sábado, 6 de fevereiro de 2010

UM LUGAR PARA CRISTO

Em uma postagem anterior, nós falamos sobre Bartimeu e Zaqueu, dois homens diferentes, mas que tinham algo em comum: ambos precisavam de Jesus.

Jesus estava a caminho de Jericó, e no meio do caminho Ele se depara com Bartimeu (Lc 18.35-43). Bartimeu era filho de Timeu, era um homem cego que vivia à mendigar à beira do caminho. Ele queria ver Jesus e ser visto por Ele. Jesus para, e atende o seu clamor, curando-o da cegueira.

Ao entrar em Jericó, Jesus encontra Zaqueu em cima de uma figueira brava (Lc 19.1-10). Zaqueu era um homem rico, um cobrador de impostos que ganhava muito bem a vida, cobrando do povo mais do que devia. Zaqueu também queria ver Jesus, mas não fazia tanta questão assim de ser visto. Por causa da multidão, e da sua pequena estatura, ele decide subir numa figueira, somente para ver Jesus passar. Ele não queria chamar a atenção de ninguém, ele só queria ver Jesus. Quando Jesus estava passando pela figueira, sem que Zaqueu O chamasse, olhou para cima, viu Zaqueu e lhe disse: "Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa" (Lc 19.5).

Jesus ao entrar na casa de Zaqueu, trouxe a salvação (Lc 19.9). Ao entrar na casa de Pedro, trouxe a cura (Mt 8.14,15). Na casa de Jairo, trouxe a vida (Mc 5.21). E na casa de Marta e Maria, trouxe a Palavra (Lc 10.38-42).

Em Mt 12.43-45, Jesus compara a nossa vida a uma casa. Bartimeu e Zaqueu permitiram que Jesus entrasse na vida deles. E você jovem, já convidou a Jesus para entrar em seu coração, para entar na sua vida? Apocalipse 3.20 declara que Ele (Jesus), está à porta e batendo. Ele está falando com você agora, através desse simples texto, postado aqui nesse Blog. Se você der ouvidos e abrir a porta, Ele entrará em sua casa, trazendo salvação, cura, vida abundante e a Sua Palavra, para cear contigo.

E aí, jovem, em seu coração, em sua vida, há um lugar para Cristo?

Pense nisso!

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

"LEMBRA-TE DO TEU CRIADOR..."

"Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais dirás: Não tenho neles prazer" (Ec 12.1)

Hoje, eu vou pegar uma "carona" da palavra que a Karol ministrou ontém, no nosso 1º Encontro Jovem do ano de 2010, realizado na casa do Leandro.

O sábio rei Salomão, em sua velhice, escreve o livro de Eclesiastes, que também é conhecido como o "livro do pregador". O tema do livro é "Que vantagem tem o homem de todo o seu trabalho, que ele faz debaixo do sol?" (Ec 1.3). Em outras palavras, pode a verdadeira sabedoria ser encontrada por um ser humano à parte de Deus?

Salomão é conhecido como o rei mais sábio e rico que já existiu. Mas, toda a sabedoria e riqueza que ele recebeu, veio das mãos de Deus. Mesmo assim, o rei mais sábio e mais rico, acabou se afastando de Deus.

O livro de Eclesiastes está impregnado de um tom pessimista, efeito do estado espiritual de Salomão na época.

Embora não seja mencionado em 1 Reis, Salomão provalvelmente recobrou a consciência antes de morrer, arrependeu-se e voltou-se para Deus.

Infelizmente, nem todo mundo tem a mesma oportunidade que Salomão teve, de antes da morte chegar, lembrar-se do seu Criador. Muitos acabam deixando mesmo para fazê-lo na "última hora", quando já estão doentes, num leito de morte.

Muitos só lembram de Deus, quando não se tem mais o vigor da juventude. Na velhice, lamentam-se por não terem aproveitado bem a juventude.

Jovem, como você tem gastado a sua juventude? Você tem se lembrado do seu Criador? Tem se lembrado dAquele que nunca esquece de você? Tem gastado a sua juventude, para fazer a diferença?

Lembre-se: "De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem" (Ec 12.13).

Parabéns Karol!

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

AS VEREDAS ANTIGAS

"Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para a vossa alma; mas eles dizem: Não andaremos" (Jr 6.16)

O profeta Jeremias dirige a Judá uma palavra de exortação e arrependimento. O povo desviou-se do caminho de Deus para a idolatria e a iniquidade, e Ele agora chama de volta às veredas antigas do Seu concerto e da Sua Lei.

Vereda significa senda, caminho estreito, rumo ou direção.

Deus estabeleceu a Sua Lei (Êx 20.1-17), em virtude do concerto que Ele fez com Abraão, Isaque e Jacó (Gn 26.3-5), e com o Seu povo (Êx 19.1-8; Dt 29.1).

Nos diversos concertos que Deus fez com o ser humano através das Escrituras, há dois princípios atuantes:
1) Era simente Deus quem estabelecia as promessas e condições do Seu concerto, e
2) Cabia ao ser humano aceitar por fé obediente essas promessas e condições.

Somente pela perseverança na obediência aos mandamentos do Senhor, e no oferecimento dos sacrifícios determinados por Deus no concerto, é que Israel continuaria como a possessão preciosa de Deus e igualmente continuaria a receber as Suas bênçãos.

Josué, no final da sua vida, conclamou todo o povo para uma última reunião com Israel, a fim de levá-lo a uma renovação do concerto (Js 24.14-25), voltando às veredas antigas. Porém, a história de Israel durante os tempos dos quatorze juízes foi marcada por uma série de quedas do povo de Deus no mesmo erro - a idolatria, seguidas por por invasões da Terra Prometida e servidão aos seus inimigos (Jz 2.11; 3.7,12; 4.1; 6.1; 10.6; 13.1). E assim continuou, até os dias de Jeremias.

Jovem, só existem dois caminhos (Mt 7.13,14). Um, conduz à perdição; outro, à vida abundante e eterna. Não despreze a Lei do Senhor, que é a Sua Palavra. Faça como o salmista (Sl 119.105). Ela o ajudará a trilhar pelo caminho bom. Não despreze o concerto do Senhor, através do sangue de Jesus. Ele te purifica de todo pecado (1 Jo 1.7). Examine-se para ver se você está caminhando pelo bom caminho. Ande por ele! Sempre em conformidade com a Palavra de Deus, lembrando-se sempre do Seu concerto.

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

AS ÚLTIMAS INSTRUÇÕES DE JESUS (Jo 16.33)

Somente no Evangelho de João, é que encontramos o registro da revelação particular e das últimas instruções de Jesus aos seus discípulos (capítulos 13 a 17).

Ele finaliza esse grande discurso, revelando-nos o Seu propósito.

"Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz..."
O homem, em sua incansável busca pela paz, engana-se ao pensar que poderá obtê-la através de sua própria satisfação pessoal. Mas é somente através de Jesus que podemos desfrutar dessa paz. Ele é o Príncipe da Paz (Is 9.6). Ele conserva em paz todo aquele que confia nEle (Is 26.3). Ele nos dá a Sua paz (Jo 14.27).

"... no mundo tereis aflições..."
Enquanto Ele se encarrega de nos dar a Sua paz, o mundo se encarrega de nos afligir. Enquanto nós vivermos nesse mundo, teremos aflições. Mas, por que o mundo nos aflige? O mundo nos aflige, porque não somos dele, pois Cristo nos escolheu do mundo (Jo 15.18,19; 17.16). Porque recemos a Palavra de Deus (Jo 17.14).

"... mas tende bom ânimo..."
Enquanto Ele se encarrega de nos dar a Sua paz, e o mundo se encarrega de nos afligir, nós é que decidimos ter, ou não, "bom ânimo". Assim como Deus falou e animou a Josué, Ele também fala e anima a mim, e a você, jovem: "Esforça-te e tem bom ânimo..." (Js 1.6).

"... Eu venci o mundo."Ele nos instrui e nos fala, por experiência própria. Se decidirmos ter bom ânimo, como Ele venceu, nós também venceremos. Por intermédio dEle, nós somos mais que vencedores (Rm 8.37).

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

"BENDIZE, Ó MINHA ALMA, AO SENHOR!"

"Bendize, ó minha alma, ao Senhor; tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios" (Sl 103.1,2)

Neste salmo, de louvor e adoração, Davi exorta a sua própria alma a bendizer ao Senhor, reconhecendo a bondade e o cuidado de Deus para com o homem. Ele exorta a tudo o que há nele, a bendizer o santo nome do Senhor (Dt 6.5; Sl 138.1; 146.1).

Bendizer ao Senhor, é dizer bem, isto é, falar coisas boas a Seu respeito. É louvar, é elogiar, é exaltar, é glorificar a Deus.

Este salmo expressa ação de graças e louvor ao Senhor pelos privilégios e bênçãos que Ele outorga ao Seu povo. Jovem, nunca devemos esquecer da bondade de Deus para conosco (Dt 8.11-14; Lc 17.17,18), nem deixar de lhe ser gratos por Suas bênçãos derramadas sobre os Seus mediante o Espírito Santo (At 2.38,39). Por isso, ele também exorta a sua alma a não se esquecer de nenhum dos Seus benefícios. Um desses benefícios é o perdão (Sl 103.3,12).

Adão, ao cair no pecado, arrastou a raça humana universalmente à experiência do pecado, da enfermidade e da morte. Contrastando isto, o salmista enumera as bênçãos de Deus para o Seu povo: o perdão dos pecados, a cura das enfermidades e as dádivas de salvação e da vida eterna. O perdão é a primeira e a mais importante dádiva que podemos receber de Deus. Pelo perdão, somos restaurados a Deus e redimidos da destruição. Consequentemente, a cura das enfermidades (decorrentes do pecado e de Satanás) também faz parte da salvação que Deus põe a disposição do Seu povo.

E você, jovem, tem exortado a sua alma a bendizer ao Senhor? Hoje, neste dia, você já louvou, elogiou, exaltou e glorificou a Deus? Já agradeceu a Ele pelo perdão, pela cura, pela vida e pela salvação que Ele tem oferecido a você?

Pense nisso, e faça isso!

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

"QUE DAREI EU AO SENHOR?" (Sl 116.12)

"Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito?" (Sl 116.12)

Este salmo expressa gratidão ao Senhor pela salvação. No coração de todos os que receberam a salvação da parte do Senhor, deve fluir essa gratidão. Devemos expressá-la, assim como o salmista, por amor (Sl 116.1), lealdade (Sl 116.2), vida santa (Sl 116.9), ação de graças e a firme determinação de obedecer ao Senhor (Sl 116.14).

O salmista pergunta a si mesmo: "Que darei eu ao Senhor?" Imediatamente, ele mesmo responde: "Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor. Pagarei os meus votos ao Senhor, agora, na presença de todo o seu povo" (Sl 116.13,14).

Depois de o próprio Deus haver pago um alto preço pela nossa salvação, não nos resta mais nada a fazermos, senão aceitarmos e tomarmos posse dessa dádiva.

Jovem, precisamos sempre ser gratos a Deus, em obediência, pelo maior bem que Ele nos fez - a salvação. Por isso, comamos e bebamos, anunciando a Sua morte, até que Ele venha (1 Co 11.26).

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

domingo, 31 de janeiro de 2010

ESCASSEZ OU ABUNDÂNCIA? (Dt 28.1-6,15-19)

Hoje, infelizmente, não vou poder pegar uma "carona" na palavra da Rafaela, pois cheguei tarde na oração, e não a ouvi desde o início. Mas, quero desde já, nas primeiras linhas dessa postagem, dar um duplo parabéns à ela. Primeiramente, pelo seu aniversário. Dela, e da Isabela (Belinha) também (as "Super-Gêmeas"). Em segundo, por ter pregado nessa manhã. Parabéns! Parabéns!

Agora, vamos falar sobre Escassez e Abundância. Vocês sabem o significado dessas duas palavras?

Escassez - Escasso, de que há pouco.

Abundância - Grande quantidade; fartura.

Com toda sua devoção, Moisés relembrou e renovou o concerto de Deus com Israel. Em um de seus discursos, profetizou bênçãos e maldições que teriam os israelitas, conforme a sua obediência ou desobediência ao Senhor, segundo o concerto. Vocês lembram sobre o que eu escrevi no domingo passado?

Pois bem, a Escassez é o resultado do pecado e da desobediência (Dt 28.48). A Abundância é o resultado da obediência (Pv 3.1,2).

Vejamos algumas promessas de Abundância aos obedientes (Lv 26.5; Dt 30.9; Sl 132.15; Pv 3.10; Is 30.23; Ez 36.30; Am 9.13; Zc 8.12).

Um dos propósitos da vinda do Messias, foi nos proporcionar uma vida abundante (Jo 10.10).

A Sua Palavra, também , nos proporciona um caminho abundante (Js 1.8).

A Sua presença, também nos proporciona gozo abundante (Sl 16.11; 36.8).

Ao crermos nEle (Jesus), também iremos fazer obras abundantes (Jo 14.12).

A graça de Deus, também, é abundante (Rm 5.20; 2 Co 9.8).

Com Ele (Jesus), a nossa vitória, também, é abundante (Rm 8.37).

O Seu poder, também, é abundante (Ef 3.20).

As Suas provisões, também, são abundantes (Fp 4.19).

E por último, Ele (Jesus) nos proporcionará uma entrada abundante, no Seu Reino eterno (2 Pe 1.11).

Jovem, a felicidade de termos o Senhor como nosso pastor, é vivermos uma vida mais que abundante (Sl 23).

Creia, viva e experimente isso na sua vida!

Que Deus nos abençoe!

Ah! Antes que eu me esqueça, quero parabenizar a todos os Adolescentes que pregaram nas orações da E.B.D. no mês de janeiro. Isabela (Belinha), Carlos Eduardo (Kadu), Felipe, Lirdes e Rafaela, vocês estão de parabéns! Eu me orgulho de ser professor de vocês. Beijos & Abraços!

Pr. Gabriel N. da Silva

sábado, 30 de janeiro de 2010

UM ENCONTRO COM JESUS

Dos quatro evangelhos, somente o de João que relata estes dois encontros de Jesus, com duas pessoas tão diferentes: Nicodemos (Jo 3.1-3) e a mulher samaritana (Jo 4.5-7). Ambos tiveram um encontro com Jesus.

Notemos alguns contrastes interessantes entre eles:

Nicodemos, um homem judeu, mestre em Israel, encontrou-se com Jesus a noite.

A mulher samaritana, era uma simples mulher de Samaria, adúltera, que encontrou-se com Jesus ao meio-dia.

Nicodemos era um discípulo secreto, e não trouxe ninguém a Cristo.

A mulher samaritana confessou imediatamente a Jesus, e trouxe uma cidade inteira a Ele.

Ambos tinham algo em comum: Uma necessidade - O Espírito Santo
(Jo 3.5; 4.14). Nicodemos precisava nascer da água e do Espírito de Deus, e a mulher samaritana precisava beber da água que jorra para a vida eterna.

Nascer da água, se refere à obra purificadora do Espírito Santo no novo nascimento. Em Tt 3.5, Paulo fala da "lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo".

Água a jorrar para a vida eterna, é a água dada por Cristo. Significa a vida espiritual (Is 12.3). Para usufruir dessa água viva é necessário que a pessoa a "beba" (Jo 7.37). Esse "beber" não é um ato único e momentâneo, mas sim um beber progressivo ou repetitivo. Para beber da água da vida, necessário é estar junto à fonte da água da vida que é o próprio Cristo. Ninguém pode continuar bebendo dessa água, estando distanciado da fonte. Tal pessoa torna-se o que Pedro descreve como "fontes sem água" (2 Pe 2.17).

Nicodemos, como os demais doutores da lei, escribas e fariseus, falavam a respeito do que não sabiam, e testificavam do que não viam (Jo 3.10-12; 1 Co 2.14,15).

A mulher de Samaria e os samaritanos adoravam o que não conheciam (Jo 4.22).

Ambos precisavam ser regenerados, nascerem de novo. A regeneração é a nova criação e transformação da pessoa, efetuadas por Deus e o Espírito Santo.

Nicodemos precisava se libertar da religiosidade, enquanto que a mulher samaritana precisava se libertar do adultério.

Jovem, Jesus é o presente de Deus (Jo 3.16). A vida eterna, é o dom gratuito de Deus (Rm 6.23). A fonte da água da vida, também é dada gratuitamente por Jesus, a todo aquele que tiver sede (Ap 21.6). Creia nisso!

"O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve diga: Vem! Aquele que tem sede venha; e quem quiser receba de graça a água da vida" (Ap 22.17)


Pr. Gabriel N. da Silva

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

SALVAÇÃO - O PLANO DE DEUS PARA O HOMEM (Lc 19.10)

Jesus em seus últimos meses de vida, poucos dias antes da sua crucificação, ainda continuava a buscar e salvar os perdidos; pois foi este o propósito da sua vinda (Lc 15.3-7; Ez 34.16a).

Nessa busca, Jesus se depara com dois homens diferentes, mas que viviam na mesma condição. Ambos estavam perdidos.

O Cego de Jericó (Lc 18.35-43)
Bartimeu, filho de Timeu, era cego e estava a beira do caminho mendigando (Mc 10.46), por isso era desprezado pela sociedade. Não via, mas queria ser visto, por isso, sem se cansar clamava: "Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!" (Mc 10.47,48). Além da multidão, o maior obstáculo de Bartimeu era a sua deficiência visual. Mas, naquele dia, ele teve um encontro com o Senhor da cura, que o salvou.

Zaqueu, o Cobrador de Impostos (Lc 19.1-10)
Zaqueu era um publicano. Os publicanos eram coletores de impostos, judeus a serviço do império romano. Por servirem aos seus próprios opressores e pelo fato de serem desonestos, eles eram odiados pelo povo. Além da multidão, o maior obstáculo de Zaqueu era a sua pequena estatura. Ele via, mas não fazia questão de ser visto. Para ver Jesus, que havia de passar por ali, ele subiu numa figueira brava (Lc 19.3,4). Mas quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: "Zaqueu, desce depressa, porque, hoje, me convém pousar em tua casa" (Lc 19.5). Naquele dia, ele teve um encontro com o Salvador de Israel, que trouxe salvação à sua casa.

Jovem, o cuidado que Jesus teve, tanto por Bartimeu, quanto por Zaqueu, nos impulsiona a levar o evangelho aos repelidos pela sociedade, pois todos os seres humanos estão perdidos e necessitam de Cristo. Deus não faz acepção de pessoas (Dt 10.17; At 10.34; Rm 2.11; Gl 2.6; Ef 6.9; Cl 3.25). E nós também não devemos fazer, pois é pecado (Tg 2.9).

Depois que ambos se encontraram com Cristo, foram transformados (Mc 10.52; Lc 19.8). A confissão genuína do pecado e a verdadeira fé salvadora em Cristo resultam na transformação da conduta externa da pessoa. Ninguém pode chegar a conhecer a Cristo, aceitar a Sua salvação e, ao mesmo tempo, continuar no pecado, ser desonesto e duro de coração para com o próximo.

Bartimeu lançou de si a capa, levantou-se de um salto e foi ter com Jesus. Imediatamente ele tornou a ver, e seguiu a Jesus.

Zaqueu manifestou a genuinidade da sua conversão com sua oferta de restituir tudo o que tinha adquirido por meios desonestos.

Jovem, a salvação é possível a todos os homens (Lc 3.6; Jo 3.14-17; At 2.21; Rm 5.18; 10.13; 1 Tm 2.4; Tt 2.11,12; 2 Pe 3.9). Creia nisso, e busque pelos perdidos!

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O AMOR - A DRACMA PERDIDA (by Pb. Sandro L. Bitencourt)

As parábolas da "Ovelha Perdida" e da "Dracma Perdida", também nos revelam que Deus é aquele que, no Seu amor, busca a pessoa perdida para salvá-la. Mas nós iremos falar hoje sobre a nossa busca pelo dom perdido.

Em 1 Co 12.1-11, o apóstolo Paulo apresenta uma diversidade de dons que o Espírito Santo concede aos crentes. São eles: dom da palavra da sabedoria, dom da palavra do conhecimento, dom da fé, dons de curas, dom de operação de milagres, dom de profecia, dom de discernimento de espíritos, dom de variedade de línguas e dom de interpretação de línguas.

O apóstolo encerra este capítulo nos orientando para que procuremos, com zelo, os melhores dons, e nos indica um caminho ainda mais excelente (1 Co 12.31).

O capítulo 13 é uma continuação do ensino de Paulo sobre os dons espirituais. Ele enfatiza, aqui, que ter dons espirituais sem amor (caridade - o amor posto em prática), de nada adianta (vv.1-3). O "caminho mais excelente" é o exercício dos dons espirituais com amor (vv.4-8). O amor, sendo o único contexto em que os dons espirituais podem cumprir o propósito de Deus, deve ser o princípio predominante em todas as manifestações espirituais. Daí, Paulo exorta aos coríntios: "Segui a caridade e procurai com zelo os dons espirituais" (1 Co 14.1). Jovem, nós devemos, com muito zelo, buscar as coisas do Espírito, para que, assim equipados, possamos ajudar, consolar e abençoar o nosso próximo.

A mulher da parábola, tinha dez dracmas (os nove dons espirituais e o amor). Se ela perder uma dracma, acende a candeia, e varre a casa, buscando até encontrá-la. E achando-a, chama as amigas e vizinhas, para juntas se alegrarem, por haver achado a dracma perdida.

Escrevendo ao anjo da igreja que estava em Éfeso, o apóstolo João ressalta a perda do primeiro amor (Ap 2.4). Isto se refere ao primeiro e profundo amor e dedicação que os efésios tinham por Cristo e Sua Palavra. Esta advertência nos ensina que conhecer a doutrina (ensinamentos) correta, obedecer alguns mandamentos e vir aos cultos na igreja não bastam. A igreja deve ter, acima de tudo, amor sincero a Jesus Cristo e Sua Palavra como um todo. O amor sincero a Cristo resulta em devoção sincera a Ele, em pureza de vida e em amor à verdade.

Jovem, olhemos para traz e vejamos! O que nós temos perdido em meio ao caminho? Qual foi a dracma que nós perdemos? Será que foi a dracma do amor? Perdemos o primeiro amor, nos esquecemos das primeiras obras? É tempo de nós nos arrependermos e voltarmos ao primeiro amor.

Pense nisso!

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

(Este texto foi baseado numa das pregações do Pb. Sandro L. Bitencourt, Líder da Juventude da Igreja Batista Missionária Betel, em Duque de Caxias - RJ)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

AS INSTRUÇÕES DE JESUS AOS SEUS DISCÍPULOS (Mt 10.1,5-8)

Jesus chama os seus doze discípulos, dando-lhes poder para irem ao encontro das ovelhas perdidas da casa de Israel, anunciando que "É chegado o Reino dos céus".

A pregação do reino de Deus tem que estar acompanhada da manifestação do poder de Deus contra as forças do pecado, da enfermidade e de Satanás. O propósito de Cristo é que o reino de Deus e o seu poder estejam "próximos" (presentes), para levarem a salvação, a graça e a cura. Devemos buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça (Mt 6.33), e orar "Venha o teu Reino. Seja feita a tua vontade" (Mt 6.10).

Qual é a vontade de Deus? Que todos os homens se salvem (1 Tm 2.3-6). Para isso, Deus enviou o seu único filho ao mundo (Jo 3.17).

O versículo-chave do evangelho de Lucas afirma que "o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido" (Lc 19.10). As três parábolas de Lucas 15 revelam que Deus é aquele que, no Seu amor, busca a pessoa perdida para salvá-la. Nelas aprendemos:

1. É da máxima importância para o coração de Deus a nossa busca pelos perdidos (vv. 4,8,20,24);

2. Tanto Deus quanto o céu se regozijam, mesmo quando um só pecador se arrepende (vv. 7,10);

3. Nenhum trabalho ou sofrimento nosso é demais na busca pelos perdidos, para levá-los a Cristo (vv. 4,8).

Jovem, tudo o que Deus fez foi por amor (Jo 3.16). E que este mesmo amor venha nos impulsionar a cumprir todas as suas instruções, na busca pelas ovelhas perdidas da casa de Israel.

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

"ALEGRAI-VOS SEMPRE NO SENHOR!" (Fp 4.4a)

Trecho da carta do apóstolo Paulo aos filipenses. A igreja de Filipos foi fundada pelo apóstolo e sua equipe de cooperadores (Silas, Timóteo e Lucas), na Segunda Viagem Missionária, em obediência a uma visão que Deus lhe dera em Trôade, na qual um homem lhe rogava: "Passa à Macedônia, e ajuda-nos" (At 16.9).

Em Filipos, Paulo pregou o evangelho nas margens de um rio, foi posto na prisão, e estabeleceu sua primeira e mais amada igreja no continente europeu.

Quando o apóstolo escreveu esta carta, ele estava preso. Mesmo assim, a carta ressalta a vitória e o gozo. A palavra alegria, gozo ou regozijo é mencionada aproximadamente 15 vezes.

Nesta carta, Paulo nos ensina a ter alegria em meio a todas as circunstâncias da vida (Fp 4.11-13).

Neemias nos ensina, que a alegria do Senhor é a nossa força (Ne 8.10b). Quando nós alegramos o Senhor, Ele nos retribui com força.

O salmista e rei Davi, nos ensina a celebrar e servir ao Senhor com alegria (Sl 100.1,2).

O sábio rei Salomão, nos ensina que o coração alegre aformoseia o rosto (Pv 15.13), e também serve como bom remédio (Pv 17.22).

Tiago, irmão do Senhor, nos ensina que quem está alegre, canta louvores (Tg 5.13).

O apóstolo Paulo, também nos informa que Deus ama ao que dá com alegria (2 Co 9.7).

Depois de todos estes ensinamentos, surge uma pergunta: Aonde encontramos a verdadeira alegria? Resposta: Na presença do Senhor (Sl 16.11b).

Jovem, devemos seguir o exemplo do apóstolo Paulo, que em meio a todas as circunstâncias da vida, alegrava-se no Senhor. Ao agirmos assim, seremos revestidos de força, que nos ajudará a vencer as lutas desta vida.

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

Ah! E por falar em alegria, eu não posso esquecer de lembrá-los que as inscrições para o ACAMPAMENTO MISSIONÁRIO BETEL 2010, cujo tema desse ano é "Alegria", encerram no próximo domingo, dia 31/01/10. Faça já a sua inscrição, e garanta a sua vaga! Valor: R$ 170,00 (cento e setenta reais). Vejam algumas fotos do local, que é um Sítio em Tinguá, no Blog da Juventude Missionária Betel. O acampamento acontecerá nos dias 02 03 e 04 de abril de 2010 (semana santa).
Maiores informações: Pr. Gabriel N. da Silva

Ore, divulgue e participe!!!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

UM EXEMPLO DE GRATIDÃO

Mais uma vez, resolvi pegar uma "carona"; hoje, da palavra que o nosso "Paistor" (Pr. Carlos) nos trouxe ontém a noite. Vamos falar sobre uma jovem, que nos deixou um grande exemplo de gratidão.

Na cidade de Betânia, vivia uma jovem chamada Maria. Ela morava junto com os seus irmãos Marta e Lázaro. Os três eram amigos íntimos do Senhor Jesus.

Ela possuía algumas características. Entre elas, podemos destacar aqui a receptividade espiritual (Lc 10.39), o discernimento espiritual (Lc 10.42), a sua resignação e paciência diante dos sofrimentos (Jo 11.20).

Na Bíblia, encontramos o registro de três ocasiões em que ela esteve aos pés de Cristo:
1) Recebendo instrução (Lc 10.39);
2) Recebendo o consolo (Jo 11.32);
3) A fim de servi-Lo (Jo 12.3).


O seu gesto de gratidão foi pegar uma libra (327,5 gramas) de um nardo puro (um perfume muito caro), que estava dentro de um vaso de alabastro (espécie de mármore). Ela quebrou o vaso, e com o perfume, ungiu a cabeça e os pés de Jesus, e os enxugou com os seus cabelos (Mc 14.3). O valor estimado do perfume, era de mais de trezentos denários (representava o salário do trabalhador por um ano de trabalho naquela época, quase 1.200 gramas de prata).

O motivo? Tudo isso em gratidão, por Jesus haver ressuscitado o seu irmão Lázaro (Jo 11.17-44). Por causa desse gesto,ela foi imortalizada por Cristo (Mc 14.8,9).

Quais os significados desse gesto?

Quebrar o vaso - Quebrantamento. O salmista declara que os sacrifícios que mais agradam a Deus é o espírito quebrantado, e o coração compungido e contrito (Sl 51.16,17). Outras referências (Am 5.21; Mt 15.8).

Derramar o perfume - Esvaziar-se. O salmista também nos orienta a derramarmos o nosso coração diante de Deus (Sl 62.8), nos esvaziando de nós mesmos. Outras referências (1 Sm 1.15; Sl 42.4; Jo 3.30).

Enxugar com os cabelos - O cabelo simbolizava a glória, a honra da mulher (1 Co 11.15). Devemos dar toda nossa honra, e toda nossa glória a Deus.

Jovem, com esse gesto, Maria de Betânia agradeceu e adorou ao Senhor. Sigamos o seu exemplo!

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

domingo, 24 de janeiro de 2010

ALIANÇA

Hoje, quero pegar "carona" da palavra que a Lirdes trouxe pela manhã, e também falar sobre aliança. Aliança significa compromisso, pacto. Nós cantamos uma canção, que declara que o nosso Deus é um Deus de aliança, um Deus de promessas, o que não deixa de ser uma grande verdade. Desde o princípio, Deus estabelece alianças com o homem. Isso significa que Deus tem se comprometido com o homem. Mas, e o homem? Será que ele também tem se comprometido com Deus? Deus é fiel! Ele jamais falhou com o seu compromisso, Ele jamais quebrou uma aliança. Mas, e o homem?

Ao longo da história, vemos Deus fazendo alianças com o homem, firmando um compromisso de abençoá-lo, com algumas condições: fidelidade e obediência. Quando somos infiéis e desobedientes, quebramos a nossa aliança com Deus. Foi isso que aconteceu com Adão e Eva (Gn 3.1-6). Ambos foram infiéis e desobedientes, quebrando a aliança que eles tinham com Deus. Conseqüentemente, foram expulsos do paraíso (Gn 3.22-24).

Nós encontramos outro exemplo de aliança, na história de Noé. A Bíblia diz que Noé era um homem justo e bom, e que ele andava com Deus (Gn 6.9). Em outras palavras, Noé era um homem comprometido com Deus. Deus havia feito uma aliança com ele (Gn 6.18), e ele foi fiel e obediante a Deus. Tanto, que Deus lhe ordenou que construisse uma arca, uma grande embarcação, num local aonde não havia mares e nem oceanos por perto. Deus lhe anunciou o dilúvio, numa época que nem chuva caía ainda sobre a face da terra. Mesmo assim, Noé não questionou a Deus, simplismente obedeceu. Conseqüentemente, Noé e sua família foram guardados e protegidos por Deus.

É sempre assim. Quando somos fiéis e obedientes a Deus, Ele mantém o seu compromisso de nos abençoar. Mas, quando somos desobedientes e infiéis, quebramos a nossa aliança com Ele, e isso faz com que Ele não tenha mais nenhum tipo de obrigação para conosco. Deus só tem compromisso com aqueles que são comprometidos com Ele.

E você, jovem, tem tido compromisso com Deus? Tem sido fiel e obediente a Ele? Pense nisso!

Parabéns Lirdes!

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva



VÍDEO EXTRA
Jovem, Deus só tem o compromisso de cumprir as suas promessas na vida daqueles que ouvem e obedecem a Sua voz, como diz a letra dessa música.

sábado, 23 de janeiro de 2010

USE O SEU TALENTO!

"... e a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade..." (Mt 25.15)

A Parábola dos Talentos nos adverte que nosso lugar e nosso serviço no céu dependerão da fidelidade da nossa vida e serviço aqui. O talento na parábola representa nossas aptidões, tempo, recursos e oportunidades para servir ao Senhor, enquanto estamos aqui na terra.

Jovem, sua voz é talento, com poder de falar e cantar. Seu cérebro é talento, com poder de pensar e planejar. Suas mãos são talentos, com a possibilidade de escrever, de tocar algum instrumento musical, de fazer o bem aos necessitados.

Pare um momento, agora mesmo, e conte seus talentos. Você provavelmente irá descobrir que possui mais de cinco, talvez dez. E Deus quer que você os use todos para Sua glória.

Caso você tenha apenas um talento, não o enterre. Faça o melhor que você puder com ele. Use-o, e veja como ele aumentará!

O mais importante não é o número de talentos que temos, mas sim como estamos utilizando eles. Pense nisso!

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

A NOSSA MISSÃO

Ontém nós falamos sobre a unção. Hoje nós vamos falar sobre a nossa missão. Segundo o Minidicionário Aurélio, missão é a função ou poder que se confere a alguém para fazer algo.

Em Isaías 61.1-3, encontramos a descrição do Messias e da sua unção relacionada à sua missão ou ministério. Cerca de 700 anos depois, o próprio Jesus, ao ler o livro do profeta Isaías, declara: "Hoje, se cumpriu esta escritura em vossos ouvidos" (Lc 4.21).

Em seguida, Jesus outorgou o mesmo poder aos seus doze discípulos (Lc 9.1,2). A instrução dada aos doze, conforme o trecho paralelo em Mateus, foi "ir às ovelhas perdidas da casa de Israel" (Mt 10.6).

Depois da sua ressurreição, no entanto, Jesus ampliou o alcance, para abranger todas as nações, numa comissão que deve continuar "até a consumação dos séculos"; até o fim do mundo (Mt 28.18-20; Mc 16.15-20). Foi o próprio Cristo que instituiu a obra missionária cristã como uma tarefa obrigatória da igreja (Lc 24.47).

Eu e você, jovem, somos a igreja! E como igreja que somos, temos a função de ir, ensinar e batizar, pregando o evangelho a toda criatura. Recebemos o poder para "pregar boas-novas aos mansos, restaurar os contritos de coração, proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos; apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes". Essa é a nossa missão!

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A UNÇÃO (1 Jo 2.20,27)

Todo cristão recebeu uma unção da parte de Cristo, a saber : o Espírito Santo (2 Co 1.21,22). Através do Espírito Santo conhecemos a verdade. Todo filho de Deus recebe a "unção" (o Espírito Santo) para guiá-lo na verdade (Jo 14.26; 16.13).

Mas o que é unção? Unção fala de dedicação, fala de investir autoridade (Êx 30.22-33).

O azeite utilizado na luminária, como também na unção, eram encargos de Eleazar (Nm 4.16).

A Bíblia nos dá o exemplo de três tipos de unção:

1) Unção de objetos separados para uso sagrado: o altar (Êx 29.36), a tenda da congregação e a arca do testemunho (Êx 30.26), todos os utensílios (Êx 40.10), os vasos, a pia (Lv 8.11), o tabernáculo e todos os seus utensílios (Nm 7.1).

2) Unção de pessoas ao serem consagradas: Arão e seus filhos (Lv 8.30), Saul (1 Sm 10.1), Davi (1 Sm 16.13), Salomão (1 Rs 1.39), Jeú e Eliseu (1 Rs 19.16), Joás (2 Rs 11.12), Joacaz (2 Rs 23.30).

3) Unção de pessoas enfermas: Por Jesus e os seus discípulos (Mc 6.13), pelos presbíteros (pastores) da igreja (Tg 5.14).

Mas para que esta unção? Há um propósito, há uma intenção!

A unção que haveria sobre Jesus, profetizada por Isaías (Is 61.1,2) - Unção para pregar, para resataurar, para libertar, para apregoar e para consolar.

Jovem, hoje esta unção também está sobre você. Temos recebido esta capacitação do Espírito do Senhor, para realizarmos as obras que Ele fez e maiores ainda (Jo 14.12). Tome posse disso!
Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

"LOUVAI AO SENHOR!"

"Louvai ao SENHOR! Louvai ao SENHOR, porque ele é bom, porque a sua benignidade é para sempre" (Sl 106.1)

Este salmo, em algumas versões, nos exorta a louvarmos ao Senhor com ação de graças. Louvar é elogiar, é exaltar, é glorificar, é bendizer. Para isso, o salmista nos apresenta dois motivos:

1. "Porque ele é bom..."
A bondade é uma das principais características de Deus (Sl 25.8; 34.8; 100.5; 145.9; Lm 3.25). O próprio Jesus declarou isso (Mt 10.18). Ainda falando sobre a bondade do Senhor, existe uma promessa para todos aqueles que têm o Senhor como seu pastor (Sl 23.6). Eles serão perseguidos pela bondade do Senhor. Essa bondade também se manifesta em forma de misericórdia (Lm 3.22,23). Além de bondoso e misericordioso, o Senhor é fiel.

2. "... Porque a sua benignidade é para sempre"
Ser benigno, ou usar de benignidade, é fazer o bem. O salmista declara que um dos motivos do seu louvor, é porque o Senhor tem lhe feito muito bem (Sl 13.6). Ele também declara que o Senhor faz bem à alma dele (Sl 116.7). Jovem, o Senhor também tem feito bem a você? Que bem Ele lhe tem feito? O salmista também declara que a bondade, ou o bem do Senhor, é eterno, dura para sempre (Sl 107.1).

Sendo assim, jovem, não adore e nem louve ao Senhor somente por aquilo que Ele faz, mas principalmente pelo que Ele é.

"Porque Ele é bom, porque a sua benignidade é para sempre!!!"

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

PERSEVERE EM ORAÇÃO!

A oração é um dever de todo cristão. Ela é o nosso meio de comunicação com Deus. E uma das condições para que a nossa oração seja aceitável, é que ela seja feita com perseverança.

Perseverar, é conservar-se firme e constante, continuar, perdurar, permanecer sem mudar de intenção.

Na parábola do juiz iníquo, Jesus nos ensina sobre "o dever de orar sempre e nunca desfalecer" (Lc 18.1).

Jovem, nós devemos perseverar em oração em todo tempo, até a volta de Jesus (Lc 18.7,8; Rm 12.12; Ef 6.18; Cl 4.2; 1 Ts 5.17).

Nesta vida, temos um adversário (Lc 18.3), que é Satanás (1 Pe 5.8). A oração pode nos proteger do maligno (Mt 6.13).

Através da oração, nós, os filhos de Deus, devemos clamar contra o pecado e por justiça (Lc 18.7). A oração perseverante é considerada como fé (Lc 18.8).

Nos últimos dias, antes da volta de Cristo, haverá um aumento de oposição diabólica às orações dos fiéis (1 Tm 4.1). Por causa de Satanás e dos prazeres do mundo, muitos deixarão de ter uma vida de perseverante oração (Mt 13.22). Isso tem acontecido com você, jovem?

A instrução de Jesus: "Pedi... buscai... batei...", também nos ensina sobre a perseverança na oração (Mt 7.7,8). Devemos continuar a pedir, a buscar e a bater.

Pedir, fala da consciente necessidade e da confiança que Deus ouve a nossa oração.

Buscar, fala de fervente petição, associada a submissão à vontade de Deus.

Bater, fala de buscar a Deus quando Ele não responde imediatamente.

Deus pode nos responder de três formas: sim, não e espera (persevera).

Os santos do Antigo Testamento também reconheciam esse princípio. Enquanto Moisés perseverava em oração, com suas mãos erguidas a Deus, os israelitas venciam a batalha contra os amalequitas (Êx 17.11).

Jovem, devemos aprender com a viúva persistente, que não se deixou vencer pelo cansaço da espera, mas venceu o juiz iníquo pelo cansaço.

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O PERCURSO PARA "O OUTRO LADO"

Após a primeira multiplicação dos pães (Mt 14.19-21), Jesus ordenou aos discípulos que fossem adiante, enquanto Ele despedia a multidão. Jesus sempre ficava com a parte mais difícil. Ele multiplicou os pães, alimentou a multidão e se encarregou de despedi-la.

Orientação e ordenança divina (Mt 14.22) - Jesus mandou os discípulos entrarem no barco e irem adiante. Ele também nos manda entar no "barco" (igreja), e irmos adiante para "o outro lado" (céu). Jovem, o céu deve ser o nosso destino. Caminhemos em direção a ele!

Oração (Mt 14.23) - Depois de despedir a multidão, Jesus ainda se retirou para orar. Ele intercede por nós (Jo 17.6-26). Ele mesmo nos ensinou como devemos orar (Mt 6.6). Nós também, devemos orar uns pelos outros (Tg 5.16).

O vento contrário (Mt 14.24) - No meio do trajeto, a embarcação dos discípulos foi atingida pelas grandes ondas, pois o vento era contrário. Nós também, no decorrer da nossa caminhada em direção ao céu, enfrantamos vento contrário, pois os padrões do mundo são contrários aos padrões divinos. É como se eu e você estivéssemos remando contra a maré. É difícil, mas não é impossível.

As causas do naufrágio (Mt 14.25-31) - Na quarta vigília da noite, Jesus se dirige aos discípulos, andando sobre as águas. Quando eles O viram, assustaram-se, pois acharam que Jesus era um fantasma. Vendo o medo e o pavor dos discípulos, Jesus lhes declara: "Tende bom ânimo, sou eu, não temais" (Mt 14.27). É o que Ele sempre diz a mim e a você. Pedro lhe responde: "Senhor, se és tu, manda que eu vá ao teu encontro sobre as águas" (Mt 14.28). Jesus lhe diz: "Vem!", e Pedro foi, mas no meio do caminho, ao olhar para o vento que levantava as ondas, teve medo e começou a afundar. Jesus quer nos conceder novas experiências, como andar por sobre as águas, mas o medo e a dúvida nos atrapalham. Não devemos olhar para o vento, nem para as ondas, mas devemos estar com os nossos olhos direcionados, focados nEle, Jesus (2 Cr 20.12).

Tormenta acalmada (Mt 14.30-32) - Quando Jesus entrou com Pedro no barco, imediatamente o vento cessou. Jovem, quando Jesus chega, o vento cessa. Aleluia!

Jesus nos ajuda chegar "do outro lado" (Mt 14.34). Com fé e obediência, a gente chega lá na glória!

Que Deus nos abençoe!

Pr. Gabriel N. da Silva