Hoje, vou pegar uma "carona" na Palavra que foi ministrada de manhã pela Andreia. Ela leu Mt 28.18-20, e falou sobre a Grande Comissão de Cristo a todos os seus seguidores, em todas as gerações. "Ide... ensinai... batizando-as...", estas três palavras constituem essa Grande Comissão.
O texto descreve a aparição de Jesus aos seus discípulos na Galiléia. Depois de haver ressuscitado dentre os mortos, Jesus ainda permaneceu na terra por quarenta dias, aparecendo e falando com os seus discípulos e muitos outros seguidores. Nesta ocasião, Jesus lhes declara que havia recebido todo o poder no céu e na terra (Mt 28.18), mas esse poder não era somente para Ele. Nós, assim como os discípulos de Jesus, também temos esta promessa de poder e autoridade divinos para proclamar o evangelho por todo o mundo (Mt 28.19,20). Mas, antes disso, precisamos nos preparar. Como?! Através da oração e da Palavra de Deus.
Primeiro nós fomos chamados (Mt 4.19), para depois sermos enviados (Mc 16.15). Mas, entre o nosso chamado e o cumprimento do ide, ainda existe a capacitação. Existe uma frase muito conhecida, e dita entre os cristãos, que fala sobre isso: "Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os Seus escolhidos". A verdade é que nenhum de nós, no momento em que fomos chamados ou escolhidos, estávamos capacitados ou preparados para tão Grande Comissão. Todos nós tivemos que ser discipulados e ensinados, para depois irmos.
Depois de termos recebido a capacitação e o preparo, temos condições de ir e ensinar. Nós só podemos ensinar aquilo que sabemos. Quem um dia aprendeu e foi ensinado, tem condições de discipular e ensinar a outros que ainda estarão aprendendo. É discipulo fazendo discípulo, e ovelha gerando ovelha.
E por último, vem o batismo, que nada mais é que uma confirmação da fé em Jesus e do novo nascimento (Jo 3.3-7). Agora, que já conseguimos fazer discípulos e gerar ovelhas, temos a responsabilidade de conduzi-los até o batismo; pois de uma certa forma, direta ou indiretamente, tivemos uma participação no novo nascimento dessas pessoas.
Jovem, nisto se resume a Grande Comissão de Cristo: ir, ensinar e batizar. O que você tem feito? Creio que você já foi e tem sido chamado. Mas, e quanto a capacitação e o preparo, você tem buscado? Você tem feito discípulos, tem gerado outras ovelhas?
Pense nisso!
Parabéns Andreia!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Bem vindo ao Blog da Juventude da Igreja Evangélica Ministério Águas que Saram, na Estrada do Rio Grande, 2.515 - Taquara - Rio de Janeiro - RJ
domingo, 7 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
O QUE SOMOS, O QUE TEMOS E O QUE VENCEMOS? (1 Jo 2.14b)
Cinco livros do Novo Testamento levam o nome de João: um Evangelho, três epístolas (cartas) e o Apocalipse. Na primeira epístola, João escreveu uma mensagem aos jovens que contém a resposta para essas três perguntas.
1. O que somos?
Resposta: Somos fortes!
A força é uma das características da juventude (Pv 20.29). Porém, até mesmo nós, jovens, nos cansamos (Is 40.30), mas os que esperam no Senhor, antes mesmo de se cansarem, terão as suas forças renovadas (Is 40.31).
2. O que temos?
Resposta: Temos a Palavra de Deus!
Nós, jovens, por termos a mente fresca, conseguimos compreender, entender e reter a Palavra de Deus com mais facilidade. Para isso, devemos seguir o conselho que Moisés deu a Josué (Js 1.8). E para evitarmos o pecado, sigamos, também, o exemplo do salmista (Sl 119.11).
3. O que vencemos?
Resposta: Vencemos o maligno!
Já sabemos que a nossa luta não é carnal, mas sim espiritual (Ef 6.12). O mundo está no maligno (1 Jo 5.19). Satanás é o deus deste mundo. Ele é o maligno, e o seu poder controla o presente século mau. Mas Jesus venceu o mundo (Jo 16.33), e com Ele, nós também somos mais que vencedores (Rm 8.37), aleluia! Todos aqueles que já passaram pelo novo nascimento, e possuem uma fé genuína, conseguem vencer o mundo (1 Jo 5.4). A tática não é enfrentar o diabo, mas resisti-lo, sendo submisso a Deus (Tg 4.7).
Jovem, nunca se esqueça disso: nós somos fortes, temos a Palavra de Deus e em Jesus já vencemos o maligno.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
1. O que somos?
Resposta: Somos fortes!
A força é uma das características da juventude (Pv 20.29). Porém, até mesmo nós, jovens, nos cansamos (Is 40.30), mas os que esperam no Senhor, antes mesmo de se cansarem, terão as suas forças renovadas (Is 40.31).
2. O que temos?
Resposta: Temos a Palavra de Deus!
Nós, jovens, por termos a mente fresca, conseguimos compreender, entender e reter a Palavra de Deus com mais facilidade. Para isso, devemos seguir o conselho que Moisés deu a Josué (Js 1.8). E para evitarmos o pecado, sigamos, também, o exemplo do salmista (Sl 119.11).
3. O que vencemos?
Resposta: Vencemos o maligno!
Já sabemos que a nossa luta não é carnal, mas sim espiritual (Ef 6.12). O mundo está no maligno (1 Jo 5.19). Satanás é o deus deste mundo. Ele é o maligno, e o seu poder controla o presente século mau. Mas Jesus venceu o mundo (Jo 16.33), e com Ele, nós também somos mais que vencedores (Rm 8.37), aleluia! Todos aqueles que já passaram pelo novo nascimento, e possuem uma fé genuína, conseguem vencer o mundo (1 Jo 5.4). A tática não é enfrentar o diabo, mas resisti-lo, sendo submisso a Deus (Tg 4.7).
Jovem, nunca se esqueça disso: nós somos fortes, temos a Palavra de Deus e em Jesus já vencemos o maligno.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
sexta-feira, 5 de março de 2010
A ESCOLHA (Js 24.14,15)
"Agora, pois, temei ao Senhor e servi-o com integridade e com fidelidade; deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do Eufrates e no Egito e servi ao Senhor. Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor." (Js 24.14,15)
Josué, no fim da sua vida, conclamou o povo para uma última reunião com Israel a fim de levá-lo a uma renovação do concerto, em que se comprometeram a servir ao Senhor com fidelidade e dedicação. No processo da salvação por Deus concedida, está o assunto da escolha individual. Depende de cada um decidir a quem servir continuamente. Como no caso de Josué e dos israelitas, permanecer em Deus não é um ato isolado no tempo e ocorrido uma única vez (Dt 11.26-28; 30.19,20; Js 1.16-18).
Por algumas vezes em nossa vida, jovem, somos confrontados a tomarmos algumas decisões e fazermos algumas escolhas. Deus colocou diante do Seu povo a escolha: a bênção ou a maldição (Dt 11.26). Se obedecessem à Palavra de Deus e permanecessem separados do pecado e da iniquidade das nações em derredor, a bênção de Deus viria e ficaria com eles (Dt 28.15-68). Infelizmente, a maioria dos israelitas não levou a sério a advertência de Deus. Constantemente adotavam os caminhos dos ímpios e então padeciam sob a maldição divina. A promessa do povo, de servir somente o Senhor, foi cumprida, mas somente enquanto Josué viveu juntamente com os anciãos daqueles dias. Pouco tempo depois da morte de Josué, o povo deixou o Senhor e começou a servir a outros deuses (Jz 2.11-19).
Josué, como o sacerdote da sua casa, declara que ele e a sua casa serviriam ao Senhor (Js 24.15b). Apesar de a salvação ser individual, os pais terão que dar conta dos seus filhos ao Senhor. Vejam o exemplo de Jó (Jó 1.1,2,4,5). O salmista declara que os filhos são herança do Senhor (Sl 127.3).
Jovem, precisamos vez por outra reafirmar nossa decisão feita de permanecer na fé e em obediência. Maria, a irmã de Lázaro, escolheu a boa parte (Lc 10.38-42). Jesus, o nosso Mestre, nos orienta através do sermão da montanha a buscarmos primeiro o reino de Deus (Mt 6.33). Qual tem sido a tua escolha? Qual tem sido a tua prioridade? A quem você tem servido?
Pense nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Josué, no fim da sua vida, conclamou o povo para uma última reunião com Israel a fim de levá-lo a uma renovação do concerto, em que se comprometeram a servir ao Senhor com fidelidade e dedicação. No processo da salvação por Deus concedida, está o assunto da escolha individual. Depende de cada um decidir a quem servir continuamente. Como no caso de Josué e dos israelitas, permanecer em Deus não é um ato isolado no tempo e ocorrido uma única vez (Dt 11.26-28; 30.19,20; Js 1.16-18).
Por algumas vezes em nossa vida, jovem, somos confrontados a tomarmos algumas decisões e fazermos algumas escolhas. Deus colocou diante do Seu povo a escolha: a bênção ou a maldição (Dt 11.26). Se obedecessem à Palavra de Deus e permanecessem separados do pecado e da iniquidade das nações em derredor, a bênção de Deus viria e ficaria com eles (Dt 28.15-68). Infelizmente, a maioria dos israelitas não levou a sério a advertência de Deus. Constantemente adotavam os caminhos dos ímpios e então padeciam sob a maldição divina. A promessa do povo, de servir somente o Senhor, foi cumprida, mas somente enquanto Josué viveu juntamente com os anciãos daqueles dias. Pouco tempo depois da morte de Josué, o povo deixou o Senhor e começou a servir a outros deuses (Jz 2.11-19).
Josué, como o sacerdote da sua casa, declara que ele e a sua casa serviriam ao Senhor (Js 24.15b). Apesar de a salvação ser individual, os pais terão que dar conta dos seus filhos ao Senhor. Vejam o exemplo de Jó (Jó 1.1,2,4,5). O salmista declara que os filhos são herança do Senhor (Sl 127.3).
Jovem, precisamos vez por outra reafirmar nossa decisão feita de permanecer na fé e em obediência. Maria, a irmã de Lázaro, escolheu a boa parte (Lc 10.38-42). Jesus, o nosso Mestre, nos orienta através do sermão da montanha a buscarmos primeiro o reino de Deus (Mt 6.33). Qual tem sido a tua escolha? Qual tem sido a tua prioridade? A quem você tem servido?
Pense nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quinta-feira, 4 de março de 2010
"FINALMENTE, FORTALECEI-VOS NO SENHOR E NA FORÇA DO SEU PODER" (Ef 6.10)
Uma das garantias mais claras da Bíblia é que Deus dá força àqueles que confiam nEle. A promessa está espalhada pela Sua Palavra, em forma de versículos e de exemplos (Dt 8.18; Sl 29.11; 68.35; Is 40.29).
O que é força? É a faculdade de operar, de executar, de mover, etc. Poder, fortaleza, rijeza, poder da musculatura, solidez, energia, resistência, firmeza, impulso e esforço.
A força física do homem é limitada. Ela é uma das características da juventude (1 Jo 2.14), porém, até mesmo os jovens se cansam e se fatigam (Is 40.30). Mas os que esperam no Senhor, tem as suas forças renovadas (Is 40.31).
A força que Deus nos dá, é uma força espiritual e sobrenatural. Na Bíblia, nós encontramos alguns exemplos de homens que receberam tal força.
Sansão (Jz 14.6,19) - A força de Sansão não estava concentrada nos seus cabelos. Ela era proveniente do Espírito de Deus, quando se apossava dele. A força de Sansão estava condicionada a sua fidelidade e obediência a Deus.
Davi (1 Sm 17.34,35) - Como explicar o fato extraordinário de um menino conseguir matar um leão e um urso? Era o Espírito de Deus que se movia em Davi. "Se o Espírito de Deus se move em mim, eu luto como Davi...".
Devemos ter em mente que a nossa vida é uma constante guerra, também de natureza espiritual. O apóstolo Paulo declara que "a nossa luta não é contra carne e sangue" (Ef 6.12). A palavra "luta", utilizada neste versículo pelo apóstolo, significa um combate entre duas pessoas, até que um derrube o outro e o atire para fora da zona de conflito.
Já que a nossa vida é uma guerra, precisamos estar preparados. Preparados e fortalecidos. E só estaremos fortalecidos, se também vestirmos a armadura de Deus (Ef 6.11). Na guerra espiritual, podemos contar com a armadura indestrutível de Deus.
O apóstolo Paulo conhecia muito bem a armadura de um soldado romano, especialmente depois de ter passado cerca de três anos vigiado por alguns deles. Nesse tempo, a armadura de um soldado consistia de escudo, espada, lança, capacete e couraça. Paulo omite a lança, mas acrescenta o cinto e os sapatos, que, embora não fizessem parte da armadura, eram-lhe necessários.
O cinto do cristão é a verdade (Ef 6.14a) - É a verdade que impede que sua roupa caia. Toda sua vida, jovem, deve está edificada sobre a verdade que é Jesus.
A couraça do cristão é a justiça (Ef 6.14b) - Todos os seus relacionamentos, jovem, devem ser justos. Você deve agir com justiça, mas com a justiça de Deus.
O sapato do cristão é a paz (Ef 6.15) - Aonde você for, jovem, você deve semear o evangelho da paz, da reconciliação do homem com Deus, como um verdadeiro embaixador de Cristo (Ef 6.20).
O escudo do cristão é a fé (Ef 6.16) - É a fé em Deus que o protege de confiar em si mesmo, de seguir os outros. Jovem, confie e siga somente a Jesus!
O capacete do cristão é a salvação (Ef 6.17a) - O que despencar sobre a sua cabeça, jovem, não lhe causará dano algum, porque o capacete da salvação, colocado em nós pela graça, é resistente.
A espada do cristão é a Palavra de Deus (Ef 6.17b) - Não existe outra espada mais afiada e poderosa que a Palavra de Deus. Ela penetra até a divisão da alma (Hb 4.12).
Jovem, precisamos da armadura de Deus, mas também precisamos orar mais. "Satanás treme quando um cristão se ajoelha". Ele sabe que a oração de um justo tem força e poder (Tg 5.16). Por isso, devemos seguir a recomendação do apóstolo Paulo (Ef 6.18). Precisamos orar mais como indivíduos e como igreja. A oração é a nossa fraqueza e a nossa força. Só oramos quando reconhecemos que somos fracos; e quando oramos, somos fortalecidos com coragem para a luta. A força e o poder do nosso Deus se aperfeiçoa na nossa fraqueza (2 Co 12.9,10).
Jovem, também devemos pregar o Evangelho (Ef 6.19,20). O maior inimigo do Evangelho é Satanás. Onde o Evangelho é anunciado, ele perde tudo. Por isso, nossa maior luta é pregar o Evangelho. Perdemos muito tempo lutando contra a carne e o sangue, quando devemos lutar contra Satanás, anunciando o Evangelho da Salvação.
Juventude Sarada, fortaleça-te no Senhor e na força do Seu poder. Vista-se da armadura de Deus, ore mais e pregue o Evangelho.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
O que é força? É a faculdade de operar, de executar, de mover, etc. Poder, fortaleza, rijeza, poder da musculatura, solidez, energia, resistência, firmeza, impulso e esforço.
A força física do homem é limitada. Ela é uma das características da juventude (1 Jo 2.14), porém, até mesmo os jovens se cansam e se fatigam (Is 40.30). Mas os que esperam no Senhor, tem as suas forças renovadas (Is 40.31).
A força que Deus nos dá, é uma força espiritual e sobrenatural. Na Bíblia, nós encontramos alguns exemplos de homens que receberam tal força.
Sansão (Jz 14.6,19) - A força de Sansão não estava concentrada nos seus cabelos. Ela era proveniente do Espírito de Deus, quando se apossava dele. A força de Sansão estava condicionada a sua fidelidade e obediência a Deus.
Davi (1 Sm 17.34,35) - Como explicar o fato extraordinário de um menino conseguir matar um leão e um urso? Era o Espírito de Deus que se movia em Davi. "Se o Espírito de Deus se move em mim, eu luto como Davi...".
Devemos ter em mente que a nossa vida é uma constante guerra, também de natureza espiritual. O apóstolo Paulo declara que "a nossa luta não é contra carne e sangue" (Ef 6.12). A palavra "luta", utilizada neste versículo pelo apóstolo, significa um combate entre duas pessoas, até que um derrube o outro e o atire para fora da zona de conflito.
Já que a nossa vida é uma guerra, precisamos estar preparados. Preparados e fortalecidos. E só estaremos fortalecidos, se também vestirmos a armadura de Deus (Ef 6.11). Na guerra espiritual, podemos contar com a armadura indestrutível de Deus.
O apóstolo Paulo conhecia muito bem a armadura de um soldado romano, especialmente depois de ter passado cerca de três anos vigiado por alguns deles. Nesse tempo, a armadura de um soldado consistia de escudo, espada, lança, capacete e couraça. Paulo omite a lança, mas acrescenta o cinto e os sapatos, que, embora não fizessem parte da armadura, eram-lhe necessários.
O cinto do cristão é a verdade (Ef 6.14a) - É a verdade que impede que sua roupa caia. Toda sua vida, jovem, deve está edificada sobre a verdade que é Jesus.
A couraça do cristão é a justiça (Ef 6.14b) - Todos os seus relacionamentos, jovem, devem ser justos. Você deve agir com justiça, mas com a justiça de Deus.
O sapato do cristão é a paz (Ef 6.15) - Aonde você for, jovem, você deve semear o evangelho da paz, da reconciliação do homem com Deus, como um verdadeiro embaixador de Cristo (Ef 6.20).
O escudo do cristão é a fé (Ef 6.16) - É a fé em Deus que o protege de confiar em si mesmo, de seguir os outros. Jovem, confie e siga somente a Jesus!
O capacete do cristão é a salvação (Ef 6.17a) - O que despencar sobre a sua cabeça, jovem, não lhe causará dano algum, porque o capacete da salvação, colocado em nós pela graça, é resistente.
A espada do cristão é a Palavra de Deus (Ef 6.17b) - Não existe outra espada mais afiada e poderosa que a Palavra de Deus. Ela penetra até a divisão da alma (Hb 4.12).
Jovem, precisamos da armadura de Deus, mas também precisamos orar mais. "Satanás treme quando um cristão se ajoelha". Ele sabe que a oração de um justo tem força e poder (Tg 5.16). Por isso, devemos seguir a recomendação do apóstolo Paulo (Ef 6.18). Precisamos orar mais como indivíduos e como igreja. A oração é a nossa fraqueza e a nossa força. Só oramos quando reconhecemos que somos fracos; e quando oramos, somos fortalecidos com coragem para a luta. A força e o poder do nosso Deus se aperfeiçoa na nossa fraqueza (2 Co 12.9,10).
Jovem, também devemos pregar o Evangelho (Ef 6.19,20). O maior inimigo do Evangelho é Satanás. Onde o Evangelho é anunciado, ele perde tudo. Por isso, nossa maior luta é pregar o Evangelho. Perdemos muito tempo lutando contra a carne e o sangue, quando devemos lutar contra Satanás, anunciando o Evangelho da Salvação.
Juventude Sarada, fortaleça-te no Senhor e na força do Seu poder. Vista-se da armadura de Deus, ore mais e pregue o Evangelho.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quarta-feira, 3 de março de 2010
"GUIA-ME PELAS VEREDAS DA JUSTIÇA, POR AMOR DO TEU NOME" (Sl 23.3)
Olá jovem! Dando continuidade ao texto que eu postei ontém, quero lhe fazer uma pergunta: Para onde o Espírito Santo nos levará? Para os lugares determinados pelo Pai.
Jesus foi conduzido pelo Espírito Santo ao deserto (Mt 4.1), para ser tentado. Gostaríamos que o Espírito Santo nos levasse apenas a lugares agradáveis, mas Ele, certamente, nos levará a lugares necessários, a situações e experiências diversas, que podem ser aprazíveis ou não.
A vida do cristão tem fases difíceis, mas que só ocorrem por um propósito de Deus, contribuindo para o nosso bem e crescimento espiritual. Vemos isso também na história de José do Egito. Ele teve sonhos proféticos, e depois foi conduzido silenciosamente através de fatos diversos, que o levaram ao palácio de faraó.
Outro exemplo que nós podemos citar aqui, é do povo de Israel quando peregrinava pelo deserto (Nm 9.15-23).
Como podemos descobrir a direção certa?
1) Confiando no Senhor (Pv 3.5);
2) Orando, entregando a nossa vida a Deus e pedindo a Ele a orientação (Sl 37.5);
3) Conhecendo a Bíblia e seguindo os seus princípios (Sl 119.105; Fp 4.8);
4) Ouvindo o conselho das pessoas mais experientes (Jr 6.16);
5) Ouvindo a voz do Espírito Santo e sendo dirigido por Ele (1 Co 12; At 13.1,2; Jo 16.13).
Jesus foi levado pelo Espírito Santo ao deserto, mas Ele não ficou lá para sempre. O deserto é um lugar de passagem, não uma morada. Depois de ter passado pelo deserto, Jesus Cristo voltou para a cidade e exerceu o Seu ministério.
Jovem, se quisermos fazer a obra de Deus com êxito, precisamos enfrentar o deserto, conduzidos pelo Espírito Santo.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
Jesus foi conduzido pelo Espírito Santo ao deserto (Mt 4.1), para ser tentado. Gostaríamos que o Espírito Santo nos levasse apenas a lugares agradáveis, mas Ele, certamente, nos levará a lugares necessários, a situações e experiências diversas, que podem ser aprazíveis ou não.
A vida do cristão tem fases difíceis, mas que só ocorrem por um propósito de Deus, contribuindo para o nosso bem e crescimento espiritual. Vemos isso também na história de José do Egito. Ele teve sonhos proféticos, e depois foi conduzido silenciosamente através de fatos diversos, que o levaram ao palácio de faraó.
Outro exemplo que nós podemos citar aqui, é do povo de Israel quando peregrinava pelo deserto (Nm 9.15-23).
Como podemos descobrir a direção certa?
1) Confiando no Senhor (Pv 3.5);
2) Orando, entregando a nossa vida a Deus e pedindo a Ele a orientação (Sl 37.5);
3) Conhecendo a Bíblia e seguindo os seus princípios (Sl 119.105; Fp 4.8);
4) Ouvindo o conselho das pessoas mais experientes (Jr 6.16);
5) Ouvindo a voz do Espírito Santo e sendo dirigido por Ele (1 Co 12; At 13.1,2; Jo 16.13).
Jesus foi levado pelo Espírito Santo ao deserto, mas Ele não ficou lá para sempre. O deserto é um lugar de passagem, não uma morada. Depois de ter passado pelo deserto, Jesus Cristo voltou para a cidade e exerceu o Seu ministério.
Jovem, se quisermos fazer a obra de Deus com êxito, precisamos enfrentar o deserto, conduzidos pelo Espírito Santo.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
terça-feira, 2 de março de 2010
"MUDE SEUS PASSOS! ANDE EM ESPÍRITO..." (Rm 8.1)
Na epístola de Paulo aos romanos, o apóstolo nos fala sobre dois modos de vida através das expressões "andar segundo a carne" e "andar em Espírito" (Rm 8.1).
Andar segundo a carne é viver de acordo com os desejos carnais, conduzindo a si mesmo segundo os preceitos humanos e mundanos (1 Co 3.3).
Andar em Espírito é ser levado pelo Espírito Santo. É andar com Deus como Enoque andou (Gn 5.24).
Jovem, nós queremos que Deus ande conosco, mas o que precisamos é andar com Ele, e isso é totalmente diferente. Se andarmos com o Senhor, vamos para onde Ele quer. Queremos que Deus nos acompanhe, mas devia ser o contrário. Nós é que somos os seguidores, e seguidor não escolhe a direção, escolhe apenas a quem quer seguir. Não é o pastor que segue as ovelhas, as ovelhas é que seguem o comando do pastor.
Nós queremos que o Espírito Santo nos leve, desde que seja para o lugar que nós apontamos. Isso não está certo! Devemos pedir que, antes de tudo, seja feita a vontade de Deus e não a nossa (Mt 6.10; 26.39).
Fazemos planos e queremos determinar que Deus os realizem. Quando agimos assim, estamos tentando levar o Senhor a andar nos nossos caminhos. Ele pode até realizar alguns dos nossos sonhos e desejos, mas a nossa atitude deve ser de submissão, permitindo que Ele nos conduza por onde Ele desejar.
Jovem, mude seus passos! "Ande em Espírito"!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Andar segundo a carne é viver de acordo com os desejos carnais, conduzindo a si mesmo segundo os preceitos humanos e mundanos (1 Co 3.3).
Andar em Espírito é ser levado pelo Espírito Santo. É andar com Deus como Enoque andou (Gn 5.24).
Jovem, nós queremos que Deus ande conosco, mas o que precisamos é andar com Ele, e isso é totalmente diferente. Se andarmos com o Senhor, vamos para onde Ele quer. Queremos que Deus nos acompanhe, mas devia ser o contrário. Nós é que somos os seguidores, e seguidor não escolhe a direção, escolhe apenas a quem quer seguir. Não é o pastor que segue as ovelhas, as ovelhas é que seguem o comando do pastor.
Nós queremos que o Espírito Santo nos leve, desde que seja para o lugar que nós apontamos. Isso não está certo! Devemos pedir que, antes de tudo, seja feita a vontade de Deus e não a nossa (Mt 6.10; 26.39).
Fazemos planos e queremos determinar que Deus os realizem. Quando agimos assim, estamos tentando levar o Senhor a andar nos nossos caminhos. Ele pode até realizar alguns dos nossos sonhos e desejos, mas a nossa atitude deve ser de submissão, permitindo que Ele nos conduza por onde Ele desejar.
Jovem, mude seus passos! "Ande em Espírito"!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
segunda-feira, 1 de março de 2010
PARABÉNS RIO!
Hoje, dia primeiro de março, é o dia do aniversário da nossa cidade maravilhosa. Mesmo completando 445 anos, "o Rio de Janeiro continua lindo". Apesar da violência, e de tantos outros problemas comuns a uma grande metrópole, não tem como deixar de gostar dessa cidade.
Neste último fim de semana, a nossa Igreja promoveu uma Campanha Evangelística, que teve como tema Ne 6.3b: "Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer".
O inverno estava chegando em 445 a.C. (esse número não me é estranho), e Neemias estava na cidadela em Susã, a sede do governo Persa. Ele era um dos judeus que ainda moravam fora do seu país, 90 anos após a volta de Zorobabel para reconstruir o templo e repovoar a cidade de Jerusalém. Ele era copeiro do rei, uma pessoa respeitada pelo homem mais poderoso do mundo, em sua época.
Ao ser visitado pelo seu irmão Hanani, Neemias toma conhecimento do triste estado em que seu povo se encontrava. Extremamente preocupado com o bem-estar dos seus parentes e compatriotas, Neemias chorou, jejuou e orou ao Senhor. Ele baseou suas petições nas grandes promessas de Deus, certo da Sua fidelidade em cumprir a Sua palavra. Vejamos, passo a passo, o que ele fez:
1. Ele se interessou pelo bem-estar do seu povo (Ne 1.2) - Mesmo distante, morando fora do seu país, Neemias demonstrou interesse e preocupação pelo seu povo.
2. Ele se sensibilizou com o sofrimento do seu povo (Ne 1.4) - Ao saber da triste situação em que Jerusalém e o seu povo se encontravam, Neemias não se demonstrou indiferente.
3. Ele orou e agiu (Ne 1.4-2.11) - Neemias entendia o significado da palavra oração, que é orar e agir. Ele não ficou sentado e de braços cruzados. Ele fez a sua parte, como também se precaveu.
4. Ele era um homem forte e exemplar - Neemias teve força de vontade, para mudar a situação em que o seu povo se encontrava, e também, deu um bom exemplo a todos.
5. Ele realizou uma reforma física e espiritual - Neemias não só reconstruiu a cidade, como também, restaurou vidas, famílias e a comunhão do povo com Deus.
Jovem, Deus também conta conosco para fazermos uma grande obra (Mt 28.19,20; At 1.8). Mas, é importante observar, que antes de alcançarmos todas as outras nações, até os confins da terra, precimos alcançar aqueles que estão bem próximos de nós. Assim como Neemias, precisamos demonstrar mais interesse pelo bem-estar do nosso povo. Precisamos nos sensibilizar mais com o sofrimento da nossa gente. Devemos orar e agir mais em favor da salvação da nossa cidade. Devemos ter força de vontade e dar um bom testemunho por onde passarmos, pois temos a missão de restaurar a nossa cidade. E que este seja o nosso presente de aniversário para o Rio de Janeiro.
Parabéns Rio!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
(Este texto foi baseado na pregação do Ev. Fernando Cesar, da Igreja Batista Missionária Betel)
Neste último fim de semana, a nossa Igreja promoveu uma Campanha Evangelística, que teve como tema Ne 6.3b: "Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer".
O inverno estava chegando em 445 a.C. (esse número não me é estranho), e Neemias estava na cidadela em Susã, a sede do governo Persa. Ele era um dos judeus que ainda moravam fora do seu país, 90 anos após a volta de Zorobabel para reconstruir o templo e repovoar a cidade de Jerusalém. Ele era copeiro do rei, uma pessoa respeitada pelo homem mais poderoso do mundo, em sua época.
Ao ser visitado pelo seu irmão Hanani, Neemias toma conhecimento do triste estado em que seu povo se encontrava. Extremamente preocupado com o bem-estar dos seus parentes e compatriotas, Neemias chorou, jejuou e orou ao Senhor. Ele baseou suas petições nas grandes promessas de Deus, certo da Sua fidelidade em cumprir a Sua palavra. Vejamos, passo a passo, o que ele fez:
1. Ele se interessou pelo bem-estar do seu povo (Ne 1.2) - Mesmo distante, morando fora do seu país, Neemias demonstrou interesse e preocupação pelo seu povo.
2. Ele se sensibilizou com o sofrimento do seu povo (Ne 1.4) - Ao saber da triste situação em que Jerusalém e o seu povo se encontravam, Neemias não se demonstrou indiferente.
3. Ele orou e agiu (Ne 1.4-2.11) - Neemias entendia o significado da palavra oração, que é orar e agir. Ele não ficou sentado e de braços cruzados. Ele fez a sua parte, como também se precaveu.
4. Ele era um homem forte e exemplar - Neemias teve força de vontade, para mudar a situação em que o seu povo se encontrava, e também, deu um bom exemplo a todos.
5. Ele realizou uma reforma física e espiritual - Neemias não só reconstruiu a cidade, como também, restaurou vidas, famílias e a comunhão do povo com Deus.
Jovem, Deus também conta conosco para fazermos uma grande obra (Mt 28.19,20; At 1.8). Mas, é importante observar, que antes de alcançarmos todas as outras nações, até os confins da terra, precimos alcançar aqueles que estão bem próximos de nós. Assim como Neemias, precisamos demonstrar mais interesse pelo bem-estar do nosso povo. Precisamos nos sensibilizar mais com o sofrimento da nossa gente. Devemos orar e agir mais em favor da salvação da nossa cidade. Devemos ter força de vontade e dar um bom testemunho por onde passarmos, pois temos a missão de restaurar a nossa cidade. E que este seja o nosso presente de aniversário para o Rio de Janeiro.
Parabéns Rio!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
(Este texto foi baseado na pregação do Ev. Fernando Cesar, da Igreja Batista Missionária Betel)
sábado, 27 de fevereiro de 2010
CONHECENDO A VONTADE DE DEUS (Rm 12.1,2)
O apóstolo Paulo inicia esse capítulo com uma súplica aos cristãos de Roma: "que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo" (Rm 12.1).
Todo cristão deve ter uma paixão sincera por agradar a Deus, no amor, na devoção, no louvor, na santidade e no servir. Nosso maior desejo deve ser o de vivermos uma vida de santidade, e sermos aceitos por Deus. Para isso, precisamos separar-nos do mundo e aproximar-nos cada vez mais de Deus.
Devemos, como verdadeiros servos que somos, viver para Deus, adorá-Lo e obedecer-Lhe. Opor-nos ao pecado e apegar-nos à justiça. Resistir e repudiar o mal, sendo generosos com o próximo na prática de boas obras. Imitar a Cristo, segui-Lo, servi-Lo, andar na direção do Espírito Santo e ser cheio dEle.
Devemos apresentar a Deus o nosso corpo como morto ao pecado e como templo do Espírito Santo (1 Co 6.15,19,20).
"E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos" (Rm 12.2).
Paulo nos pede para não nos moldarmos ao padrão deste mundo. O presente sistema mundano é mau (At 2.40), e está sob a influência de Satanás (1 Jo 5.19).
Devemos resistir às formas prevalecentes e populares do proceder deste mundo, e em lugar disso, proclamar as verdades eternas e os padrões justos da Palavra de Deus, por amor a Cristo (1 Co 1.17-24).
Devemos desprezar e aborrecer aquilo que é mau, amar aquilo que é justo (Rm 12.9; 1 Jo 2.15-17).
Devemos conformar nossa mente à maneira de Deus pensar (1 Co 2.16; Fp 2.5), mediante a leitura da Palavra de Deus e sua meditação (Sl 119.11,148; Jo 8.31,32; 15.7).
Devemos permitir que nossos planos, alvos e aspirações sejam determinados pelas verdades celestiais e eternas, e não por este presente século mau, profano e passageiro.
Devemos nos transformar, para podermos experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. A vontade de Deus, nosso Pai, é que através da morte de Jesus, os nossos pecados fossem perdoados, nos tornando livres de todo o mal que domina a sociedade deste mundo (Gl 1.4). Jesus, enquanto orava no Getsêmani, renunciou a sua própria vontade, para fazer a vontade do Pai (Mt 26.39,42).
Jesus conhecia a vontade do Pai, e você jovem, já conhece a vontade de Deus? Será que, assim como Jesus, você tem renunciado a sua própria vontade, para fazer a vontade de Deus? Pense nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Todo cristão deve ter uma paixão sincera por agradar a Deus, no amor, na devoção, no louvor, na santidade e no servir. Nosso maior desejo deve ser o de vivermos uma vida de santidade, e sermos aceitos por Deus. Para isso, precisamos separar-nos do mundo e aproximar-nos cada vez mais de Deus.
Devemos, como verdadeiros servos que somos, viver para Deus, adorá-Lo e obedecer-Lhe. Opor-nos ao pecado e apegar-nos à justiça. Resistir e repudiar o mal, sendo generosos com o próximo na prática de boas obras. Imitar a Cristo, segui-Lo, servi-Lo, andar na direção do Espírito Santo e ser cheio dEle.
Devemos apresentar a Deus o nosso corpo como morto ao pecado e como templo do Espírito Santo (1 Co 6.15,19,20).
"E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos" (Rm 12.2).
Paulo nos pede para não nos moldarmos ao padrão deste mundo. O presente sistema mundano é mau (At 2.40), e está sob a influência de Satanás (1 Jo 5.19).
Devemos resistir às formas prevalecentes e populares do proceder deste mundo, e em lugar disso, proclamar as verdades eternas e os padrões justos da Palavra de Deus, por amor a Cristo (1 Co 1.17-24).
Devemos desprezar e aborrecer aquilo que é mau, amar aquilo que é justo (Rm 12.9; 1 Jo 2.15-17).
Devemos conformar nossa mente à maneira de Deus pensar (1 Co 2.16; Fp 2.5), mediante a leitura da Palavra de Deus e sua meditação (Sl 119.11,148; Jo 8.31,32; 15.7).
Devemos permitir que nossos planos, alvos e aspirações sejam determinados pelas verdades celestiais e eternas, e não por este presente século mau, profano e passageiro.
Devemos nos transformar, para podermos experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. A vontade de Deus, nosso Pai, é que através da morte de Jesus, os nossos pecados fossem perdoados, nos tornando livres de todo o mal que domina a sociedade deste mundo (Gl 1.4). Jesus, enquanto orava no Getsêmani, renunciou a sua própria vontade, para fazer a vontade do Pai (Mt 26.39,42).
Jesus conhecia a vontade do Pai, e você jovem, já conhece a vontade de Deus? Será que, assim como Jesus, você tem renunciado a sua própria vontade, para fazer a vontade de Deus? Pense nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
A TRANSFORMAÇÃO DE UM VASO (Jr 18.1-10)
Assim como Ezequiel, o profeta Jeremias pratica várias ações simbólicas, a fim de ilustrar de modo claro a sua mensagem profética. Essa é uma delas.
Deus ordenou que Jeremias fosse à casa do oleiro (pessoa que cria ou vende objetos de cerâmica); aí, observou que o oleiro fazia um vaso de barro. O vaso partiu-se nas mãos do oleiro, o qual o refez, porém, diferente do vaso anterior.
Essa parábola contém várias lições importantes sobre a obra de Deus em nossa vida.
Nossa submissão a Deus como aquele que molda tanto o nosso caráter, quanto o nosso serviço para Ele, determina, em grande parte, o que Ele pode fazer através de nós.
A falta de uma profunda dedicação a Deus, da nossa parte, pode dificultar, impedir o Seu propósito original para nossa vida (Jr 18.10).
Deus, se quiser, pode mudar Seus planos para nossa vida, fazendo de nós outro vaso, conforme o que parecer bem aos Seus olhos fazer (Jr 18.4).
Jovem, nós estamos nas mãos de Deus. Ele é o oleiro. Nós somos os vasos, moldados por Ele. A medida em que Ele nos molda, estamos sendo transformados.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Deus ordenou que Jeremias fosse à casa do oleiro (pessoa que cria ou vende objetos de cerâmica); aí, observou que o oleiro fazia um vaso de barro. O vaso partiu-se nas mãos do oleiro, o qual o refez, porém, diferente do vaso anterior.
Essa parábola contém várias lições importantes sobre a obra de Deus em nossa vida.
Nossa submissão a Deus como aquele que molda tanto o nosso caráter, quanto o nosso serviço para Ele, determina, em grande parte, o que Ele pode fazer através de nós.
A falta de uma profunda dedicação a Deus, da nossa parte, pode dificultar, impedir o Seu propósito original para nossa vida (Jr 18.10).
Deus, se quiser, pode mudar Seus planos para nossa vida, fazendo de nós outro vaso, conforme o que parecer bem aos Seus olhos fazer (Jr 18.4).
Jovem, nós estamos nas mãos de Deus. Ele é o oleiro. Nós somos os vasos, moldados por Ele. A medida em que Ele nos molda, estamos sendo transformados.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
A ORAÇÃO DE UM HOMEM INSACIÁVEL (Ef 3.14-21)
Os judeus convertidos nas igrejas primitivas se inclinavam a ser exclusivos e a separar-se de seus "irmãos" gentios. Esta situação na igreja de Éfeso pode ter motivado o apóstolo Paulo a escrever esta carta, cuja idéia fundamental é a unidade cristã.
Uma das características que predominam nesta epístola é que a revelação da grande verdade teológica dos capítulos de 1 a 3 é interrompida por duas grandiosas orações apostólicas. Na primeira, o apóstolo pede para os crentes sabedoria e revelação no conhecimento de Deus (Ef 1.15-23); na segunda, roga que possam conhecer o amor, o poder e a glória de Deus (Ef 3.14-21).
"Fortalecidos com poder... no homem interior" (Ef 3.16-19) - Ter nosso "homem interior" fortalecido, "fortalecido com poder" pelo Espírito, é ter nossos sentimentos, pensamentos e propósitos colocados cada vez mais sob Sua influência e orientação, de tal maneira que o Espírito possa manifestar Seu poder através de nós, em medida cada vez maior. O propósito desse fortalecimento pelo Espírito é quádruplo:
1. Que Cristo estabeleça a Sua presença em nossos corações (Ef 3.16,17);
2. Que sejamos fundamentados em amor sincero a Deus, a Cristo e ao próximo;3. Que compreendamos e experimentemos em nossa vida o amor de Cristo (Ef 3.18,19);
4. Que sejamos "cheios de toda a plenitude de Deus" (Ef 3.19), que a presença de Deus nos encha de tal modo que reflitamos e manifestemos, desde o íntimo do nosso ser, o caráter e a estatura do Senhor Jesus Cristo (Ef 4.13,15,22-24).
"Muito mais abundantemente além" (Ef 3.20) - Deus tem o poder de fazer por nós, não somente mais do que pedimos e desejamos em oração, como também mais do que nossa imaginação possa alcançar. Esta promessa é condicionada ao grau da presença, poder e graça do Espírito Santo em nossa vida (Ef 1.19; 3.16-19; Is 65.24; Jo 15.7; Fp 2.13).
Jovem, busque a Deus "como o cervo brama pelas correntes das águas" (Sl 42.1,2). Que a nossa alma tenha sede de Deus, do Deus vivo. Que essa sede seja inesgotável, nos levando a buscá-lo cada dia mais e mais.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
Uma das características que predominam nesta epístola é que a revelação da grande verdade teológica dos capítulos de 1 a 3 é interrompida por duas grandiosas orações apostólicas. Na primeira, o apóstolo pede para os crentes sabedoria e revelação no conhecimento de Deus (Ef 1.15-23); na segunda, roga que possam conhecer o amor, o poder e a glória de Deus (Ef 3.14-21).
"Fortalecidos com poder... no homem interior" (Ef 3.16-19) - Ter nosso "homem interior" fortalecido, "fortalecido com poder" pelo Espírito, é ter nossos sentimentos, pensamentos e propósitos colocados cada vez mais sob Sua influência e orientação, de tal maneira que o Espírito possa manifestar Seu poder através de nós, em medida cada vez maior. O propósito desse fortalecimento pelo Espírito é quádruplo:
1. Que Cristo estabeleça a Sua presença em nossos corações (Ef 3.16,17);
2. Que sejamos fundamentados em amor sincero a Deus, a Cristo e ao próximo;3. Que compreendamos e experimentemos em nossa vida o amor de Cristo (Ef 3.18,19);
4. Que sejamos "cheios de toda a plenitude de Deus" (Ef 3.19), que a presença de Deus nos encha de tal modo que reflitamos e manifestemos, desde o íntimo do nosso ser, o caráter e a estatura do Senhor Jesus Cristo (Ef 4.13,15,22-24).
"Muito mais abundantemente além" (Ef 3.20) - Deus tem o poder de fazer por nós, não somente mais do que pedimos e desejamos em oração, como também mais do que nossa imaginação possa alcançar. Esta promessa é condicionada ao grau da presença, poder e graça do Espírito Santo em nossa vida (Ef 1.19; 3.16-19; Is 65.24; Jo 15.7; Fp 2.13).
Jovem, busque a Deus "como o cervo brama pelas correntes das águas" (Sl 42.1,2). Que a nossa alma tenha sede de Deus, do Deus vivo. Que essa sede seja inesgotável, nos levando a buscá-lo cada dia mais e mais.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
PORTA ABERTA (Ap 3.8)
O livro de Apocalipse é dirigido às sete igrejas da Ásia (Ap 1.4,11,19). Filadélfia, que significa amor fraternal, era um povoado da província romana da Ásia. Ali havia uma igreja (Ap 3.7-13). Filadélfia era uma igreja fiel, que guardava a Palavra de Cristo e não O negava. Os membros suportaram a oposição do mundo, resistindo à conformação às tendências malignas das demais igrejas e perseverando na lealdade a Cristo e na verdade do Evangelho do Novo Testamento (Ap 3.7-10). Por causa da perseverança deles na fidelidade, Deus promete livrá-los da hora da provação.
Nome da igreja: Filadélfia (amor fraternal), a igreja fraca, mas leal (Ap 3.7-13).
Virtudes ressaltadas: Guardar a "minha Palavra", testemunho (Ap 3.8).
Pecados e fraquezas: Nenhum registro.
Promessas aos vencedores: Converter-se em colunas espirituais, levar uma inscrição divina (Ap 3.12).
Jovem, Deus conhece as nossas obras (Ap 3.8) - Um dos atributos exclusivos de Deus é a onisciência, Ele sabe de todas as coisas (Sl 139.1-6; 147.5).
Jovem, Deus coloca uma porta aberta diante de nós (Ap 3.8) - Porta significa abertura, acesso. Ele tem a chave de Davi (autoridade), e a porta que Ele abre ninguém pode fechar (Ap 3.7).
Jovem, Deus a Seu tempo nos exaltará (Ap 3.9) - Ele exalta o humilde, e humilha o soberbo (Ez 21.26).
Jovem, Deus declara o Seu amor por nós (Ap 3.9) - Ele prova o Seu amor para conosco (Rm 5.7-11).
Jovem, Deus quer nos guardar da tentação (Ap 3.10) - Aquele que esconde (guarda) a Palavra no seu coração, tem a proteção de Deus na hora da tentação (Sl 119.11).
Jovem, Ele vem sem demora (Ap 3.11) - A vinda de Cristo, para arrebatar da terra a Sua Igreja, será o meio de livramento dos fiéis (1 Ts 1.10; 4.14-18). Este livramento está reservado somente aos que permanecerem em Cristo e na Sua Palavra (Ap 3.8).
Jovem, Ele nos recompensa (Ap 3.12) - Existe uma recompensa, um prêmio para os vencedores, para os fiéis (1 Co 9.24; 2 Tm 4.7,8).
"Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas" (Ap 3.13).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Nome da igreja: Filadélfia (amor fraternal), a igreja fraca, mas leal (Ap 3.7-13).
Virtudes ressaltadas: Guardar a "minha Palavra", testemunho (Ap 3.8).
Pecados e fraquezas: Nenhum registro.
Promessas aos vencedores: Converter-se em colunas espirituais, levar uma inscrição divina (Ap 3.12).
Jovem, Deus conhece as nossas obras (Ap 3.8) - Um dos atributos exclusivos de Deus é a onisciência, Ele sabe de todas as coisas (Sl 139.1-6; 147.5).
Jovem, Deus coloca uma porta aberta diante de nós (Ap 3.8) - Porta significa abertura, acesso. Ele tem a chave de Davi (autoridade), e a porta que Ele abre ninguém pode fechar (Ap 3.7).
Jovem, Deus a Seu tempo nos exaltará (Ap 3.9) - Ele exalta o humilde, e humilha o soberbo (Ez 21.26).
Jovem, Deus declara o Seu amor por nós (Ap 3.9) - Ele prova o Seu amor para conosco (Rm 5.7-11).
Jovem, Deus quer nos guardar da tentação (Ap 3.10) - Aquele que esconde (guarda) a Palavra no seu coração, tem a proteção de Deus na hora da tentação (Sl 119.11).
Jovem, Ele vem sem demora (Ap 3.11) - A vinda de Cristo, para arrebatar da terra a Sua Igreja, será o meio de livramento dos fiéis (1 Ts 1.10; 4.14-18). Este livramento está reservado somente aos que permanecerem em Cristo e na Sua Palavra (Ap 3.8).
Jovem, Ele nos recompensa (Ap 3.12) - Existe uma recompensa, um prêmio para os vencedores, para os fiéis (1 Co 9.24; 2 Tm 4.7,8).
"Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas" (Ap 3.13).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
VITÓRIA (1 Co 15.57)
"Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo." (1 Co 15.57)
O apóstolo Paulo atribui a Deus a nossa vitória, através do Senhor Jesus, que intercede por nós (Rm 8.34). Mas, existem alguns passos que nós devemos seguir, para alcançarmos a vitória. Vejamos então, que passos são estes:
1) Fé (Hb 11.1) - A fé descrita aqui é o que nos faz confiar que os objetos da nossa esperança são reais e não imaginários. É o que nos aproxima de Deus (Hb 11.6). É o que nos ajuda a vencer o mundo (1 Jo 5.4,5).
2) Buscar o Senhor (Sl 77.2) - Em dias de angústia, devemos fazer como o salmista. Ele sabe de onde vem o seu socorro (Sl 121.1,2). Devemos buscar ao Senhor através da oração, do jejum (2 Cr 20.3).
3) Dar ouvidos e obedecer a voz do Senhor (Is 1.19,20) - Se fizermos isto, seremos abençoados. Caso contrário, sofreremos as consequências da rebeldia e da desobediência. Exemplos: A destruição de Jericó (Js 6), a derrota dos israelitas por causa do pecado de Acã (Js 7) e a vitória de Josafá sobre os seus inimigos (2 Cr 20).
4) Louvar ao Senhor (2 Cr 20.21,22) - Além da oração, e do jejum, o louvor também é uma excelente arma de guerra. Façamos como Paulo e Silas na prisão (At 16).
Jovem, para alcançarmos a vitória devemos ter fé, buscar ao Senhor, ouvir e obedecer a voz de Deus e louva-lo. Siga e faça destes os seus passos!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
O apóstolo Paulo atribui a Deus a nossa vitória, através do Senhor Jesus, que intercede por nós (Rm 8.34). Mas, existem alguns passos que nós devemos seguir, para alcançarmos a vitória. Vejamos então, que passos são estes:
1) Fé (Hb 11.1) - A fé descrita aqui é o que nos faz confiar que os objetos da nossa esperança são reais e não imaginários. É o que nos aproxima de Deus (Hb 11.6). É o que nos ajuda a vencer o mundo (1 Jo 5.4,5).
2) Buscar o Senhor (Sl 77.2) - Em dias de angústia, devemos fazer como o salmista. Ele sabe de onde vem o seu socorro (Sl 121.1,2). Devemos buscar ao Senhor através da oração, do jejum (2 Cr 20.3).
3) Dar ouvidos e obedecer a voz do Senhor (Is 1.19,20) - Se fizermos isto, seremos abençoados. Caso contrário, sofreremos as consequências da rebeldia e da desobediência. Exemplos: A destruição de Jericó (Js 6), a derrota dos israelitas por causa do pecado de Acã (Js 7) e a vitória de Josafá sobre os seus inimigos (2 Cr 20).
4) Louvar ao Senhor (2 Cr 20.21,22) - Além da oração, e do jejum, o louvor também é uma excelente arma de guerra. Façamos como Paulo e Silas na prisão (At 16).
Jovem, para alcançarmos a vitória devemos ter fé, buscar ao Senhor, ouvir e obedecer a voz de Deus e louva-lo. Siga e faça destes os seus passos!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
É TEMPO DE AVANÇARMOS PARA A CONQUISTA (Mt 16.18,19)
Jesus, após a declaração de Pedro, que inspirado pelo Espírito Santo de Deus, revelou que "Ele é o Cristo, o Filho do Deus vivo", expressou as seguintes palavras:
"Também eu te digo que és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno nunca prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do reino dos céus; tudo o que ligares na terra, será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus" (Mt 16.18.19).
Jovem, é tempo de tomarmos posse dessas chaves, que o Senhor Jesus tem dado a cada um de nós, e avançarmos. É tempo de tomarmos posse de tudo aquilo que Ele conquistou na cruz por nós, e para nós (Ef 2.4-10). A ordem de Deus é para avançarmos (Êx 14.15,16), nunca recuarmos (Hb 10.38.39).
Exemplo: Os atletas (1 Co 9.24-27), que se esforçam para conquistar a vitória.
Nós também fomos chamados para a conquista, e em Cristo Jesus nós somos mais que vencedores (Rm 8.31-39). Ele nos conhece, e também sabe o quanto nós podemos suportar. E quando não suportamos mais, Ele mesmo providencia o escape, o livramento (1 Co 10.13).
Devemos avançar contra as obras da carne (Gl 5.19-21). Jovem, não se conforme, não tome a forma do mundo e não abra mão dos conceitos e dos valores de Deus na sua vida (Rm 12.1,2). "Seja diferente, sem ser exótico".
Devemos avançar contra a inimizade (Rm 8.6-9). Jovem, o salmista declara que é muito bom e agradável viver em união (Sl 133.1). Jesus quer que sejamos um, como Ele e o Pai também são um (Jo 17.11,21,22).
Devemos avançar contra o espírito usurpador (Jl 1.4,5). Jovem, o Senhor não nos chamou para vivermos na miséria. Deus não tem filhos miseráveis. Ele é Rei, é Pai de príncipes e princesas. Nós somos filhos do Rei dos reis e Senhor dos senhores. Deus pode nos restituir, em dobro, tudo aquilo que nós perdemos.
Devemos avançar contra as obras do engano, contra as heresias, pois nós conhecemos o caminho, a verdade e a vida (Jo 14.6).
Jovem, você é a Igreja, e as portas do inferno não podem te impedir de avançar e conquistar. Mas, é importante lembrar, que o segredo para avançarmos e conquistarmos está em nos sujeitarmos a Deus, resistindo ao diabo e as suas tentações, que ele fugirá de nós (Tg 4.7).
Tenha uma semana abençoada, de conquistas e vitórias!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
"Também eu te digo que és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno nunca prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do reino dos céus; tudo o que ligares na terra, será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus" (Mt 16.18.19).
Jovem, é tempo de tomarmos posse dessas chaves, que o Senhor Jesus tem dado a cada um de nós, e avançarmos. É tempo de tomarmos posse de tudo aquilo que Ele conquistou na cruz por nós, e para nós (Ef 2.4-10). A ordem de Deus é para avançarmos (Êx 14.15,16), nunca recuarmos (Hb 10.38.39).
Exemplo: Os atletas (1 Co 9.24-27), que se esforçam para conquistar a vitória.
Nós também fomos chamados para a conquista, e em Cristo Jesus nós somos mais que vencedores (Rm 8.31-39). Ele nos conhece, e também sabe o quanto nós podemos suportar. E quando não suportamos mais, Ele mesmo providencia o escape, o livramento (1 Co 10.13).
Devemos avançar contra as obras da carne (Gl 5.19-21). Jovem, não se conforme, não tome a forma do mundo e não abra mão dos conceitos e dos valores de Deus na sua vida (Rm 12.1,2). "Seja diferente, sem ser exótico".
Devemos avançar contra a inimizade (Rm 8.6-9). Jovem, o salmista declara que é muito bom e agradável viver em união (Sl 133.1). Jesus quer que sejamos um, como Ele e o Pai também são um (Jo 17.11,21,22).
Devemos avançar contra o espírito usurpador (Jl 1.4,5). Jovem, o Senhor não nos chamou para vivermos na miséria. Deus não tem filhos miseráveis. Ele é Rei, é Pai de príncipes e princesas. Nós somos filhos do Rei dos reis e Senhor dos senhores. Deus pode nos restituir, em dobro, tudo aquilo que nós perdemos.
Devemos avançar contra as obras do engano, contra as heresias, pois nós conhecemos o caminho, a verdade e a vida (Jo 14.6).
Jovem, você é a Igreja, e as portas do inferno não podem te impedir de avançar e conquistar. Mas, é importante lembrar, que o segredo para avançarmos e conquistarmos está em nos sujeitarmos a Deus, resistindo ao diabo e as suas tentações, que ele fugirá de nós (Tg 4.7).
Tenha uma semana abençoada, de conquistas e vitórias!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
domingo, 21 de fevereiro de 2010
DORMINDO EM MEIO A TEMPESTADE
Hoje, domingo, como já é de costume, vou pegar uma "carona" na Palavra que foi ministrada pela manhã. A Adriana Araujo (Drica) falou sobre Mt 8.23-27, onde nós lemos sobre Jesus acalmando uma tempestade.
A Bíblia nos fala que ao cair da tarde, Jesus decide passar com os seus discípulos para a outra margem. Eles deixaram a multidão, e foram de barco para o outro lado. No meio do percurso, Jesus adormece sobre uma almofada na popa do barco. Quando surge uma tempestade de vento, que levantou as ondas por cima do barco, enchendo-o de água. Os discípulos, apavorados, foram acordar a Jesus dizendo: "Senhor, salva-nos! Vamos morrer! Não te importa que pereçamos?". Jesus acordou e perguntou: "Por que vocês estão com tanto medo, homens de pequena fé?". Então Ele se levantou e repreendeu os ventos e o mar, e fez-se completa bonança. Os discípulos ficaram perplexos e perguntaram: "Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?".
Jovem, nós também, muita das vezes, nos deparamos com algumas tempestades. Não de ventos, mas de problemas. E não são as ondas que se levantam com o vento, mas sim os nossos inimigos, com calúnias e injúrias. Daí, nós também ficamos apavorados, achando que é o fim, que não vamos conseguir suportar, que vamos morrer. E em meio a toda essa tempestade, quando olhamos para Jesus, Ele está dormindo, descansando, sem a menor preocupação.
No Sl 121.4, o salmista declara que o nosso Deus não dorme e nem descansa. Em Jo 5.17, Jesus declara que Ele e o Pai não cessam de trabalhar. Tudo isso, para que eu e você não tenhamos com o que nos preocupar. Devemos seguir o conselho do salmista (Sl 37.7), e descansar, dormir como Jesus. O salmista também nos declara que o Senhor dá aos seus amados enquanto eles dormem (Sl 127.2). Devemos lançar sobre Ele todas as nossas ansiedades, pois é Ele quem cuida de nós (1 Pe 5.7). É Ele quem guerreia as nossas guerras (1 Sm 17.47). Ele tem autoridade para fazer o mar se acalmar e a tempestade cessar. Nós podemos, e devemos clamar pelo nome de Jesus, mas nunca nos desesperar. Pois quem confia, descansa, não se apavora. Lembre-se do que nos diz a letra de uma antiga canção do Grupo Milad: "É Meu, somente Meu, todo trabalho, e o teu trabalho é descansar em mim...". Descanse no Senhor! Deixe Ele trabalhar por você, cuidar de você e pelejar por você! Agindo assim, nós também conseguiremos dormir em meio a tempestade.
Parabéns Drica!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
A Bíblia nos fala que ao cair da tarde, Jesus decide passar com os seus discípulos para a outra margem. Eles deixaram a multidão, e foram de barco para o outro lado. No meio do percurso, Jesus adormece sobre uma almofada na popa do barco. Quando surge uma tempestade de vento, que levantou as ondas por cima do barco, enchendo-o de água. Os discípulos, apavorados, foram acordar a Jesus dizendo: "Senhor, salva-nos! Vamos morrer! Não te importa que pereçamos?". Jesus acordou e perguntou: "Por que vocês estão com tanto medo, homens de pequena fé?". Então Ele se levantou e repreendeu os ventos e o mar, e fez-se completa bonança. Os discípulos ficaram perplexos e perguntaram: "Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?".
Jovem, nós também, muita das vezes, nos deparamos com algumas tempestades. Não de ventos, mas de problemas. E não são as ondas que se levantam com o vento, mas sim os nossos inimigos, com calúnias e injúrias. Daí, nós também ficamos apavorados, achando que é o fim, que não vamos conseguir suportar, que vamos morrer. E em meio a toda essa tempestade, quando olhamos para Jesus, Ele está dormindo, descansando, sem a menor preocupação.
No Sl 121.4, o salmista declara que o nosso Deus não dorme e nem descansa. Em Jo 5.17, Jesus declara que Ele e o Pai não cessam de trabalhar. Tudo isso, para que eu e você não tenhamos com o que nos preocupar. Devemos seguir o conselho do salmista (Sl 37.7), e descansar, dormir como Jesus. O salmista também nos declara que o Senhor dá aos seus amados enquanto eles dormem (Sl 127.2). Devemos lançar sobre Ele todas as nossas ansiedades, pois é Ele quem cuida de nós (1 Pe 5.7). É Ele quem guerreia as nossas guerras (1 Sm 17.47). Ele tem autoridade para fazer o mar se acalmar e a tempestade cessar. Nós podemos, e devemos clamar pelo nome de Jesus, mas nunca nos desesperar. Pois quem confia, descansa, não se apavora. Lembre-se do que nos diz a letra de uma antiga canção do Grupo Milad: "É Meu, somente Meu, todo trabalho, e o teu trabalho é descansar em mim...". Descanse no Senhor! Deixe Ele trabalhar por você, cuidar de você e pelejar por você! Agindo assim, nós também conseguiremos dormir em meio a tempestade.
Parabéns Drica!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
sábado, 20 de fevereiro de 2010
NOSSO ALVO - AGRADAR A DEUS (Rm 12.1)
Em sua carta destinada aos cristãos de Roma, o apóstolo Paulo pede para que eles se apresentem diante de Deus como um sacrifício vivo, santo e agradável.
Apresentar-se - Andar na presença de Deus; postura ativa de oferecer-se à Deus.
Sacrifício - Os sacrifícios no Antigo Testamento eram chamados de aceitáveis; a Lei ensinava como oferecer sacrifícios aceitáveis e quais sacrifícios eram inaceitáveis (Lv 22.17).
Vivo, santo e agradável - Qualifica o tipo de sacrifício que agrada a Deus, o culto de coração e não de ritos (Sl 69.30,31; Pv 21.3).
Agradar - Fazer a vontade de alguém; na linguagem do Antigo Testamento é o mesmo que "achar graça aos olhos de alguém". Exemplos de pessoas que "acharam graça aos olhos de Deus": Moisés (Êx 33.12), Maria (Lc 1.30) e Jesus (Mt 3.17; 17.5; 2 Pe 1.17).
Agradar a Deus - O alvo do novo homem
O que agrada a Deus, ou quem agrada a Deus? Cristo e todos aqueles que fazem a Sua vontade. Jesus sempre fez a vontade do Pai (Jo 4.34; 5.30; 6.38-40; 8.29). O verdadeiro cristão busca sempre agradar a Deus e não a si mesmo (2 Tm 2.4; Ef 6.6).
Agradar a Deus - Não agradar a si mesmo
Não devemos agradar a nós mesmos (1 Ts 4.1). Não devemos agradar a homens (Gl 1.10; Ef 6.6; Cl 3.22; 1 Ts 2.4).
Agradar a Deus - Agradando o próximo
Quando fazemos o bem ao nosso próximo, também estamos agradando a Deus (Rm 15.1-3; 1 Co 10.33).
Agradar a Deus - Obediência e interdependência
Se a raiz do pecado é a rebelião e a autonomia, certamente a obediência e a interdependência têm papel fundamental na vida cristã (Sl 19.14; 37.4; 2 Co 5.9; Ef 5.10; Cl 1.10; Hb 10.38; 12.28). Devemos obedecer aos nossos pais (Ef 6.1; Cl 3.20; 1 Tm 5.4), obedecer aos nossos superiores (Ef 6.5; Cl 3.22; Tt 2.9) e obedecer aos nossos pastores (Hb 13.7,17).
Agradar a Deus - Serviço racional
O "vosso culto racional" é a apresentação contínua de si mesmo a Deus. Paulo evoca o serviço religioso do templo e acrescenta uma qualificação - racional, ou apropriada; ele se refere ao papel da mente renovada, transformada na vida cristã em contraste com ritos e sacrifícios de animais.
Jovem, agradar é dar graça a alguém; agradecer é retribuir a graça recebida. Que possamos agradar a Deus, e também sermos gratos a Ele por tudo (1 Ts 5.18).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Apresentar-se - Andar na presença de Deus; postura ativa de oferecer-se à Deus.
Sacrifício - Os sacrifícios no Antigo Testamento eram chamados de aceitáveis; a Lei ensinava como oferecer sacrifícios aceitáveis e quais sacrifícios eram inaceitáveis (Lv 22.17).
Vivo, santo e agradável - Qualifica o tipo de sacrifício que agrada a Deus, o culto de coração e não de ritos (Sl 69.30,31; Pv 21.3).
Agradar - Fazer a vontade de alguém; na linguagem do Antigo Testamento é o mesmo que "achar graça aos olhos de alguém". Exemplos de pessoas que "acharam graça aos olhos de Deus": Moisés (Êx 33.12), Maria (Lc 1.30) e Jesus (Mt 3.17; 17.5; 2 Pe 1.17).
Agradar a Deus - O alvo do novo homem
O que agrada a Deus, ou quem agrada a Deus? Cristo e todos aqueles que fazem a Sua vontade. Jesus sempre fez a vontade do Pai (Jo 4.34; 5.30; 6.38-40; 8.29). O verdadeiro cristão busca sempre agradar a Deus e não a si mesmo (2 Tm 2.4; Ef 6.6).
Agradar a Deus - Não agradar a si mesmo
Não devemos agradar a nós mesmos (1 Ts 4.1). Não devemos agradar a homens (Gl 1.10; Ef 6.6; Cl 3.22; 1 Ts 2.4).
Agradar a Deus - Agradando o próximo
Quando fazemos o bem ao nosso próximo, também estamos agradando a Deus (Rm 15.1-3; 1 Co 10.33).
Agradar a Deus - Obediência e interdependência
Se a raiz do pecado é a rebelião e a autonomia, certamente a obediência e a interdependência têm papel fundamental na vida cristã (Sl 19.14; 37.4; 2 Co 5.9; Ef 5.10; Cl 1.10; Hb 10.38; 12.28). Devemos obedecer aos nossos pais (Ef 6.1; Cl 3.20; 1 Tm 5.4), obedecer aos nossos superiores (Ef 6.5; Cl 3.22; Tt 2.9) e obedecer aos nossos pastores (Hb 13.7,17).
Agradar a Deus - Serviço racional
O "vosso culto racional" é a apresentação contínua de si mesmo a Deus. Paulo evoca o serviço religioso do templo e acrescenta uma qualificação - racional, ou apropriada; ele se refere ao papel da mente renovada, transformada na vida cristã em contraste com ritos e sacrifícios de animais.
Jovem, agradar é dar graça a alguém; agradecer é retribuir a graça recebida. Que possamos agradar a Deus, e também sermos gratos a Ele por tudo (1 Ts 5.18).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
"TRANSFORMADOS DE GLÓRIA EM GLÓRIA" (2 Co 3.18)
Depois de passar quarenta dias e quarenta noites no cume do monte Sinai, recebendo do próprio Deus instruções a respeito do Tabernáculo e os Dez Mandamentos, Moisés desce do monte sem perceber a transformação pela qual passara.
A pele do seu rosto resplandecia a ponto de Arão e todos os filhos de Israel temerem de achegar-se a ele (Êx 34.29,30). E o que Moisés fez? Pôs um véu sobre o seu rosto (Êx 34.33).
Diferente do que fez Moisés, o apóstolo Paulo declara que devemos ter o rosto descoberto para refletirmos a glória do Senhor. Quando experimentamos, como Moisés, da presença, do amor, da justiça e do poder de Deus, através da oração e da comunhão com o Espírito de Deus, permanecemos nEle e na Sua Palavra. Isto resulta em sermos transformados à Sua semelhança (2 Co 4.6).
O profeta Isaías, em uma de suas profecias messianicas, declara que com a vinda do Messias, a glória de Deus estaria entre o Seu povo, e muitos gentios buscariam a luz (Is 60.1-5). O Novo Testamento aplica estes versículos ao Ministério ungido de Jesus na Galiléia (Mt 4.16).
Jesus declara que os Seus discípulos são a luz do mundo (Mt 5.14), e que eles têm que resplandecer diante dos homens (Mt 5.16).
Mas essa transformação da qual estamos falando é progressiva e parcial (Pv 4.18). Quando, porém, Cristo voltar, nós O contemplaremos face a face, e a nossa transformação será completa (1 Jo 3.2).
Jovem, sigamos o conselho do apóstolo Paulo em Rm 12.2, "E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento..."
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
A pele do seu rosto resplandecia a ponto de Arão e todos os filhos de Israel temerem de achegar-se a ele (Êx 34.29,30). E o que Moisés fez? Pôs um véu sobre o seu rosto (Êx 34.33).
Diferente do que fez Moisés, o apóstolo Paulo declara que devemos ter o rosto descoberto para refletirmos a glória do Senhor. Quando experimentamos, como Moisés, da presença, do amor, da justiça e do poder de Deus, através da oração e da comunhão com o Espírito de Deus, permanecemos nEle e na Sua Palavra. Isto resulta em sermos transformados à Sua semelhança (2 Co 4.6).
O profeta Isaías, em uma de suas profecias messianicas, declara que com a vinda do Messias, a glória de Deus estaria entre o Seu povo, e muitos gentios buscariam a luz (Is 60.1-5). O Novo Testamento aplica estes versículos ao Ministério ungido de Jesus na Galiléia (Mt 4.16).
Jesus declara que os Seus discípulos são a luz do mundo (Mt 5.14), e que eles têm que resplandecer diante dos homens (Mt 5.16).
Mas essa transformação da qual estamos falando é progressiva e parcial (Pv 4.18). Quando, porém, Cristo voltar, nós O contemplaremos face a face, e a nossa transformação será completa (1 Jo 3.2).
Jovem, sigamos o conselho do apóstolo Paulo em Rm 12.2, "E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento..."
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
A ÓPTICA DE DEUS - ME VENDO COMO DEUS ME VÊ
Hoje, nós vamos falar sobre um dos nossos cinco sentidos: a visão. Enquanto que a visão do homem é limitada, a visão de Deus vai mais além (1 Co 2.9-16).
O que é óptica? Óptica, segundo o meu Minidicionário Aurélio, é a maneira de ver, de julgar, de sentir. Isso tudo está ligado ao sentido da visão. A forma como eu vejo ou encaro as pessoas, os problemas e as situações. A forma como eu julgo as pessoas e suas ações. As emoções que eu sinto ao ver uma determinada cena ou imagem. Isso tudo é óptica.
Após rejeitar a Saul como rei de Israel, o Senhor envia o profeta Samuel à casa de Jessé, para ungir um novo rei (1 Sm 16.1-13). Mesmo sentindo dó de Saul e temendo ser vítima da sua ira, Samuel obedece ao Senhor. Ele enche o seu vaso de azeite, e como pretexto, toma uma bezerra nas mãos, para ir à casa de Jessé sacrificar ao Senhor.
Quando Samuel chegou à casa de Jessé, logo descobriu que teria que resolver um problema maior do que esperava. Jessé tinha muitos filhos, jovens, altos, fortes e simpáticos. Como ele (Samuel) saberia quem Deus escolhera para ser o próximo rei de Israel?
Sem revelar a ninguém o verdadeiro propósito de sua vinda, depois do sacrifício, Samuel pede a Jessé que lhe apresente seus filhos. O primeiro foi Eliabe, o mais velho. A Bíblia nos diz que ele era jovem, alto e de boa aparência, e Samuel achou que era o rapaz ideal. Mas Deus disse: "Não atentes para sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei..." (1 Sm 16.7a). A Bíblia não relata exatamente por que Deus rejeitou a Eliabe, mas declara que a óptica de Deus é diferente da do homem. Enquanto o homem vê o exterior, a aparência, a imagem, o reflexo; Deus vê o coração, o interior, os pensamentos e os sentimentos (1 Sm 16.7b). Deus também não nos julga pela nossa aparência, porque Ele sabe, melhor do que ninguém, que as aparências enganam.
A Bíblia também nos declara que os pensamentos e os caminhos de Deus não são os do homem natural (Is 55.8,9). Mas a mente e o coração podem ser renovados e transformados quando se vive para Deus (Rm 12.1,2).
Então, Jessé chamou seu segundo filho, Abinadabe. Mas enquanto Samuel o saudava calorosamente, Deus lhe sussurrou que tão pouco escolhera a ele também. Depois foi apresentado Sama, e outra vez aconteceu a mesma coisa (1 sm 16.8,9). Jessé, então apresentou seu quarto filho, depois o quinto, o sexto e o sétimo. Mas à medida que os rapazes foram sendo apresentados a Samuel, Deus foi lhe dizendo: "Este não", "Este não", "Este não". Deus rejeitara os sete filhos de Jessé, mas ainda restava o menor, o que estava apascentando as ovelhas (1 Sm 16.10,11).
A Bíblia diz que Davi era "ruivo, e formoso de semblante, e de boa presença" (1 Sm 16.12). Apesar de ter sido esquecido e desprezado pela sua própria família, Deus o escolheu. Já em tenra idade, ele cultivava um coração voltado para Deus como seu pastor espiritual (Sl 23). O fiel coração de Davi diante de Deus foi a razão da sua escolha, por Deus, para ser o próximo rei de Israel. Ele é mencionado como um homem conforme o coração de Deus (1 Sm 13.14).
Apesar de ter sido desprezado pelo seu próprio irmão (1 Sm 17.28), pelo seu adversário (1 Sm 17.42), e até mesmo por sua própria esposa (2 Sm 6.16), Davi sabia o que fazer para não ser desprezado por Deus e atrair o Seu olhar para ele (Sl 51.17). Davi conhecia a óptica de Deus (Sl 11.4; 32.8; 33.18; 139.16). Deus, na Sua onipresença e onisciência, consegue enxergar o futuro, o oculto, o secreto. Os Seus olhos contemplam tudo (Jó 34.21; Pv 15.3).
Jovem, o olhar do homem o induz a fazer um mau julgamento, pois ele só consegue vê o exterior. Mas o olhar de Deus sonda e conhece o interior (Sl 139.23,24). Como você tem se visto? Como Deus te vê? Saiba que, assim como Davi, o Senhor nos escolheu (1 Co 1.27-31), e nós somos dEle (1 Pe 2.9,10).
E por falar em visão, quero aproveitar a oportunidade, para pedir a todos que estejam orando pelo nosso irmão Alexander. Ele estará viajando para São Paulo, para fazer um transplante de córneas. Vamos todos interceder, pela cirurgia e a recuperação do nosso irmão.
Alexander, Deus é contigo!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
O que é óptica? Óptica, segundo o meu Minidicionário Aurélio, é a maneira de ver, de julgar, de sentir. Isso tudo está ligado ao sentido da visão. A forma como eu vejo ou encaro as pessoas, os problemas e as situações. A forma como eu julgo as pessoas e suas ações. As emoções que eu sinto ao ver uma determinada cena ou imagem. Isso tudo é óptica.
Após rejeitar a Saul como rei de Israel, o Senhor envia o profeta Samuel à casa de Jessé, para ungir um novo rei (1 Sm 16.1-13). Mesmo sentindo dó de Saul e temendo ser vítima da sua ira, Samuel obedece ao Senhor. Ele enche o seu vaso de azeite, e como pretexto, toma uma bezerra nas mãos, para ir à casa de Jessé sacrificar ao Senhor.
Quando Samuel chegou à casa de Jessé, logo descobriu que teria que resolver um problema maior do que esperava. Jessé tinha muitos filhos, jovens, altos, fortes e simpáticos. Como ele (Samuel) saberia quem Deus escolhera para ser o próximo rei de Israel?
Sem revelar a ninguém o verdadeiro propósito de sua vinda, depois do sacrifício, Samuel pede a Jessé que lhe apresente seus filhos. O primeiro foi Eliabe, o mais velho. A Bíblia nos diz que ele era jovem, alto e de boa aparência, e Samuel achou que era o rapaz ideal. Mas Deus disse: "Não atentes para sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei..." (1 Sm 16.7a). A Bíblia não relata exatamente por que Deus rejeitou a Eliabe, mas declara que a óptica de Deus é diferente da do homem. Enquanto o homem vê o exterior, a aparência, a imagem, o reflexo; Deus vê o coração, o interior, os pensamentos e os sentimentos (1 Sm 16.7b). Deus também não nos julga pela nossa aparência, porque Ele sabe, melhor do que ninguém, que as aparências enganam.
A Bíblia também nos declara que os pensamentos e os caminhos de Deus não são os do homem natural (Is 55.8,9). Mas a mente e o coração podem ser renovados e transformados quando se vive para Deus (Rm 12.1,2).
Então, Jessé chamou seu segundo filho, Abinadabe. Mas enquanto Samuel o saudava calorosamente, Deus lhe sussurrou que tão pouco escolhera a ele também. Depois foi apresentado Sama, e outra vez aconteceu a mesma coisa (1 sm 16.8,9). Jessé, então apresentou seu quarto filho, depois o quinto, o sexto e o sétimo. Mas à medida que os rapazes foram sendo apresentados a Samuel, Deus foi lhe dizendo: "Este não", "Este não", "Este não". Deus rejeitara os sete filhos de Jessé, mas ainda restava o menor, o que estava apascentando as ovelhas (1 Sm 16.10,11).
A Bíblia diz que Davi era "ruivo, e formoso de semblante, e de boa presença" (1 Sm 16.12). Apesar de ter sido esquecido e desprezado pela sua própria família, Deus o escolheu. Já em tenra idade, ele cultivava um coração voltado para Deus como seu pastor espiritual (Sl 23). O fiel coração de Davi diante de Deus foi a razão da sua escolha, por Deus, para ser o próximo rei de Israel. Ele é mencionado como um homem conforme o coração de Deus (1 Sm 13.14).
Apesar de ter sido desprezado pelo seu próprio irmão (1 Sm 17.28), pelo seu adversário (1 Sm 17.42), e até mesmo por sua própria esposa (2 Sm 6.16), Davi sabia o que fazer para não ser desprezado por Deus e atrair o Seu olhar para ele (Sl 51.17). Davi conhecia a óptica de Deus (Sl 11.4; 32.8; 33.18; 139.16). Deus, na Sua onipresença e onisciência, consegue enxergar o futuro, o oculto, o secreto. Os Seus olhos contemplam tudo (Jó 34.21; Pv 15.3).
Jovem, o olhar do homem o induz a fazer um mau julgamento, pois ele só consegue vê o exterior. Mas o olhar de Deus sonda e conhece o interior (Sl 139.23,24). Como você tem se visto? Como Deus te vê? Saiba que, assim como Davi, o Senhor nos escolheu (1 Co 1.27-31), e nós somos dEle (1 Pe 2.9,10).
E por falar em visão, quero aproveitar a oportunidade, para pedir a todos que estejam orando pelo nosso irmão Alexander. Ele estará viajando para São Paulo, para fazer um transplante de córneas. Vamos todos interceder, pela cirurgia e a recuperação do nosso irmão.
Alexander, Deus é contigo!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
CONHECENDO A DEUS
Samuel significa "Deus ouviu". Filho de Ana e Elcana e o último dos juizes de Israel. Sua mãe era uma mulher piedosa. Ele nasceu em resposta às suas orações (1 Sm 1.9-11). Ela o dedicou ao Senhor antes de seu nascimento (1 Sm 1.11). Levou-o a Silo muito cedo, para ser educado pelo sacerdote Eli (1 Sm 1.24-28). Ela, com muito amor, lhe fazia uma túnica a cada ano (1 Sm 2.19). A infância de Samuel foi parecida com a de Cristo. Ele ministrava perante o Senhor sendo ainda menino (1 Sm 2.18-26). Ele teve um dos mais maravilhosos chamados para o serviço do Senhor (1 Sm 3.1-18).
Nessa época, Israel vivia dias de trevas e pobreza espirituais (1 Sm 3.1). O sacerdote Eli já era velho, cego, surdo e pesado (1 Sm 3.2,8; 4.18). Seus filhos, Hofni e Finéias, eram jovens pecaminosos e não conheciam o Senhor (1 Sm 2.12). O fracasso de Eli, como pai e ministro do Senhor, resultou no seguinte:
1. O castigo divino sobre ele, seus filhos e sua família (1 Sm 2.30-36; 4.17,18);
2. Relaxamento no respeito ao ministério (1 Sm 2.17);
3. Relaxamento espiritual do povo de Deus (1 Sm 2.22-24);
4. O afastamento da glória de Deus, de Israel (1 Sm 4.21).
Mesmo servindo ao Senhor perante Eli, Samuel também, ainda não conhecia o Senhor(1 Sm 3.7). Até, que Deus o chama (1 Sm 3.8-10). Ele torna-se profeta, sacerdote e juíz em Israel (1 Sm 3.19-21).
Jovem, conhecer o Senhor é se relacionar e conviver com Ele. Deus sempre se relacionou com o homem. Desde o princípio, quando passeava no jardim do Éden, pela viração do dia, e conversava com Adão (Gn 3.8). Mas o pecado fez com que o homem se separasse de Deus (Rm 3.23). No entanto, Ele promete estar perto de todos que se afastam do pecado, que purificam seus corações e que O invocam verdadeiramente arrependidos. A comunhão com Deus trará Sua presença, graça, bênçãos e amor (Tg 4.8). Temos, tão somente, que fazer a nossa parte (Jr 29.13; Mt 7.7,8).
A declaração de Jó (Jó 42.5) - Ele teve uma experiência pessoal com Deus. E você, jovem, já conhece o Senhor?
"Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor" (Os 6.3a), e sigamos o exemplo de Enoque, que andou com Deus (Gn 5.24a), e de Abraão, que "creu em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus" (Tg 2.23).
Jovem, relacione-se e conviva com Deus, O conhecendo dia após dia.
Que Deus nos abençoe!
P.S.: Quero agradecer ao meu grande e amado amigo Cláudio, por ter me ajudado a postar as mensagens, aqui no nosso Blog, durante os dias de carnaval. Muito obrigado, amigo! Que Deus lhe recompense!
Pr. Gabriel N. da Silva
Nessa época, Israel vivia dias de trevas e pobreza espirituais (1 Sm 3.1). O sacerdote Eli já era velho, cego, surdo e pesado (1 Sm 3.2,8; 4.18). Seus filhos, Hofni e Finéias, eram jovens pecaminosos e não conheciam o Senhor (1 Sm 2.12). O fracasso de Eli, como pai e ministro do Senhor, resultou no seguinte:
1. O castigo divino sobre ele, seus filhos e sua família (1 Sm 2.30-36; 4.17,18);
2. Relaxamento no respeito ao ministério (1 Sm 2.17);
3. Relaxamento espiritual do povo de Deus (1 Sm 2.22-24);
4. O afastamento da glória de Deus, de Israel (1 Sm 4.21).
Mesmo servindo ao Senhor perante Eli, Samuel também, ainda não conhecia o Senhor(1 Sm 3.7). Até, que Deus o chama (1 Sm 3.8-10). Ele torna-se profeta, sacerdote e juíz em Israel (1 Sm 3.19-21).
Jovem, conhecer o Senhor é se relacionar e conviver com Ele. Deus sempre se relacionou com o homem. Desde o princípio, quando passeava no jardim do Éden, pela viração do dia, e conversava com Adão (Gn 3.8). Mas o pecado fez com que o homem se separasse de Deus (Rm 3.23). No entanto, Ele promete estar perto de todos que se afastam do pecado, que purificam seus corações e que O invocam verdadeiramente arrependidos. A comunhão com Deus trará Sua presença, graça, bênçãos e amor (Tg 4.8). Temos, tão somente, que fazer a nossa parte (Jr 29.13; Mt 7.7,8).
A declaração de Jó (Jó 42.5) - Ele teve uma experiência pessoal com Deus. E você, jovem, já conhece o Senhor?
"Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor" (Os 6.3a), e sigamos o exemplo de Enoque, que andou com Deus (Gn 5.24a), e de Abraão, que "creu em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus" (Tg 2.23).
Jovem, relacione-se e conviva com Deus, O conhecendo dia após dia.
Que Deus nos abençoe!
P.S.: Quero agradecer ao meu grande e amado amigo Cláudio, por ter me ajudado a postar as mensagens, aqui no nosso Blog, durante os dias de carnaval. Muito obrigado, amigo! Que Deus lhe recompense!
Pr. Gabriel N. da Silva
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
A FÉ PERFEITA NO DEUS QUE É, QUE ESTÁ, QUE AJUDARÁ E QUE FAZ (Sl 46)
Olá Juventude Sarada!
Depois de um dia de descanso, estou aqui para postar uma nova mensagem de fé para vocês.
Embora todo crente, às vezes, passe por tempos de aridez espiritual (Sl 44), isto não é normal. Deus quer estar perto do Seu povo e prover-lhe ajuda e consolo. O Salmo 46 evidencia fé e confiança num Deus que É, que Está, que Ajudará o Seu povo em ocasiões de instabilidade e insegurança e que Faz maravilhas.
Deus É o nosso refúgio e fortaleza (vv.1,2) - "Refúgio" fala de abrigo no perigo, mostrando que Deus É nossa real segurança nas tormentas da vida (Is 4.5,6; Sl 91.4). "Fortaleza" refere-se à força divina na peleja do crente contra seus inimigos (Sl 21.8; Êx 15.13) e inclui o poder de Deus que opera em nós (Cl 1.29) e nos capacita a vencer os obstáculos da vida. Deus É "socorro bem presente na angústia". Ele É suficiente em qualquer situação e nunca nos deixa só. Por isso, não precisamos temer. Ele É Deus (v.10).
Ele É Jeová-Rafá, "o Senhor que cura" (Êx 15.26).
Ele É Jeová-Nissi, "o Senhor nossa bandeira" (Êx 17.8-15).
Ele É Jeová-Shalom, "o Senhor nossa paz" (Jz 6.24).
Ele É Jeová-Ra'ah, "o Senhor meu pastor" (Sl 23.1).
Ele É Jeová-Tsidkenu, "o Senhor nossa justiça" (Jr 23.6).
Ele É Jeová-Jireh, "o Senhor que provê" (Gn 22.14).
Ele É Jeová-Shammah, "o Senhor está ali" (Ez 48.35).
Ele É El-Elyon, "o Deus altíssimo" (Gn 14.18-20).
Ele É El-Shaddai, "o Deus que é suficiente para as necessidades do Seu povo" (Ex 6.3).
Ele É El-Olam, "o eterno Deus" (Gn 21.33).
Ele É Adonai, "Senhor" ou "Mestre" (Ex 23.17; Is 10.16,33).
Deus Está no meio dela (v.5) - Ele Está ao alcance do Seu povo e quer que busquemos seu socorro em qualquer momento de necessidade (Hb 4.16).
A presença de Deus consola na peregrinação terrena (Gn 28.15; 31.3; Ex 29.45).
A presença de Deus nos proporciona descanso (Ex 33.14; Lv 26.12).
A presença de Deus nos encoraja para as batalhas da vida (Dt 20.1).
A presença de Deus conforta nas provas (Is 43.2; Zc 2.10).
A presença de Deus garante resposta até mesmo aos menores grupos de crentes (Mt 18.19,20).
A presença de Deus permanece até o fim (Mt 28.20).
Deus Está conosco (vv.7,11).
Deus a Ajudará (v.5) - Deus como ajudador do Seu povo (Dt 33.29; 2 Cr 25.8; Sl 27.9; 28.7; 40.17; 54.4; 116.6; Is 41.10; 50.9; Hb 13.6).
Deus Faz (v.9) - Maravilhas (Ex 4.21; 25.11; Js 3.5; Sl 77.14; Dn 4.3; Jl 2.30; At 6.8). As obras de Deus maravilhosas (Sl 8.3; 19.1; 26.7; 40.5; 111.4; 139.14; Ec 3.11; Ap 15.3). Deus Faz grandes coisas (Dt 10.21; 1 Sm 12.24; Jó 5.9; Sl 126.2; Mc 3.8, 5.19). As obras do Senhor (Gn 24.50; 1 Sm 3.11; Sl 118.23; 126.3; Is 28.21; 29.14; Mt 21.42).
Jovem, o nosso Deus É Tudo, Ele Está presente em Todos os momentos de nossa vida e em Todos os lugares, Ele nos Ajuda em Tudo e Faz Tudo perfeito.
Creia nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Depois de um dia de descanso, estou aqui para postar uma nova mensagem de fé para vocês.
Embora todo crente, às vezes, passe por tempos de aridez espiritual (Sl 44), isto não é normal. Deus quer estar perto do Seu povo e prover-lhe ajuda e consolo. O Salmo 46 evidencia fé e confiança num Deus que É, que Está, que Ajudará o Seu povo em ocasiões de instabilidade e insegurança e que Faz maravilhas.
Deus É o nosso refúgio e fortaleza (vv.1,2) - "Refúgio" fala de abrigo no perigo, mostrando que Deus É nossa real segurança nas tormentas da vida (Is 4.5,6; Sl 91.4). "Fortaleza" refere-se à força divina na peleja do crente contra seus inimigos (Sl 21.8; Êx 15.13) e inclui o poder de Deus que opera em nós (Cl 1.29) e nos capacita a vencer os obstáculos da vida. Deus É "socorro bem presente na angústia". Ele É suficiente em qualquer situação e nunca nos deixa só. Por isso, não precisamos temer. Ele É Deus (v.10).
Ele É Jeová-Rafá, "o Senhor que cura" (Êx 15.26).
Ele É Jeová-Nissi, "o Senhor nossa bandeira" (Êx 17.8-15).
Ele É Jeová-Shalom, "o Senhor nossa paz" (Jz 6.24).
Ele É Jeová-Ra'ah, "o Senhor meu pastor" (Sl 23.1).
Ele É Jeová-Tsidkenu, "o Senhor nossa justiça" (Jr 23.6).
Ele É Jeová-Jireh, "o Senhor que provê" (Gn 22.14).
Ele É Jeová-Shammah, "o Senhor está ali" (Ez 48.35).
Ele É El-Elyon, "o Deus altíssimo" (Gn 14.18-20).
Ele É El-Shaddai, "o Deus que é suficiente para as necessidades do Seu povo" (Ex 6.3).
Ele É El-Olam, "o eterno Deus" (Gn 21.33).
Ele É Adonai, "Senhor" ou "Mestre" (Ex 23.17; Is 10.16,33).
Deus Está no meio dela (v.5) - Ele Está ao alcance do Seu povo e quer que busquemos seu socorro em qualquer momento de necessidade (Hb 4.16).
A presença de Deus consola na peregrinação terrena (Gn 28.15; 31.3; Ex 29.45).
A presença de Deus nos proporciona descanso (Ex 33.14; Lv 26.12).
A presença de Deus nos encoraja para as batalhas da vida (Dt 20.1).
A presença de Deus conforta nas provas (Is 43.2; Zc 2.10).
A presença de Deus garante resposta até mesmo aos menores grupos de crentes (Mt 18.19,20).
A presença de Deus permanece até o fim (Mt 28.20).
Deus Está conosco (vv.7,11).
Deus a Ajudará (v.5) - Deus como ajudador do Seu povo (Dt 33.29; 2 Cr 25.8; Sl 27.9; 28.7; 40.17; 54.4; 116.6; Is 41.10; 50.9; Hb 13.6).
Deus Faz (v.9) - Maravilhas (Ex 4.21; 25.11; Js 3.5; Sl 77.14; Dn 4.3; Jl 2.30; At 6.8). As obras de Deus maravilhosas (Sl 8.3; 19.1; 26.7; 40.5; 111.4; 139.14; Ec 3.11; Ap 15.3). Deus Faz grandes coisas (Dt 10.21; 1 Sm 12.24; Jó 5.9; Sl 126.2; Mc 3.8, 5.19). As obras do Senhor (Gn 24.50; 1 Sm 3.11; Sl 118.23; 126.3; Is 28.21; 29.14; Mt 21.42).
Jovem, o nosso Deus É Tudo, Ele Está presente em Todos os momentos de nossa vida e em Todos os lugares, Ele nos Ajuda em Tudo e Faz Tudo perfeito.
Creia nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
sábado, 13 de fevereiro de 2010
ADORAÇÃO EXTRAVAGANTE (2 Sm 6.14-22)
Ontem, nós falamos sobre obediência, e citamos o exemplo de Davi. Hoje, nós vamos continuar citando Davi como exemplo de um adorador extravagante. Extravagante significa aquele que anda fora do seu lugar, que se afasta do habitual, do comum.
Davi, como o resgatador da glória de Deus, trouxe a arca à Jerusalém e transformou essa cidade em centro religioso e capital de Israel.
Davi, o cantor, compositor, guerreiro, o homem segundo o coração de Deus e o adorador que dançava e gritava intensamente celebrando a presença do Senhor. E Mical, a filha de Saul e esposa de Davi. Uma mulher observadora, apaixonada pela reputação própria e possivelmente pelo marido. Mulher de posição considerável, politicamente correta. No entanto, a mulher que desprezou em seu coração uma adoração honesta, sincera, transparente e espontânea por parte do próprio marido. Uma mulher que, por causa da atitude crítica e condenadora diante de uma espiritualidade simples, foi condenada à amargura da esterilidade no restante de sua vida.
Mical entendeu que Davi comportara-se de modo inconveniente para um rei de Israel. "Descobrir-se" significa que Davi estava sem as vestes reais e vestia uma simples túnica, como a dos escravos. Davi despiu-se de toda sua glória.
Nada soaria mais extravagante do que ver o rei, eleito por Deus, sacudindo-se de um lado para o outro, sob o som das cornetas, harpas e tamborins, e expondo-se ante a observação e o julgamento dos mais diferentes tipos de pessoas, das mais diferentes classes religiosas e sociais.
Não podemos, também, deixar de considerar extravagante a maneira como Jesus se portou na presença de certos pecadores (Mc 2.15-17). A Bíblia diz que os fariseus e os doutores da Lei rotularam Jesus de comilão e beberrão (Lc 7.34). Imagine a cena que se desenrolava durante aquele encontro: Jesus havia sido convidado por Mateus, aquele coletor de impostos, famoso por fazer parte do sistema que extorquia dinheiro do povo, para ir à sua casa e participar de um jantar para o qual havia convidado também outros colegas de trabalho, da rua, e quem sabe, companheiros de boteco. Que tipo de cena seria mais coerente com a situação e com a personalidade de Jesus: um Mestre cara fechada, estilo doutor da Lei, que apontava insistentemente para os pecados que lhe eram perceptíveis na vida dos ilustres companheiros de banquete? Ou seria, porventura, aquele Mestre, com diploma sem reconhecimento das melhores universidades da época, mas cheio de prazer, alegria e boas risadas, enquanto compartilhava amor - o sinal maior da manifestação do Reino - com aqueles miseráveis? E quer saber que expressão caberia melhor para descrever aquela cena litúrgica que Jesus vivenciou com aqueles pecadores? Extravagância. É isso aí... quanta extravagância! Como conceber a idéia do Espírito de Deus se regozijando no meio de pecadores, num ambiente de tanta carnalidade? Só mesmo a extravagância da graça para explicar esse fato (Rm 5.20).
Outros exemplos de adoração e adoradores extravagantes é o da pecadora que ungiu os pés de Jesus (Lc 7.36-38) e de Maria de Betânia (Jo 12.1-3). A adoração extravagante da mulher pecadora foi chorar aos pés de Jesus, enxugá-los com seus próprios cabelos, beijá-los e ungir com unguento. Já a adoração extravagante de Maria de Betânia foi quebrar o vaso, derramar o perfume e enxugar os pés de Jesus com seus próprios cabelos. Observe que ambas utilizaram seus próprios cabelos para enxugar os pés de Jesus. Isto significa que elas abriram mão da própria honra e glória para adorar Aquele que é digno de receber todo o louvor.
Jesus era, definitivamente extravagante, como também os seus seguidores. E isso incomodou muito os seus compatriotas judeus.
Jovem, por que nos incomodamos tanto com a forma dos outros adorarem e não nos incomodamos com a nossa própria falta de frutos que glorificam o Pai?
Pense nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Davi, como o resgatador da glória de Deus, trouxe a arca à Jerusalém e transformou essa cidade em centro religioso e capital de Israel.
Davi, o cantor, compositor, guerreiro, o homem segundo o coração de Deus e o adorador que dançava e gritava intensamente celebrando a presença do Senhor. E Mical, a filha de Saul e esposa de Davi. Uma mulher observadora, apaixonada pela reputação própria e possivelmente pelo marido. Mulher de posição considerável, politicamente correta. No entanto, a mulher que desprezou em seu coração uma adoração honesta, sincera, transparente e espontânea por parte do próprio marido. Uma mulher que, por causa da atitude crítica e condenadora diante de uma espiritualidade simples, foi condenada à amargura da esterilidade no restante de sua vida.
Mical entendeu que Davi comportara-se de modo inconveniente para um rei de Israel. "Descobrir-se" significa que Davi estava sem as vestes reais e vestia uma simples túnica, como a dos escravos. Davi despiu-se de toda sua glória.
Nada soaria mais extravagante do que ver o rei, eleito por Deus, sacudindo-se de um lado para o outro, sob o som das cornetas, harpas e tamborins, e expondo-se ante a observação e o julgamento dos mais diferentes tipos de pessoas, das mais diferentes classes religiosas e sociais.
Não podemos, também, deixar de considerar extravagante a maneira como Jesus se portou na presença de certos pecadores (Mc 2.15-17). A Bíblia diz que os fariseus e os doutores da Lei rotularam Jesus de comilão e beberrão (Lc 7.34). Imagine a cena que se desenrolava durante aquele encontro: Jesus havia sido convidado por Mateus, aquele coletor de impostos, famoso por fazer parte do sistema que extorquia dinheiro do povo, para ir à sua casa e participar de um jantar para o qual havia convidado também outros colegas de trabalho, da rua, e quem sabe, companheiros de boteco. Que tipo de cena seria mais coerente com a situação e com a personalidade de Jesus: um Mestre cara fechada, estilo doutor da Lei, que apontava insistentemente para os pecados que lhe eram perceptíveis na vida dos ilustres companheiros de banquete? Ou seria, porventura, aquele Mestre, com diploma sem reconhecimento das melhores universidades da época, mas cheio de prazer, alegria e boas risadas, enquanto compartilhava amor - o sinal maior da manifestação do Reino - com aqueles miseráveis? E quer saber que expressão caberia melhor para descrever aquela cena litúrgica que Jesus vivenciou com aqueles pecadores? Extravagância. É isso aí... quanta extravagância! Como conceber a idéia do Espírito de Deus se regozijando no meio de pecadores, num ambiente de tanta carnalidade? Só mesmo a extravagância da graça para explicar esse fato (Rm 5.20).
Outros exemplos de adoração e adoradores extravagantes é o da pecadora que ungiu os pés de Jesus (Lc 7.36-38) e de Maria de Betânia (Jo 12.1-3). A adoração extravagante da mulher pecadora foi chorar aos pés de Jesus, enxugá-los com seus próprios cabelos, beijá-los e ungir com unguento. Já a adoração extravagante de Maria de Betânia foi quebrar o vaso, derramar o perfume e enxugar os pés de Jesus com seus próprios cabelos. Observe que ambas utilizaram seus próprios cabelos para enxugar os pés de Jesus. Isto significa que elas abriram mão da própria honra e glória para adorar Aquele que é digno de receber todo o louvor.
Jesus era, definitivamente extravagante, como também os seus seguidores. E isso incomodou muito os seus compatriotas judeus.
Jovem, por que nos incomodamos tanto com a forma dos outros adorarem e não nos incomodamos com a nossa própria falta de frutos que glorificam o Pai?
Pense nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
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