 138.1; 146.1).
Bendizer ao Senhor, é dizer bem, isto é, falar coisas boas a Seu respeito. É louvar, é elogiar, é exaltar, é glorificar a Deus.
Este salmo expressa ação de graças e louvor ao Senhor pelos privilégios e bênçãos que Ele outorga ao Seu povo. Jovem, nunca devemos esquecer da bondade de Deus para conosco (Dt 8.11-14; Lc 17.17,18), nem deixar de lhe ser gratos por Suas bênçãos derramadas sobre os Seus mediante o Espírito Santo (At 2.38,39). Por isso, ele também exorta a sua alma a não se esquecer de nenhum dos Seus benefícios. Um desses benefícios é o perdão (Sl 103.3,12).
Adão, ao cair no pecado, arrastou a raça humana universalmente à experiência do pecado, da enfermidade e da morte. Contrastando isto, o salmista enumera as bênçãos de Deus para o Seu povo: o perdão dos pecados, a cura das enfermidades e as dádivas de salvação e da vida eterna. O perdão é a primeira e a mais importante dádiva que podemos receber de Deus. Pelo perdão, somos restaurados a Deus e redimidos da destruição. Consequentemente, a cura das enfermidades (decorrentes do pecado e de Satanás) também faz parte da salvação que Deus põe a disposição do Seu povo.
E você, jovem, tem exortado a sua alma a bendizer ao Senhor? Hoje, neste dia, você já louvou, elogiou, exaltou e glorificou a Deus? Já agradeceu a Ele pelo perdão, pela cura, pela vida e pela salvação que Ele tem oferecido a você?
Pense nisso, e faça isso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Neste salmo, de louvor e adoração, Davi exorta a sua própria alma a bendizer ao Senhor, reconhecendo a bondade e o cuidado de Deus para com o homem. Ele exorta a tudo o que há nele, a bendizer o santo nome do Senhor (Dt 6.5; Sl 138.1; 146.1).
Bendizer ao Senhor, é dizer bem, isto é, falar coisas boas a Seu respeito. É louvar, é elogiar, é exaltar, é glorificar a Deus.
Este salmo expressa ação de graças e louvor ao Senhor pelos privilégios e bênçãos que Ele outorga ao Seu povo. Jovem, nunca devemos esquecer da bondade de Deus para conosco (Dt 8.11-14; Lc 17.17,18), nem deixar de lhe ser gratos por Suas bênçãos derramadas sobre os Seus mediante o Espírito Santo (At 2.38,39). Por isso, ele também exorta a sua alma a não se esquecer de nenhum dos Seus benefícios. Um desses benefícios é o perdão (Sl 103.3,12).
Adão, ao cair no pecado, arrastou a raça humana universalmente à experiência do pecado, da enfermidade e da morte. Contrastando isto, o salmista enumera as bênçãos de Deus para o Seu povo: o perdão dos pecados, a cura das enfermidades e as dádivas de salvação e da vida eterna. O perdão é a primeira e a mais importante dádiva que podemos receber de Deus. Pelo perdão, somos restaurados a Deus e redimidos da destruição. Consequentemente, a cura das enfermidades (decorrentes do pecado e de Satanás) também faz parte da salvação que Deus põe a disposição do Seu povo.
E você, jovem, tem exortado a sua alma a bendizer ao Senhor? Hoje, neste dia, você já louvou, elogiou, exaltou e glorificou a Deus? Já agradeceu a Ele pelo perdão, pela cura, pela vida e pela salvação que Ele tem oferecido a você?
Pense nisso, e faça isso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
"QUE DAREI EU AO SENHOR?" (Sl 116.12)
"Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito?" (Sl 116.12)
Este salmo expressa gratidão ao Senhor pela salvação. No coração de todos os que receberam a salvação da parte do Senhor, deve fluir essa gratidão. Devemos expressá-la, assim como o salmista, por amor (Sl 116.1), lealdade (Sl 116.2), vida santa (Sl 116.9), ação de graças e a firme determinação de obedecer ao Senhor (Sl 116.14).
O salmista pergunta a si mesmo: "Que darei eu ao Senhor?" Imediatamente, ele mesmo responde: "Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor. Pagarei os meus votos ao Senhor, agora, na presença de todo o seu povo" (Sl 116.13,14).
Depois de o próprio Deus haver pago um alto preço pela nossa salvação, não nos resta mais nada a fazermos, senão aceitarmos e tomarmos posse dessa dádiva.
Jovem, precisamos sempre ser gratos a Deus, em obediência, pelo maior bem que Ele nos fez - a salvação. Por isso, comamos e bebamos, anunciando a Sua morte, até que Ele venha (1 Co 11.26).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Este salmo expressa gratidão ao Senhor pela salvação. No coração de todos os que receberam a salvação da parte do Senhor, deve fluir essa gratidão. Devemos expressá-la, assim como o salmista, por amor (Sl 116.1), lealdade (Sl 116.2), vida santa (Sl 116.9), ação de graças e a firme determinação de obedecer ao Senhor (Sl 116.14).
O salmista pergunta a si mesmo: "Que darei eu ao Senhor?" Imediatamente, ele mesmo responde: "Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor. Pagarei os meus votos ao Senhor, agora, na presença de todo o seu povo" (Sl 116.13,14).
Depois de o próprio Deus haver pago um alto preço pela nossa salvação, não nos resta mais nada a fazermos, senão aceitarmos e tomarmos posse dessa dádiva.
Jovem, precisamos sempre ser gratos a Deus, em obediência, pelo maior bem que Ele nos fez - a salvação. Por isso, comamos e bebamos, anunciando a Sua morte, até que Ele venha (1 Co 11.26).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
domingo, 31 de janeiro de 2010
ESCASSEZ OU ABUNDÂNCIA? (Dt 28.1-6,15-19)
Hoje, infelizmente, não vou poder pegar uma "carona" na palavra da Rafaela, pois cheguei tarde na oração, e não a ouvi desde o início. Mas, quero desde já, nas primeiras linhas dessa postagem, dar um duplo parabéns à ela. Primeiramente, pelo seu aniversário. Dela, e da Isabela (Belinha) também (as "Super-Gêmeas"). Em segundo, por ter pregado nessa manhã. Parabéns! Parabéns!
Agora, vamos falar sobre Escassez e Abundância. Vocês sabem o significado dessas duas palavras?
Escassez - Escasso, de que há pouco.
Abundância - Grande quantidade; fartura.
Com toda sua devoção, Moisés relembrou e renovou o concerto de Deus com Israel. Em um de seus discursos, profetizou bênçãos e maldições que teriam os israelitas, conforme a sua obediência ou desobediência ao Senhor, segundo o concerto. Vocês lembram sobre o que eu escrevi no domingo passado?
Pois bem, a Escassez é o resultado do pecado e da desobediência (Dt 28.48). A Abundância é o resultado da obediência (Pv 3.1,2).
Vejamos algumas promessas de Abundância aos obedientes (Lv 26.5; Dt 30.9; Sl 132.15; Pv 3.10; Is 30.23; Ez 36.30; Am 9.13; Zc 8.12).
Um dos propósitos da vinda do Messias, foi nos proporcionar uma vida abundante (Jo 10.10).
A Sua Palavra, também , nos proporciona um caminho abundante (Js 1.8).
A Sua presença, também nos proporciona gozo abundante (Sl 16.11; 36.8).
Ao crermos nEle (Jesus), também iremos fazer obras abundantes (Jo 14.12).
A graça de Deus, também, é abundante (Rm 5.20; 2 Co 9.8).
Com Ele (Jesus), a nossa vitória, também, é abundante (Rm 8.37).
O Seu poder, também, é abundante (Ef 3.20).
As Suas provisões, também, são abundantes (Fp 4.19).
E por último, Ele (Jesus) nos proporcionará uma entrada abundante, no Seu Reino eterno (2 Pe 1.11).
Jovem, a felicidade de termos o Senhor como nosso pastor, é vivermos uma vida mais que abundante (Sl 23).
Creia, viva e experimente isso na sua vida!
Que Deus nos abençoe!
Ah! Antes que eu me esqueça, quero parabenizar a todos os Adolescentes que pregaram nas orações da E.B.D. no mês de janeiro. Isabela (Belinha), Carlos Eduardo (Kadu), Felipe, Lirdes e Rafaela, vocês estão de parabéns! Eu me orgulho de ser professor de vocês. Beijos & Abraços!
Pr. Gabriel N. da Silva
Agora, vamos falar sobre Escassez e Abundância. Vocês sabem o significado dessas duas palavras?
Escassez - Escasso, de que há pouco.
Abundância - Grande quantidade; fartura.
Com toda sua devoção, Moisés relembrou e renovou o concerto de Deus com Israel. Em um de seus discursos, profetizou bênçãos e maldições que teriam os israelitas, conforme a sua obediência ou desobediência ao Senhor, segundo o concerto. Vocês lembram sobre o que eu escrevi no domingo passado?
Pois bem, a Escassez é o resultado do pecado e da desobediência (Dt 28.48). A Abundância é o resultado da obediência (Pv 3.1,2).
Vejamos algumas promessas de Abundância aos obedientes (Lv 26.5; Dt 30.9; Sl 132.15; Pv 3.10; Is 30.23; Ez 36.30; Am 9.13; Zc 8.12).
Um dos propósitos da vinda do Messias, foi nos proporcionar uma vida abundante (Jo 10.10).
A Sua Palavra, também , nos proporciona um caminho abundante (Js 1.8).
A Sua presença, também nos proporciona gozo abundante (Sl 16.11; 36.8).
Ao crermos nEle (Jesus), também iremos fazer obras abundantes (Jo 14.12).
A graça de Deus, também, é abundante (Rm 5.20; 2 Co 9.8).
Com Ele (Jesus), a nossa vitória, também, é abundante (Rm 8.37).
O Seu poder, também, é abundante (Ef 3.20).
As Suas provisões, também, são abundantes (Fp 4.19).
E por último, Ele (Jesus) nos proporcionará uma entrada abundante, no Seu Reino eterno (2 Pe 1.11).
Jovem, a felicidade de termos o Senhor como nosso pastor, é vivermos uma vida mais que abundante (Sl 23).
Creia, viva e experimente isso na sua vida!
Que Deus nos abençoe!
Ah! Antes que eu me esqueça, quero parabenizar a todos os Adolescentes que pregaram nas orações da E.B.D. no mês de janeiro. Isabela (Belinha), Carlos Eduardo (Kadu), Felipe, Lirdes e Rafaela, vocês estão de parabéns! Eu me orgulho de ser professor de vocês. Beijos & Abraços!
Pr. Gabriel N. da Silva
sábado, 30 de janeiro de 2010
UM ENCONTRO COM JESUS
Dos quatro evangelhos, somente o de João que relata estes dois encontros de Jesus, com duas pessoas tão diferentes: Nicodemos (Jo 3.1-3) e a mulher samaritana (Jo 4.5-7). Ambos tiveram um encontro com Jesus.
Notemos alguns contrastes interessantes entre eles:
Nicodemos, um homem judeu, mestre em Israel, encontrou-se com Jesus a noite.
A mulher samaritana, era uma simples mulher de Samaria, adúltera, que encontrou-se com Jesus ao meio-dia.
Nicodemos era um discípulo secreto, e não trouxe ninguém a Cristo.
A mulher samaritana confessou imediatamente a Jesus, e trouxe uma cidade inteira a Ele.
Ambos tinham algo em comum: Uma necessidade - O Espírito Santo (Jo 3.5; 4.14). Nicodemos precisava nascer da água e do Espírito de Deus, e a mulher samaritana precisava beber da água que jorra para a vida eterna.
Nascer da água, se refere à obra purificadora do Espírito Santo no novo nascimento. Em Tt 3.5, Paulo fala da "lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo".
Água a jorrar para a vida eterna, é a água dada por Cristo. Significa a vida espiritual (Is 12.3). Para usufruir dessa água viva é necessário que a pessoa a "beba" (Jo 7.37). Esse "beber" não é um ato único e momentâneo, mas sim um beber progressivo ou repetitivo. Para beber da água da vida, necessário é estar junto à fonte da água da vida que é o próprio Cristo. Ninguém pode continuar bebendo dessa água, estando distanciado da fonte. Tal pessoa torna-se o que Pedro descreve como "fontes sem água" (2 Pe 2.17).
Nicodemos, como os demais doutores da lei, escribas e fariseus, falavam a respeito do que não sabiam, e testificavam do que não viam (Jo 3.10-12; 1 Co 2.14,15).
A mulher de Samaria e os samaritanos adoravam o que não conheciam (Jo 4.22).
Ambos precisavam ser regenerados, nascerem de novo. A regeneração é a nova criação e transformação da pessoa, efetuadas por Deus e o Espírito Santo.
Nicodemos precisava se libertar da religiosidade, enquanto que a mulher samaritana precisava se libertar do adultério.
Jovem, Jesus é o presente de Deus (Jo 3.16). A vida eterna, é o dom gratuito de Deus (Rm 6.23). A fonte da água da vida, também é dada gratuitamente por Jesus, a todo aquele que tiver sede (Ap 21.6). Creia nisso!
"O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve diga: Vem! Aquele que tem sede venha; e quem quiser receba de graça a água da vida" (Ap 22.17)
Pr. Gabriel N. da Silva
Notemos alguns contrastes interessantes entre eles:
Nicodemos, um homem judeu, mestre em Israel, encontrou-se com Jesus a noite.
A mulher samaritana, era uma simples mulher de Samaria, adúltera, que encontrou-se com Jesus ao meio-dia.
Nicodemos era um discípulo secreto, e não trouxe ninguém a Cristo.
A mulher samaritana confessou imediatamente a Jesus, e trouxe uma cidade inteira a Ele.
Ambos tinham algo em comum: Uma necessidade - O Espírito Santo (Jo 3.5; 4.14). Nicodemos precisava nascer da água e do Espírito de Deus, e a mulher samaritana precisava beber da água que jorra para a vida eterna.
Nascer da água, se refere à obra purificadora do Espírito Santo no novo nascimento. Em Tt 3.5, Paulo fala da "lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo".
Água a jorrar para a vida eterna, é a água dada por Cristo. Significa a vida espiritual (Is 12.3). Para usufruir dessa água viva é necessário que a pessoa a "beba" (Jo 7.37). Esse "beber" não é um ato único e momentâneo, mas sim um beber progressivo ou repetitivo. Para beber da água da vida, necessário é estar junto à fonte da água da vida que é o próprio Cristo. Ninguém pode continuar bebendo dessa água, estando distanciado da fonte. Tal pessoa torna-se o que Pedro descreve como "fontes sem água" (2 Pe 2.17).
Nicodemos, como os demais doutores da lei, escribas e fariseus, falavam a respeito do que não sabiam, e testificavam do que não viam (Jo 3.10-12; 1 Co 2.14,15).
A mulher de Samaria e os samaritanos adoravam o que não conheciam (Jo 4.22).
Ambos precisavam ser regenerados, nascerem de novo. A regeneração é a nova criação e transformação da pessoa, efetuadas por Deus e o Espírito Santo.
Nicodemos precisava se libertar da religiosidade, enquanto que a mulher samaritana precisava se libertar do adultério.
Jovem, Jesus é o presente de Deus (Jo 3.16). A vida eterna, é o dom gratuito de Deus (Rm 6.23). A fonte da água da vida, também é dada gratuitamente por Jesus, a todo aquele que tiver sede (Ap 21.6). Creia nisso!
"O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve diga: Vem! Aquele que tem sede venha; e quem quiser receba de graça a água da vida" (Ap 22.17)
Pr. Gabriel N. da Silva
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
SALVAÇÃO - O PLANO DE DEUS PARA O HOMEM (Lc 19.10)
Jesus em seus últimos meses de vida, poucos dias antes da sua crucificação, ainda continuava a buscar e salvar os perdidos; pois foi este o propósito da sua vinda (Lc 15.3-7; Ez 34.16a).
Nessa busca, Jesus se depara com dois homens diferentes, mas que viviam na mesma condição. Ambos estavam perdidos.
O Cego de Jericó (Lc 18.35-43)
Bartimeu, filho de Timeu, era cego e estava a beira do caminho mendigando (Mc 10.46), por isso era desprezado pela sociedade. Não via, mas queria ser visto, por isso, sem se cansar clamava: "Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!" (Mc 10.47,48). Além da multidão, o maior obstáculo de Bartimeu era a sua deficiência visual. Mas, naquele dia, ele teve um encontro com o Senhor da cura, que o salvou.
Zaqueu, o Cobrador de Impostos (Lc 19.1-10)
Zaqueu era um publicano. Os publicanos eram coletores de impostos, judeus a serviço do império romano. Por servirem aos seus próprios opressores e pelo fato de serem desonestos, eles eram odiados pelo povo. Além da multidão, o maior obstáculo de Zaqueu era a sua pequena estatura. Ele via, mas não fazia questão de ser visto. Para ver Jesus, que havia de passar por ali, ele subiu numa figueira brava (Lc 19.3,4). Mas quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: "Zaqueu, desce depressa, porque, hoje, me convém pousar em tua casa" (Lc 19.5). Naquele dia, ele teve um encontro com o Salvador de Israel, que trouxe salvação à sua casa.
Jovem, o cuidado que Jesus teve, tanto por Bartimeu, quanto por Zaqueu, nos impulsiona a levar o evangelho aos repelidos pela sociedade, pois todos os seres humanos estão perdidos e necessitam de Cristo. Deus não faz acepção de pessoas (Dt 10.17; At 10.34; Rm 2.11; Gl 2.6; Ef 6.9; Cl 3.25). E nós também não devemos fazer, pois é pecado (Tg 2.9).
Depois que ambos se encontraram com Cristo, foram transformados (Mc 10.52; Lc 19.8). A confissão genuína do pecado e a verdadeira fé salvadora em Cristo resultam na transformação da conduta externa da pessoa. Ninguém pode chegar a conhecer a Cristo, aceitar a Sua salvação e, ao mesmo tempo, continuar no pecado, ser desonesto e duro de coração para com o próximo.
Bartimeu lançou de si a capa, levantou-se de um salto e foi ter com Jesus. Imediatamente ele tornou a ver, e seguiu a Jesus.
Zaqueu manifestou a genuinidade da sua conversão com sua oferta de restituir tudo o que tinha adquirido por meios desonestos.
Jovem, a salvação é possível a todos os homens (Lc 3.6; Jo 3.14-17; At 2.21; Rm 5.18; 10.13; 1 Tm 2.4; Tt 2.11,12; 2 Pe 3.9). Creia nisso, e busque pelos perdidos!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Nessa busca, Jesus se depara com dois homens diferentes, mas que viviam na mesma condição. Ambos estavam perdidos.
O Cego de Jericó (Lc 18.35-43)
Bartimeu, filho de Timeu, era cego e estava a beira do caminho mendigando (Mc 10.46), por isso era desprezado pela sociedade. Não via, mas queria ser visto, por isso, sem se cansar clamava: "Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!" (Mc 10.47,48). Além da multidão, o maior obstáculo de Bartimeu era a sua deficiência visual. Mas, naquele dia, ele teve um encontro com o Senhor da cura, que o salvou.
Zaqueu, o Cobrador de Impostos (Lc 19.1-10)
Zaqueu era um publicano. Os publicanos eram coletores de impostos, judeus a serviço do império romano. Por servirem aos seus próprios opressores e pelo fato de serem desonestos, eles eram odiados pelo povo. Além da multidão, o maior obstáculo de Zaqueu era a sua pequena estatura. Ele via, mas não fazia questão de ser visto. Para ver Jesus, que havia de passar por ali, ele subiu numa figueira brava (Lc 19.3,4). Mas quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: "Zaqueu, desce depressa, porque, hoje, me convém pousar em tua casa" (Lc 19.5). Naquele dia, ele teve um encontro com o Salvador de Israel, que trouxe salvação à sua casa.
Jovem, o cuidado que Jesus teve, tanto por Bartimeu, quanto por Zaqueu, nos impulsiona a levar o evangelho aos repelidos pela sociedade, pois todos os seres humanos estão perdidos e necessitam de Cristo. Deus não faz acepção de pessoas (Dt 10.17; At 10.34; Rm 2.11; Gl 2.6; Ef 6.9; Cl 3.25). E nós também não devemos fazer, pois é pecado (Tg 2.9).
Depois que ambos se encontraram com Cristo, foram transformados (Mc 10.52; Lc 19.8). A confissão genuína do pecado e a verdadeira fé salvadora em Cristo resultam na transformação da conduta externa da pessoa. Ninguém pode chegar a conhecer a Cristo, aceitar a Sua salvação e, ao mesmo tempo, continuar no pecado, ser desonesto e duro de coração para com o próximo.
Bartimeu lançou de si a capa, levantou-se de um salto e foi ter com Jesus. Imediatamente ele tornou a ver, e seguiu a Jesus.
Zaqueu manifestou a genuinidade da sua conversão com sua oferta de restituir tudo o que tinha adquirido por meios desonestos.
Jovem, a salvação é possível a todos os homens (Lc 3.6; Jo 3.14-17; At 2.21; Rm 5.18; 10.13; 1 Tm 2.4; Tt 2.11,12; 2 Pe 3.9). Creia nisso, e busque pelos perdidos!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
O AMOR - A DRACMA PERDIDA (by Pb. Sandro L. Bitencourt)
As parábolas da "Ovelha Perdida" e da "Dracma Perdida", também nos revelam que Deus é aquele que, no Seu amor, busca a pessoa perdida para salvá-la. Mas nós iremos falar hoje sobre a nossa busca pelo dom perdido.
Em 1 Co 12.1-11, o apóstolo Paulo apresenta uma diversidade de dons que o Espírito Santo concede aos crentes. São eles: dom da palavra da sabedoria, dom da palavra do conhecimento, dom da fé, dons de curas, dom de operação de milagres, dom de profecia, dom de discernimento de espíritos, dom de variedade de línguas e dom de interpretação de línguas.
O apóstolo encerra este capítulo nos orientando para que procuremos, com zelo, os melhores dons, e nos indica um caminho ainda mais excelente (1 Co 12.31).
O capítulo 13 é uma continuação do ensino de Paulo sobre os dons espirituais. Ele enfatiza, aqui, que ter dons espirituais sem amor (caridade - o amor posto em prática), de nada adianta (vv.1-3). O "caminho mais excelente" é o exercício dos dons espirituais com amor (vv.4-8). O amor, sendo o único contexto em que os dons espirituais podem cumprir o propósito de Deus, deve ser o princípio predominante em todas as manifestações espirituais. Daí, Paulo exorta aos coríntios: "Segui a caridade e procurai com zelo os dons espirituais" (1 Co 14.1). Jovem, nós devemos, com muito zelo, buscar as coisas do Espírito, para que, assim equipados, possamos ajudar, consolar e abençoar o nosso próximo.
A mulher da parábola, tinha dez dracmas (os nove dons espirituais e o amor). Se ela perder uma dracma, acende a candeia, e varre a casa, buscando até encontrá-la. E achando-a, chama as amigas e vizinhas, para juntas se alegrarem, por haver achado a dracma perdida.
Escrevendo ao anjo da igreja que estava em Éfeso, o apóstolo João ressalta a perda do primeiro amor (Ap 2.4). Isto se refere ao primeiro e profundo amor e dedicação que os efésios tinham por Cristo e Sua Palavra. Esta advertência nos ensina que conhecer a doutrina (ensinamentos) correta, obedecer alguns mandamentos e vir aos cultos na igreja não bastam. A igreja deve ter, acima de tudo, amor sincero a Jesus Cristo e Sua Palavra como um todo. O amor sincero a Cristo resulta em devoção sincera a Ele, em pureza de vida e em amor à verdade.
Jovem, olhemos para traz e vejamos! O que nós temos perdido em meio ao caminho? Qual foi a dracma que nós perdemos? Será que foi a dracma do amor? Perdemos o primeiro amor, nos esquecemos das primeiras obras? É tempo de nós nos arrependermos e voltarmos ao primeiro amor.
Pense nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
(Este texto foi baseado numa das pregações do Pb. Sandro L. Bitencourt, Líder da Juventude da Igreja Batista Missionária Betel, em Duque de Caxias - RJ)
Em 1 Co 12.1-11, o apóstolo Paulo apresenta uma diversidade de dons que o Espírito Santo concede aos crentes. São eles: dom da palavra da sabedoria, dom da palavra do conhecimento, dom da fé, dons de curas, dom de operação de milagres, dom de profecia, dom de discernimento de espíritos, dom de variedade de línguas e dom de interpretação de línguas.
O apóstolo encerra este capítulo nos orientando para que procuremos, com zelo, os melhores dons, e nos indica um caminho ainda mais excelente (1 Co 12.31).
O capítulo 13 é uma continuação do ensino de Paulo sobre os dons espirituais. Ele enfatiza, aqui, que ter dons espirituais sem amor (caridade - o amor posto em prática), de nada adianta (vv.1-3). O "caminho mais excelente" é o exercício dos dons espirituais com amor (vv.4-8). O amor, sendo o único contexto em que os dons espirituais podem cumprir o propósito de Deus, deve ser o princípio predominante em todas as manifestações espirituais. Daí, Paulo exorta aos coríntios: "Segui a caridade e procurai com zelo os dons espirituais" (1 Co 14.1). Jovem, nós devemos, com muito zelo, buscar as coisas do Espírito, para que, assim equipados, possamos ajudar, consolar e abençoar o nosso próximo.
A mulher da parábola, tinha dez dracmas (os nove dons espirituais e o amor). Se ela perder uma dracma, acende a candeia, e varre a casa, buscando até encontrá-la. E achando-a, chama as amigas e vizinhas, para juntas se alegrarem, por haver achado a dracma perdida.
Escrevendo ao anjo da igreja que estava em Éfeso, o apóstolo João ressalta a perda do primeiro amor (Ap 2.4). Isto se refere ao primeiro e profundo amor e dedicação que os efésios tinham por Cristo e Sua Palavra. Esta advertência nos ensina que conhecer a doutrina (ensinamentos) correta, obedecer alguns mandamentos e vir aos cultos na igreja não bastam. A igreja deve ter, acima de tudo, amor sincero a Jesus Cristo e Sua Palavra como um todo. O amor sincero a Cristo resulta em devoção sincera a Ele, em pureza de vida e em amor à verdade.
Jovem, olhemos para traz e vejamos! O que nós temos perdido em meio ao caminho? Qual foi a dracma que nós perdemos? Será que foi a dracma do amor? Perdemos o primeiro amor, nos esquecemos das primeiras obras? É tempo de nós nos arrependermos e voltarmos ao primeiro amor.
Pense nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
(Este texto foi baseado numa das pregações do Pb. Sandro L. Bitencourt, Líder da Juventude da Igreja Batista Missionária Betel, em Duque de Caxias - RJ)
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
AS INSTRUÇÕES DE JESUS AOS SEUS DISCÍPULOS (Mt 10.1,5-8)
Jesus chama os seus doze discípulos, dando-lhes poder para irem ao encontro das ovelhas perdidas da casa de Israel, anunciando que "É chegado o Reino dos céus".
A pregação do reino de Deus tem que estar acompanhada da manifestação do poder de Deus contra as forças do pecado, da enfermidade e de Satanás. O propósito de Cristo é que o reino de Deus e o seu poder estejam "próximos" (presentes), para levarem a salvação, a graça e a cura. Devemos buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça (Mt 6.33), e orar "Venha o teu Reino. Seja feita a tua vontade" (Mt 6.10).
Qual é a vontade de Deus? Que todos os homens se salvem (1 Tm 2.3-6). Para isso, Deus enviou o seu único filho ao mundo (Jo 3.17).
O versículo-chave do evangelho de Lucas afirma que "o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido" (Lc 19.10). As três parábolas de Lucas 15 revelam que Deus é aquele que, no Seu amor, busca a pessoa perdida para salvá-la. Nelas aprendemos:
1. É da máxima importância para o coração de Deus a nossa busca pelos perdidos (vv. 4,8,20,24);
2. Tanto Deus quanto o céu se regozijam, mesmo quando um só pecador se arrepende (vv. 7,10);
3. Nenhum trabalho ou sofrimento nosso é demais na busca pelos perdidos, para levá-los a Cristo (vv. 4,8).
Jovem, tudo o que Deus fez foi por amor (Jo 3.16). E que este mesmo amor venha nos impulsionar a cumprir todas as suas instruções, na busca pelas ovelhas perdidas da casa de Israel.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
A pregação do reino de Deus tem que estar acompanhada da manifestação do poder de Deus contra as forças do pecado, da enfermidade e de Satanás. O propósito de Cristo é que o reino de Deus e o seu poder estejam "próximos" (presentes), para levarem a salvação, a graça e a cura. Devemos buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça (Mt 6.33), e orar "Venha o teu Reino. Seja feita a tua vontade" (Mt 6.10).
Qual é a vontade de Deus? Que todos os homens se salvem (1 Tm 2.3-6). Para isso, Deus enviou o seu único filho ao mundo (Jo 3.17).
O versículo-chave do evangelho de Lucas afirma que "o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido" (Lc 19.10). As três parábolas de Lucas 15 revelam que Deus é aquele que, no Seu amor, busca a pessoa perdida para salvá-la. Nelas aprendemos:
1. É da máxima importância para o coração de Deus a nossa busca pelos perdidos (vv. 4,8,20,24);
2. Tanto Deus quanto o céu se regozijam, mesmo quando um só pecador se arrepende (vv. 7,10);
3. Nenhum trabalho ou sofrimento nosso é demais na busca pelos perdidos, para levá-los a Cristo (vv. 4,8).
Jovem, tudo o que Deus fez foi por amor (Jo 3.16). E que este mesmo amor venha nos impulsionar a cumprir todas as suas instruções, na busca pelas ovelhas perdidas da casa de Israel.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
"ALEGRAI-VOS SEMPRE NO SENHOR!" (Fp 4.4a)
Trecho da carta do apóstolo Paulo aos filipenses. A igreja de Filipos foi fundada pelo apóstolo e sua equipe de cooperadores (Silas, Timóteo e Lucas), na Segunda Viagem Missionária, em obediência a uma visão que Deus lhe dera em Trôade, na qual um homem lhe rogava: "Passa à Macedônia, e ajuda-nos" (At 16.9).
Em Filipos, Paulo pregou o evangelho nas margens de um rio, foi posto na prisão, e estabeleceu sua primeira e mais amada igreja no continente europeu.
Quando o apóstolo escreveu esta carta, ele estava preso. Mesmo assim, a carta ressalta a vitória e o gozo. A palavra alegria, gozo ou regozijo é mencionada aproximadamente 15 vezes.
Nesta carta, Paulo nos ensina a ter alegria em meio a todas as circunstâncias da vida (Fp 4.11-13).
Neemias nos ensina, que a alegria do Senhor é a nossa força (Ne 8.10b). Quando nós alegramos o Senhor, Ele nos retribui com força.
O salmista e rei Davi, nos ensina a celebrar e servir ao Senhor com alegria (Sl 100.1,2).
O sábio rei Salomão, nos ensina que o coração alegre aformoseia o rosto (Pv 15.13), e também serve como bom remédio (Pv 17.22).
Tiago, irmão do Senhor, nos ensina que quem está alegre, canta louvores (Tg 5.13).
O apóstolo Paulo, também nos informa que Deus ama ao que dá com alegria (2 Co 9.7).
Depois de todos estes ensinamentos, surge uma pergunta: Aonde encontramos a verdadeira alegria? Resposta: Na presença do Senhor (Sl 16.11b).
Jovem, devemos seguir o exemplo do apóstolo Paulo, que em meio a todas as circunstâncias da vida, alegrava-se no Senhor. Ao agirmos assim, seremos revestidos de força, que nos ajudará a vencer as lutas desta vida.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Ah! E por falar em alegria, eu não posso esquecer de lembrá-los que as inscrições para o ACAMPAMENTO MISSIONÁRIO BETEL 2010, cujo tema desse ano é "Alegria", encerram no próximo domingo, dia 31/01/10. Faça já a sua inscrição, e garanta a sua vaga! Valor: R$ 170,00 (cento e setenta reais). Vejam algumas fotos do local, que é um Sítio em Tinguá, no Blog da Juventude Missionária Betel. O acampamento acontecerá nos dias 02 03 e 04 de abril de 2010 (semana santa).
Maiores informações: Pr. Gabriel N. da Silva
Ore, divulgue e participe!!!
Em Filipos, Paulo pregou o evangelho nas margens de um rio, foi posto na prisão, e estabeleceu sua primeira e mais amada igreja no continente europeu.
Quando o apóstolo escreveu esta carta, ele estava preso. Mesmo assim, a carta ressalta a vitória e o gozo. A palavra alegria, gozo ou regozijo é mencionada aproximadamente 15 vezes.
Nesta carta, Paulo nos ensina a ter alegria em meio a todas as circunstâncias da vida (Fp 4.11-13).
Neemias nos ensina, que a alegria do Senhor é a nossa força (Ne 8.10b). Quando nós alegramos o Senhor, Ele nos retribui com força.
O salmista e rei Davi, nos ensina a celebrar e servir ao Senhor com alegria (Sl 100.1,2).
O sábio rei Salomão, nos ensina que o coração alegre aformoseia o rosto (Pv 15.13), e também serve como bom remédio (Pv 17.22).
Tiago, irmão do Senhor, nos ensina que quem está alegre, canta louvores (Tg 5.13).
O apóstolo Paulo, também nos informa que Deus ama ao que dá com alegria (2 Co 9.7).
Depois de todos estes ensinamentos, surge uma pergunta: Aonde encontramos a verdadeira alegria? Resposta: Na presença do Senhor (Sl 16.11b).
Jovem, devemos seguir o exemplo do apóstolo Paulo, que em meio a todas as circunstâncias da vida, alegrava-se no Senhor. Ao agirmos assim, seremos revestidos de força, que nos ajudará a vencer as lutas desta vida.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Ah! E por falar em alegria, eu não posso esquecer de lembrá-los que as inscrições para o ACAMPAMENTO MISSIONÁRIO BETEL 2010, cujo tema desse ano é "Alegria", encerram no próximo domingo, dia 31/01/10. Faça já a sua inscrição, e garanta a sua vaga! Valor: R$ 170,00 (cento e setenta reais). Vejam algumas fotos do local, que é um Sítio em Tinguá, no Blog da Juventude Missionária Betel. O acampamento acontecerá nos dias 02 03 e 04 de abril de 2010 (semana santa).
Maiores informações: Pr. Gabriel N. da Silva
Ore, divulgue e participe!!!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
UM EXEMPLO DE GRATIDÃO
Mais uma vez, resolvi pegar uma "carona"; hoje, da palavra que o nosso "Paistor" (Pr. Carlos) nos trouxe ontém a noite. Vamos falar sobre uma jovem, que nos deixou um grande exemplo de gratidão.
Na cidade de Betânia, vivia uma jovem chamada Maria. Ela morava junto com os seus irmãos Marta e Lázaro. Os três eram amigos íntimos do Senhor Jesus.
Ela possuía algumas características. Entre elas, podemos destacar aqui a receptividade espiritual (Lc 10.39), o discernimento espiritual (Lc 10.42), a sua resignação e paciência diante dos sofrimentos (Jo 11.20).
Na Bíblia, encontramos o registro de três ocasiões em que ela esteve aos pés de Cristo:
1) Recebendo instrução (Lc 10.39);
2) Recebendo o consolo (Jo 11.32);
3) A fim de servi-Lo (Jo 12.3).
O seu gesto de gratidão foi pegar uma libra (327,5 gramas) de um nardo puro (um perfume muito caro), que estava dentro de um vaso de alabastro (espécie de mármore). Ela quebrou o vaso, e com o perfume, ungiu a cabeça e os pés de Jesus, e os enxugou com os seus cabelos (Mc 14.3). O valor estimado do perfume, era de mais de trezentos denários (representava o salário do trabalhador por um ano de trabalho naquela época, quase 1.200 gramas de prata).
O motivo? Tudo isso em gratidão, por Jesus haver ressuscitado o seu irmão Lázaro (Jo 11.17-44). Por causa desse gesto,ela foi imortalizada por Cristo (Mc 14.8,9).
Quais os significados desse gesto?
Quebrar o vaso - Quebrantamento. O salmista declara que os sacrifícios que mais agradam a Deus é o espírito quebrantado, e o coração compungido e contrito (Sl 51.16,17). Outras referências (Am 5.21; Mt 15.8).
Derramar o perfume - Esvaziar-se. O salmista também nos orienta a derramarmos o nosso coração diante de Deus (Sl 62.8), nos esvaziando de nós mesmos. Outras referências (1 Sm 1.15; Sl 42.4; Jo 3.30).
Enxugar com os cabelos - O cabelo simbolizava a glória, a honra da mulher (1 Co 11.15). Devemos dar toda nossa honra, e toda nossa glória a Deus.
Jovem, com esse gesto, Maria de Betânia agradeceu e adorou ao Senhor. Sigamos o seu exemplo!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Na cidade de Betânia, vivia uma jovem chamada Maria. Ela morava junto com os seus irmãos Marta e Lázaro. Os três eram amigos íntimos do Senhor Jesus.
Ela possuía algumas características. Entre elas, podemos destacar aqui a receptividade espiritual (Lc 10.39), o discernimento espiritual (Lc 10.42), a sua resignação e paciência diante dos sofrimentos (Jo 11.20).
Na Bíblia, encontramos o registro de três ocasiões em que ela esteve aos pés de Cristo:
1) Recebendo instrução (Lc 10.39);
2) Recebendo o consolo (Jo 11.32);
3) A fim de servi-Lo (Jo 12.3).
O seu gesto de gratidão foi pegar uma libra (327,5 gramas) de um nardo puro (um perfume muito caro), que estava dentro de um vaso de alabastro (espécie de mármore). Ela quebrou o vaso, e com o perfume, ungiu a cabeça e os pés de Jesus, e os enxugou com os seus cabelos (Mc 14.3). O valor estimado do perfume, era de mais de trezentos denários (representava o salário do trabalhador por um ano de trabalho naquela época, quase 1.200 gramas de prata).
O motivo? Tudo isso em gratidão, por Jesus haver ressuscitado o seu irmão Lázaro (Jo 11.17-44). Por causa desse gesto,ela foi imortalizada por Cristo (Mc 14.8,9).
Quais os significados desse gesto?
Quebrar o vaso - Quebrantamento. O salmista declara que os sacrifícios que mais agradam a Deus é o espírito quebrantado, e o coração compungido e contrito (Sl 51.16,17). Outras referências (Am 5.21; Mt 15.8).
Derramar o perfume - Esvaziar-se. O salmista também nos orienta a derramarmos o nosso coração diante de Deus (Sl 62.8), nos esvaziando de nós mesmos. Outras referências (1 Sm 1.15; Sl 42.4; Jo 3.30).
Enxugar com os cabelos - O cabelo simbolizava a glória, a honra da mulher (1 Co 11.15). Devemos dar toda nossa honra, e toda nossa glória a Deus.
Jovem, com esse gesto, Maria de Betânia agradeceu e adorou ao Senhor. Sigamos o seu exemplo!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
domingo, 24 de janeiro de 2010
ALIANÇA
Hoje, quero pegar "carona" da palavra que a Lirdes trouxe pela manhã, e também falar sobre aliança. Aliança significa compromisso, pacto. Nós cantamos uma canção, que declara que o nosso Deus é um Deus de aliança, um Deus de promessas, o que não deixa de ser uma grande verdade. Desde o princípio, Deus estabelece alianças com o homem. Isso significa que Deus tem se comprometido com o homem. Mas, e o homem? Será que ele também tem se comprometido com Deus? Deus é fiel! Ele jamais falhou com o seu compromisso, Ele jamais quebrou uma aliança. Mas, e o homem?
Ao longo da história, vemos Deus fazendo alianças com o homem, firmando um compromisso de abençoá-lo, com algumas condições: fidelidade e obediência. Quando somos infiéis e desobedientes, quebramos a nossa aliança com Deus. Foi isso que aconteceu com Adão e Eva (Gn 3.1-6). Ambos foram infiéis e desobedientes, quebrando a aliança que eles tinham com Deus. Conseqüentemente, foram expulsos do paraíso (Gn 3.22-24).
Nós encontramos outro exemplo de aliança, na história de Noé. A Bíblia diz que Noé era um homem justo e bom, e que ele andava com Deus (Gn 6.9). Em outras palavras, Noé era um homem comprometido com Deus. Deus havia feito uma aliança com ele (Gn 6.18), e ele foi fiel e obediante a Deus. Tanto, que Deus lhe ordenou que construisse uma arca, uma grande embarcação, num local aonde não havia mares e nem oceanos por perto. Deus lhe anunciou o dilúvio, numa época que nem chuva caía ainda sobre a face da terra. Mesmo assim, Noé não questionou a Deus, simplismente obedeceu. Conseqüentemente, Noé e sua família foram guardados e protegidos por Deus.
É sempre assim. Quando somos fiéis e obedientes a Deus, Ele mantém o seu compromisso de nos abençoar. Mas, quando somos desobedientes e infiéis, quebramos a nossa aliança com Ele, e isso faz com que Ele não tenha mais nenhum tipo de obrigação para conosco. Deus só tem compromisso com aqueles que são comprometidos com Ele.
E você, jovem, tem tido compromisso com Deus? Tem sido fiel e obediente a Ele? Pense nisso!
Parabéns Lirdes!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
Jovem, Deus só tem o compromisso de cumprir as suas promessas na vida daqueles que ouvem e obedecem a Sua voz, como diz a letra dessa música.
Ao longo da história, vemos Deus fazendo alianças com o homem, firmando um compromisso de abençoá-lo, com algumas condições: fidelidade e obediência. Quando somos infiéis e desobedientes, quebramos a nossa aliança com Deus. Foi isso que aconteceu com Adão e Eva (Gn 3.1-6). Ambos foram infiéis e desobedientes, quebrando a aliança que eles tinham com Deus. Conseqüentemente, foram expulsos do paraíso (Gn 3.22-24).
Nós encontramos outro exemplo de aliança, na história de Noé. A Bíblia diz que Noé era um homem justo e bom, e que ele andava com Deus (Gn 6.9). Em outras palavras, Noé era um homem comprometido com Deus. Deus havia feito uma aliança com ele (Gn 6.18), e ele foi fiel e obediante a Deus. Tanto, que Deus lhe ordenou que construisse uma arca, uma grande embarcação, num local aonde não havia mares e nem oceanos por perto. Deus lhe anunciou o dilúvio, numa época que nem chuva caía ainda sobre a face da terra. Mesmo assim, Noé não questionou a Deus, simplismente obedeceu. Conseqüentemente, Noé e sua família foram guardados e protegidos por Deus.
É sempre assim. Quando somos fiéis e obedientes a Deus, Ele mantém o seu compromisso de nos abençoar. Mas, quando somos desobedientes e infiéis, quebramos a nossa aliança com Ele, e isso faz com que Ele não tenha mais nenhum tipo de obrigação para conosco. Deus só tem compromisso com aqueles que são comprometidos com Ele.
E você, jovem, tem tido compromisso com Deus? Tem sido fiel e obediente a Ele? Pense nisso!
Parabéns Lirdes!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
Jovem, Deus só tem o compromisso de cumprir as suas promessas na vida daqueles que ouvem e obedecem a Sua voz, como diz a letra dessa música.
sábado, 23 de janeiro de 2010
USE O SEU TALENTO!
"... e a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade..." (Mt 25.15)
A Parábola dos Talentos nos adverte que nosso lugar e nosso serviço no céu dependerão da fidelidade da nossa vida e serviço aqui. O talento na parábola representa nossas aptidões, tempo, recursos e oportunidades para servir ao Senhor, enquanto estamos aqui na terra.
Jovem, sua voz é talento, com poder de falar e cantar. Seu cérebro é talento, com poder de pensar e planejar. Suas mãos são talentos, com a possibilidade de escrever, de tocar algum instrumento musical, de fazer o bem aos necessitados.
Pare um momento, agora mesmo, e conte seus talentos. Você provavelmente irá descobrir que possui mais de cinco, talvez dez. E Deus quer que você os use todos para Sua glória.
Caso você tenha apenas um talento, não o enterre. Faça o melhor que você puder com ele. Use-o, e veja como ele aumentará!
O mais importante não é o número de talentos que temos, mas sim como estamos utilizando eles. Pense nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
A Parábola dos Talentos nos adverte que nosso lugar e nosso serviço no céu dependerão da fidelidade da nossa vida e serviço aqui. O talento na parábola representa nossas aptidões, tempo, recursos e oportunidades para servir ao Senhor, enquanto estamos aqui na terra.
Jovem, sua voz é talento, com poder de falar e cantar. Seu cérebro é talento, com poder de pensar e planejar. Suas mãos são talentos, com a possibilidade de escrever, de tocar algum instrumento musical, de fazer o bem aos necessitados.
Pare um momento, agora mesmo, e conte seus talentos. Você provavelmente irá descobrir que possui mais de cinco, talvez dez. E Deus quer que você os use todos para Sua glória.
Caso você tenha apenas um talento, não o enterre. Faça o melhor que você puder com ele. Use-o, e veja como ele aumentará!
O mais importante não é o número de talentos que temos, mas sim como estamos utilizando eles. Pense nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
A NOSSA MISSÃO
Ontém nós falamos sobre a unção. Hoje nós vamos falar sobre a nossa missão. Segundo o Minidicionário Aurélio, missão é a função ou poder que se confere a alguém para fazer algo.
Em Isaías 61.1-3, encontramos a descrição do Messias e da sua unção relacionada à sua missão ou ministério. Cerca de 700 anos depois, o próprio Jesus, ao ler o livro do profeta Isaías, declara: "Hoje, se cumpriu esta escritura em vossos ouvidos" (Lc 4.21).
Em seguida, Jesus outorgou o mesmo poder aos seus doze discípulos (Lc 9.1,2). A instrução dada aos doze, conforme o trecho paralelo em Mateus, foi "ir às ovelhas perdidas da casa de Israel" (Mt 10.6).
Depois da sua ressurreição, no entanto, Jesus ampliou o alcance, para abranger todas as nações, numa comissão que deve continuar "até a consumação dos séculos"; até o fim do mundo (Mt 28.18-20; Mc 16.15-20). Foi o próprio Cristo que instituiu a obra missionária cristã como uma tarefa obrigatória da igreja (Lc 24.47).
Eu e você, jovem, somos a igreja! E como igreja que somos, temos a função de ir, ensinar e batizar, pregando o evangelho a toda criatura. Recebemos o poder para "pregar boas-novas aos mansos, restaurar os contritos de coração, proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos; apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes". Essa é a nossa missão!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Em Isaías 61.1-3, encontramos a descrição do Messias e da sua unção relacionada à sua missão ou ministério. Cerca de 700 anos depois, o próprio Jesus, ao ler o livro do profeta Isaías, declara: "Hoje, se cumpriu esta escritura em vossos ouvidos" (Lc 4.21).
Em seguida, Jesus outorgou o mesmo poder aos seus doze discípulos (Lc 9.1,2). A instrução dada aos doze, conforme o trecho paralelo em Mateus, foi "ir às ovelhas perdidas da casa de Israel" (Mt 10.6).
Depois da sua ressurreição, no entanto, Jesus ampliou o alcance, para abranger todas as nações, numa comissão que deve continuar "até a consumação dos séculos"; até o fim do mundo (Mt 28.18-20; Mc 16.15-20). Foi o próprio Cristo que instituiu a obra missionária cristã como uma tarefa obrigatória da igreja (Lc 24.47).
Eu e você, jovem, somos a igreja! E como igreja que somos, temos a função de ir, ensinar e batizar, pregando o evangelho a toda criatura. Recebemos o poder para "pregar boas-novas aos mansos, restaurar os contritos de coração, proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos; apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes". Essa é a nossa missão!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
A UNÇÃO (1 Jo 2.20,27)
Todo cristão recebeu uma unção da parte de Cristo, a saber : o Espírito Santo (2 Co 1.21,22). Através do Espírito Santo conhecemos a verdade. Todo filho de Deus recebe a "unção" (o Espírito Santo) para guiá-lo na verdade (Jo 14.26; 16.13).
Mas o que é unção? Unção fala de dedicação, fala de investir autoridade (Êx 30.22-33).
O azeite utilizado na luminária, como também na unção, eram encargos de Eleazar (Nm 4.16).
A Bíblia nos dá o exemplo de três tipos de unção:
1) Unção de objetos separados para uso sagrado: o altar (Êx 29.36), a tenda da congregação e a arca do testemunho (Êx 30.26), todos os utensílios (Êx 40.10), os vasos, a pia (Lv 8.11), o tabernáculo e todos os seus utensílios (Nm 7.1).
2) Unção de pessoas ao serem consagradas: Arão e seus filhos (Lv 8.30), Saul (1 Sm 10.1), Davi (1 Sm 16.13), Salomão (1 Rs 1.39), Jeú e Eliseu (1 Rs 19.16), Joás (2 Rs 11.12), Joacaz (2 Rs 23.30).
3) Unção de pessoas enfermas: Por Jesus e os seus discípulos (Mc 6.13), pelos presbíteros (pastores) da igreja (Tg 5.14).
Mas para que esta unção? Há um propósito, há uma intenção!
A unção que haveria sobre Jesus, profetizada por Isaías (Is 61.1,2) - Unção para pregar, para resataurar, para libertar, para apregoar e para consolar.
Jovem, hoje esta unção também está sobre você. Temos recebido esta capacitação do Espírito do Senhor, para realizarmos as obras que Ele fez e maiores ainda (Jo 14.12). Tome posse disso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Mas o que é unção? Unção fala de dedicação, fala de investir autoridade (Êx 30.22-33).
O azeite utilizado na luminária, como também na unção, eram encargos de Eleazar (Nm 4.16).
A Bíblia nos dá o exemplo de três tipos de unção:
1) Unção de objetos separados para uso sagrado: o altar (Êx 29.36), a tenda da congregação e a arca do testemunho (Êx 30.26), todos os utensílios (Êx 40.10), os vasos, a pia (Lv 8.11), o tabernáculo e todos os seus utensílios (Nm 7.1).
2) Unção de pessoas ao serem consagradas: Arão e seus filhos (Lv 8.30), Saul (1 Sm 10.1), Davi (1 Sm 16.13), Salomão (1 Rs 1.39), Jeú e Eliseu (1 Rs 19.16), Joás (2 Rs 11.12), Joacaz (2 Rs 23.30).
3) Unção de pessoas enfermas: Por Jesus e os seus discípulos (Mc 6.13), pelos presbíteros (pastores) da igreja (Tg 5.14).
Mas para que esta unção? Há um propósito, há uma intenção!
A unção que haveria sobre Jesus, profetizada por Isaías (Is 61.1,2) - Unção para pregar, para resataurar, para libertar, para apregoar e para consolar.
Jovem, hoje esta unção também está sobre você. Temos recebido esta capacitação do Espírito do Senhor, para realizarmos as obras que Ele fez e maiores ainda (Jo 14.12). Tome posse disso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
"LOUVAI AO SENHOR!"
"Louvai ao SENHOR! Louvai ao SENHOR, porque ele é bom, porque a sua benignidade é para sempre" (Sl 106.1)
Este salmo, em algumas versões, nos exorta a louvarmos ao Senhor com ação de graças. Louvar é elogiar, é exaltar, é glorificar, é bendizer. Para isso, o salmista nos apresenta dois motivos:
1. "Porque ele é bom..."
A bondade é uma das principais características de Deus (Sl 25.8; 34.8; 100.5; 145.9; Lm 3.25). O próprio Jesus declarou isso (Mt 10.18). Ainda falando sobre a bondade do Senhor, existe uma promessa para todos aqueles que têm o Senhor como seu pastor (Sl 23.6). Eles serão perseguidos pela bondade do Senhor. Essa bondade também se manifesta em forma de misericórdia (Lm 3.22,23). Além de bondoso e misericordioso, o Senhor é fiel.
2. "... Porque a sua benignidade é para sempre"
Ser benigno, ou usar de benignidade, é fazer o bem. O salmista declara que um dos motivos do seu louvor, é porque o Senhor tem lhe feito muito bem (Sl 13.6). Ele também declara que o Senhor faz bem à alma dele (Sl 116.7). Jovem, o Senhor também tem feito bem a você? Que bem Ele lhe tem feito? O salmista também declara que a bondade, ou o bem do Senhor, é eterno, dura para sempre (Sl 107.1).
Sendo assim, jovem, não adore e nem louve ao Senhor somente por aquilo que Ele faz, mas principalmente pelo que Ele é.
"Porque Ele é bom, porque a sua benignidade é para sempre!!!"
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Este salmo, em algumas versões, nos exorta a louvarmos ao Senhor com ação de graças. Louvar é elogiar, é exaltar, é glorificar, é bendizer. Para isso, o salmista nos apresenta dois motivos:
1. "Porque ele é bom..."
A bondade é uma das principais características de Deus (Sl 25.8; 34.8; 100.5; 145.9; Lm 3.25). O próprio Jesus declarou isso (Mt 10.18). Ainda falando sobre a bondade do Senhor, existe uma promessa para todos aqueles que têm o Senhor como seu pastor (Sl 23.6). Eles serão perseguidos pela bondade do Senhor. Essa bondade também se manifesta em forma de misericórdia (Lm 3.22,23). Além de bondoso e misericordioso, o Senhor é fiel.
2. "... Porque a sua benignidade é para sempre"
Ser benigno, ou usar de benignidade, é fazer o bem. O salmista declara que um dos motivos do seu louvor, é porque o Senhor tem lhe feito muito bem (Sl 13.6). Ele também declara que o Senhor faz bem à alma dele (Sl 116.7). Jovem, o Senhor também tem feito bem a você? Que bem Ele lhe tem feito? O salmista também declara que a bondade, ou o bem do Senhor, é eterno, dura para sempre (Sl 107.1).
Sendo assim, jovem, não adore e nem louve ao Senhor somente por aquilo que Ele faz, mas principalmente pelo que Ele é.
"Porque Ele é bom, porque a sua benignidade é para sempre!!!"
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
PERSEVERE EM ORAÇÃO!
A oração é um dever de todo cristão. Ela é o nosso meio de comunicação com Deus. E uma das condições para que a nossa oração seja aceitável, é que ela seja feita com perseverança.
Perseverar, é conservar-se firme e constante, continuar, perdurar, permanecer sem mudar de intenção.
Na parábola do juiz iníquo, Jesus nos ensina sobre "o dever de orar sempre e nunca desfalecer" (Lc 18.1).
Jovem, nós devemos perseverar em oração em todo tempo, até a volta de Jesus (Lc 18.7,8; Rm 12.12; Ef 6.18; Cl 4.2; 1 Ts 5.17).
Nesta vida, temos um adversário (Lc 18.3), que é Satanás (1 Pe 5.8). A oração pode nos proteger do maligno (Mt 6.13).
Através da oração, nós, os filhos de Deus, devemos clamar contra o pecado e por justiça (Lc 18.7). A oração perseverante é considerada como fé (Lc 18.8).
Nos últimos dias, antes da volta de Cristo, haverá um aumento de oposição diabólica às orações dos fiéis (1 Tm 4.1). Por causa de Satanás e dos prazeres do mundo, muitos deixarão de ter uma vida de perseverante oração (Mt 13.22). Isso tem acontecido com você, jovem?
A instrução de Jesus: "Pedi... buscai... batei...", também nos ensina sobre a perseverança na oração (Mt 7.7,8). Devemos continuar a pedir, a buscar e a bater.
Pedir, fala da consciente necessidade e da confiança que Deus ouve a nossa oração.
Buscar, fala de fervente petição, associada a submissão à vontade de Deus.
Bater, fala de buscar a Deus quando Ele não responde imediatamente.
Deus pode nos responder de três formas: sim, não e espera (persevera).
Os santos do Antigo Testamento também reconheciam esse princípio. Enquanto Moisés perseverava em oração, com suas mãos erguidas a Deus, os israelitas venciam a batalha contra os amalequitas (Êx 17.11).
Jovem, devemos aprender com a viúva persistente, que não se deixou vencer pelo cansaço da espera, mas venceu o juiz iníquo pelo cansaço.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Perseverar, é conservar-se firme e constante, continuar, perdurar, permanecer sem mudar de intenção.
Na parábola do juiz iníquo, Jesus nos ensina sobre "o dever de orar sempre e nunca desfalecer" (Lc 18.1).
Jovem, nós devemos perseverar em oração em todo tempo, até a volta de Jesus (Lc 18.7,8; Rm 12.12; Ef 6.18; Cl 4.2; 1 Ts 5.17).
Nesta vida, temos um adversário (Lc 18.3), que é Satanás (1 Pe 5.8). A oração pode nos proteger do maligno (Mt 6.13).
Através da oração, nós, os filhos de Deus, devemos clamar contra o pecado e por justiça (Lc 18.7). A oração perseverante é considerada como fé (Lc 18.8).
Nos últimos dias, antes da volta de Cristo, haverá um aumento de oposição diabólica às orações dos fiéis (1 Tm 4.1). Por causa de Satanás e dos prazeres do mundo, muitos deixarão de ter uma vida de perseverante oração (Mt 13.22). Isso tem acontecido com você, jovem?
A instrução de Jesus: "Pedi... buscai... batei...", também nos ensina sobre a perseverança na oração (Mt 7.7,8). Devemos continuar a pedir, a buscar e a bater.
Pedir, fala da consciente necessidade e da confiança que Deus ouve a nossa oração.
Buscar, fala de fervente petição, associada a submissão à vontade de Deus.
Bater, fala de buscar a Deus quando Ele não responde imediatamente.
Deus pode nos responder de três formas: sim, não e espera (persevera).
Os santos do Antigo Testamento também reconheciam esse princípio. Enquanto Moisés perseverava em oração, com suas mãos erguidas a Deus, os israelitas venciam a batalha contra os amalequitas (Êx 17.11).
Jovem, devemos aprender com a viúva persistente, que não se deixou vencer pelo cansaço da espera, mas venceu o juiz iníquo pelo cansaço.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
O PERCURSO PARA "O OUTRO LADO"
Após a primeira multiplicação dos pães (Mt 14.19-21), Jesus ordenou aos discípulos que fossem adiante, enquanto Ele despedia a multidão. Jesus sempre ficava com a parte mais difícil. Ele multiplicou os pães, alimentou a multidão e se encarregou de despedi-la.
Orientação e ordenança divina (Mt 14.22) - Jesus mandou os discípulos entrarem no barco e irem adiante. Ele também nos manda entar no "barco" (igreja), e irmos adiante para "o outro lado" (céu). Jovem, o céu deve ser o nosso destino. Caminhemos em direção a ele!
Oração (Mt 14.23) - Depois de despedir a multidão, Jesus ainda se retirou para orar. Ele intercede por nós (Jo 17.6-26). Ele mesmo nos ensinou como devemos orar (Mt 6.6). Nós também, devemos orar uns pelos outros (Tg 5.16).
O vento contrário (Mt 14.24) - No meio do trajeto, a embarcação dos discípulos foi atingida pelas grandes ondas, pois o vento era contrário. Nós também, no decorrer da nossa caminhada em direção ao céu, enfrantamos vento contrário, pois os padrões do mundo são contrários aos padrões divinos. É como se eu e você estivéssemos remando contra a maré. É difícil, mas não é impossível.
As causas do naufrágio (Mt 14.25-31) - Na quarta vigília da noite, Jesus se dirige aos discípulos, andando sobre as águas. Quando eles O viram, assustaram-se, pois acharam que Jesus era um fantasma. Vendo o medo e o pavor dos discípulos, Jesus lhes declara: "Tende bom ânimo, sou eu, não temais" (Mt 14.27). É o que Ele sempre diz a mim e a você. Pedro lhe responde: "Senhor, se és tu, manda que eu vá ao teu encontro sobre as águas" (Mt 14.28). Jesus lhe diz: "Vem!", e Pedro foi, mas no meio do caminho, ao olhar para o vento que levantava as ondas, teve medo e começou a afundar. Jesus quer nos conceder novas experiências, como andar por sobre as águas, mas o medo e a dúvida nos atrapalham. Não devemos olhar para o vento, nem para as ondas, mas devemos estar com os nossos olhos direcionados, focados nEle, Jesus (2 Cr 20.12).
Tormenta acalmada (Mt 14.30-32) - Quando Jesus entrou com Pedro no barco, imediatamente o vento cessou. Jovem, quando Jesus chega, o vento cessa. Aleluia!
Jesus nos ajuda chegar "do outro lado" (Mt 14.34). Com fé e obediência, a gente chega lá na glória!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Orientação e ordenança divina (Mt 14.22) - Jesus mandou os discípulos entrarem no barco e irem adiante. Ele também nos manda entar no "barco" (igreja), e irmos adiante para "o outro lado" (céu). Jovem, o céu deve ser o nosso destino. Caminhemos em direção a ele!
Oração (Mt 14.23) - Depois de despedir a multidão, Jesus ainda se retirou para orar. Ele intercede por nós (Jo 17.6-26). Ele mesmo nos ensinou como devemos orar (Mt 6.6). Nós também, devemos orar uns pelos outros (Tg 5.16).
O vento contrário (Mt 14.24) - No meio do trajeto, a embarcação dos discípulos foi atingida pelas grandes ondas, pois o vento era contrário. Nós também, no decorrer da nossa caminhada em direção ao céu, enfrantamos vento contrário, pois os padrões do mundo são contrários aos padrões divinos. É como se eu e você estivéssemos remando contra a maré. É difícil, mas não é impossível.
As causas do naufrágio (Mt 14.25-31) - Na quarta vigília da noite, Jesus se dirige aos discípulos, andando sobre as águas. Quando eles O viram, assustaram-se, pois acharam que Jesus era um fantasma. Vendo o medo e o pavor dos discípulos, Jesus lhes declara: "Tende bom ânimo, sou eu, não temais" (Mt 14.27). É o que Ele sempre diz a mim e a você. Pedro lhe responde: "Senhor, se és tu, manda que eu vá ao teu encontro sobre as águas" (Mt 14.28). Jesus lhe diz: "Vem!", e Pedro foi, mas no meio do caminho, ao olhar para o vento que levantava as ondas, teve medo e começou a afundar. Jesus quer nos conceder novas experiências, como andar por sobre as águas, mas o medo e a dúvida nos atrapalham. Não devemos olhar para o vento, nem para as ondas, mas devemos estar com os nossos olhos direcionados, focados nEle, Jesus (2 Cr 20.12).
Tormenta acalmada (Mt 14.30-32) - Quando Jesus entrou com Pedro no barco, imediatamente o vento cessou. Jovem, quando Jesus chega, o vento cessa. Aleluia!
Jesus nos ajuda chegar "do outro lado" (Mt 14.34). Com fé e obediência, a gente chega lá na glória!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
domingo, 17 de janeiro de 2010
RESISTINDO AS TENTAÇÕES
A Escola Bíblica Dominical, em nossa Igreja, está de férias, mas os alunos não. Durante os três primeiros meses do ano (janeiro, fevereiro e março), temos tido orações no horário da Escola. E nessas orações, alguns alunos tem tido a oportunidade de estarem pregando. Hoje foi a vez do Felipe, que falou sobre as tentações de Cristo (Mt 4.1-11).
Através das tentações, a nossa fidelidade e obediência a Deus são testados. Nós temos a opção de cedermos ou não, de sermos fiéis e obedientes ou não. Com Jesus também não foi diferente. Ele também foi tentado, mas foi fiel e obediente até a morte, e morte de cruz (Fp 2.8).
Após ter sido batizado por João Batista, nas águas do rio Jordão, a Palavra de Deus diz que os céus se abriram, e todos viram o Espírito de Deus descendo como uma pomba, e ouviram uma voz dos céus dizendo: "Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo" (Mt 3.16,17). Dali, Jesus foi conduzido pelo Espírito Santo ao deserto, para ser tentado. Ele passou quarenta dias e quarenta noites em jejum e teve fome. "O tentador chegou-se a ele e disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que essas pedras se transformem em pães" (Mt 4.3). O diabo começa pondo em dúvida a paternidade e a origem divina de Jesus. Vejo que aquela declaração pública de Deus após o batismo de Jesus não foi apenas para testificar a multidão de que eles estavam diante do Messias, o Filho de Deus, mas para que Jesus também não se esquecesse disso. Uma das muitas investidas do diabo é por em dúvida a nossa identidade, de que também somos verdadeiramente filhos de Deus. Com Jesus também foi assim. Por muitas e muitas vezes os judeus duvidaram de que Ele realmente era Filho de Deus. E para provar a sua paternidade, Jesus nunca precisou de um exame de DNA para esfregar na cara do diabo. Ele rebateu todas as tentações usando a própria Palavra de Deus. O diabo também conhece a Bíblia, mas ele estava diante do verbo que se fez carne, a Palavra Viva de Deus. Para resistirmos as tentações, também precisamos conhecer a Palavra de Deus. Jesus é a Palavra, e a Palavra deve estar dentro de nós, do nosso coração e da nossa mente para não pecarmos (Sl 119.11).
O diabo tentou atingir três áreas da vida de Jesus: física, emocional e espiritual.
Física - Ele tirou proveito de uma necessidade física de Jesus, que foi a fome, para tentá-lo a transformar as pedras em pães. O diabo também nos tenta nessa área. Taí o apelo ao sexo fácil e a prostituição que não nos deixa mentir.
Emocional - O diabo também apelou para uma outra necessidade que todos nós, seres humanos, temos de sermos reconhecidos pelos nossos semelhantes como pessoas importantes: a fama. Cuidado com a vaidade, com o orgulho e a soberba.
Espiritual - O diabo ofereceu a Jesus poder sobre todos os reinos do mundo. Da mesma forma, ele nos promete "mundos e fundos", tentando nos convencer a pecar. Vigie!
Jovem, siga os conselhos de Tiago: "Sujeitai-vos, pois a Deus. Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós" (Tg 4.7). Se sujeitar significa estar sujeito, submisso. Seja fiel e obediente a Deus. Apresente resistência ao diabo usando a Palavra de Deus, e ele fugirá de você, como também fugiu de Jesus.
Parabéns Felipe!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
Ao dar o título dessa postagem, eu me lembrei de um filme com esse mesmo nome, que nós assistimos no 1º Encontro Jovem realizado na casa do Dc. Anderson e da Adriana. Fui pesquisar no youtube e achei esse vídeo sensacional. Vejam e depois comentem!
Através das tentações, a nossa fidelidade e obediência a Deus são testados. Nós temos a opção de cedermos ou não, de sermos fiéis e obedientes ou não. Com Jesus também não foi diferente. Ele também foi tentado, mas foi fiel e obediente até a morte, e morte de cruz (Fp 2.8).
Após ter sido batizado por João Batista, nas águas do rio Jordão, a Palavra de Deus diz que os céus se abriram, e todos viram o Espírito de Deus descendo como uma pomba, e ouviram uma voz dos céus dizendo: "Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo" (Mt 3.16,17). Dali, Jesus foi conduzido pelo Espírito Santo ao deserto, para ser tentado. Ele passou quarenta dias e quarenta noites em jejum e teve fome. "O tentador chegou-se a ele e disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que essas pedras se transformem em pães" (Mt 4.3). O diabo começa pondo em dúvida a paternidade e a origem divina de Jesus. Vejo que aquela declaração pública de Deus após o batismo de Jesus não foi apenas para testificar a multidão de que eles estavam diante do Messias, o Filho de Deus, mas para que Jesus também não se esquecesse disso. Uma das muitas investidas do diabo é por em dúvida a nossa identidade, de que também somos verdadeiramente filhos de Deus. Com Jesus também foi assim. Por muitas e muitas vezes os judeus duvidaram de que Ele realmente era Filho de Deus. E para provar a sua paternidade, Jesus nunca precisou de um exame de DNA para esfregar na cara do diabo. Ele rebateu todas as tentações usando a própria Palavra de Deus. O diabo também conhece a Bíblia, mas ele estava diante do verbo que se fez carne, a Palavra Viva de Deus. Para resistirmos as tentações, também precisamos conhecer a Palavra de Deus. Jesus é a Palavra, e a Palavra deve estar dentro de nós, do nosso coração e da nossa mente para não pecarmos (Sl 119.11).
O diabo tentou atingir três áreas da vida de Jesus: física, emocional e espiritual.
Física - Ele tirou proveito de uma necessidade física de Jesus, que foi a fome, para tentá-lo a transformar as pedras em pães. O diabo também nos tenta nessa área. Taí o apelo ao sexo fácil e a prostituição que não nos deixa mentir.
Emocional - O diabo também apelou para uma outra necessidade que todos nós, seres humanos, temos de sermos reconhecidos pelos nossos semelhantes como pessoas importantes: a fama. Cuidado com a vaidade, com o orgulho e a soberba.
Espiritual - O diabo ofereceu a Jesus poder sobre todos os reinos do mundo. Da mesma forma, ele nos promete "mundos e fundos", tentando nos convencer a pecar. Vigie!
Jovem, siga os conselhos de Tiago: "Sujeitai-vos, pois a Deus. Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós" (Tg 4.7). Se sujeitar significa estar sujeito, submisso. Seja fiel e obediente a Deus. Apresente resistência ao diabo usando a Palavra de Deus, e ele fugirá de você, como também fugiu de Jesus.
Parabéns Felipe!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
Ao dar o título dessa postagem, eu me lembrei de um filme com esse mesmo nome, que nós assistimos no 1º Encontro Jovem realizado na casa do Dc. Anderson e da Adriana. Fui pesquisar no youtube e achei esse vídeo sensacional. Vejam e depois comentem!
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