Estamos no mês de novembro, o mês de aniversário da nossa Igreja. Há oito anos, a Igreja Evangélica Ministério Águas que Saram vem sarando vidas, lares e famílias. Podemos até citar aqui, vários exemplos disso, tais como: o Dc. Naldo e toda sua família; Mestre Vicente e família; o casamento da Lidiane com o Camilo; Isabela, Rafaela e Nivia caminhando juntas na presença de Deus; a Irmã Ilma, fruto da perseverança de uma adolescente (na época) transformada por Deus (Isabela); Os Eduardos e suas respectivas esposas Graciane e Micaela; o pequeno Samuel, resposta de oração de toda família Águas que Saram; Andreia, que foi pescada em pleno passeio no Bosque da Barra; "Drica" com seus filhotinhos Renato e Roberto, frutos de muita oração e do grande amor de Deus; da conversão da "Tina", passando pelo casamento dela com o Dc. Julio, até o nascimento do pequeno Pedro, quanta bênção e vitória; Rafael e Lisiane, o casal revelação em 2010 (o Mendigo e a Branca de Neve); Cátia, a nossa missionária em pleno Morro da Gerusa, trazendo outras famílias para Cristo; etc.
Mesmo assim, no decorrer desses oito anos, muitas pessoas vieram, mas também se foram. Algumas, deixaram muita saudade, tais como os nossos amados e inesquecíveis irmãos Dc. Nilton, sua esposa Amélia e a Dca. Leila. Partiram para o outro lado da vida. Outras, continuam nos dando alegrias, mesmo de longe, como é o caso do Pb. Paulo Henrique, Junior e do Renato. Continuam florescendo, para a glória de Deus! Outras, infelizmente, se foram sem ao menos se despedirem. Até hoje, fica a pergunta no ar: por que elas se foram?
Para nós, que ficamos e continuamos não apenas "na boléia desse caminhão", mas ajudando a desatolá-lo sempre que necessário, fica a imensa alegria e satisfação de ver os frutos dessa obra. A Tia Adriana junto com as crianças, a cada apresentação e gincana nos surpreendem. Os adolescentes e jovens, também se destacando em suas atividades. Enfim, valeu apena tanto esforço!
Sendo assim, nos dias 12 13 14 e 15 de novembro, nós estaremos celebrando a Deus pelo 8º Aniversário da Igreja Evangélica Ministério Águas que Saram. Venha agradecer a Deus conosco, por mais uma primavera. Afinal de contas, se o aniversário é da Igreja, e se nós somos a Igreja, nós não podemos deixar de participar da nossa própria festa. E que presente dar à aniversariante? Mais convidados, para alegrarem ainda mais a sua festa. Pois "a festa é sua, hoje a festa é nossa, é de quem quiser e quem vier...". Ore, divulgue e participe!!!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Bem vindo ao Blog da Juventude da Igreja Evangélica Ministério Águas que Saram, na Estrada do Rio Grande, 2.515 - Taquara - Rio de Janeiro - RJ
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
A MORTE NÃO É O FIM
Hoje, dia 02 de novembro de 2010, é o Dia de Finados. O dia em que os cemitérios ficam lotados de pessoas, com flores e velas, rezando pelos seus mortos. Por isso, resolvi postar aqui, um texto extraído do Calendário Luz & Vida, que também foi publicado no Boletim Informativo da nossa Igreja de Nº 12, em 2006.
A MORTE NÃO É O FIM
Lá estavam os dois discípulos a comentar e lamentar como tudo havia se acabado. O mestre, tão novo ainda, traído, injustamente acusado e cruelmente executado. Morreu, e eles haviam visto tudo com seus próprios olhos.
E agora, o que fazer da vida? O mestre havia despertado em seus corações uma nova esperança; possuía uma atração, um mistério, uma sabedoria que os comovia e lhes dava tanta esperança. Agora estava morto.
De repente um viajante, que eles nem perceberam, entre na conversa e curioso pergunta sobre o acontecido. "Você não ouviu sobre o que aconteceu nesta páscoa? Os principais sacerdotes e nossas autoridades condenaram a Jesus, o nazareno, à morte, e o crucificaram, justo aquele que achávamos que haveria de redimir a Israel!"
O viajante começou então a falar e discorria sobre profecias que previram tudo o que havia acontecido. O dia estava se findando, e ouvindo aquelas coisas, os discípulos ficaram tão emocionados, que ao chegarem ao destino, constrangeram o viajante a ficar com eles.
Logo mais, ao iniciar a ceia, o viajante pega um pedaço de pão e dá graças ao Pai pelas dádivas daquele dia. Então eles o reconheceram: era Jesus! Era verdade, as profecias se cumpriram! - Jesus ressuscitou! E até hoje não podemos mais no calar! Todos precisam saber que a morte não é o fim! Não, em Jesus a morte não é o fim!!!
Hd'H
E você, jovem, tem se calado ou anunciado, que em Jesus a morte não é o fim? Pois Ele mesmo disse: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que crê em mim, nunca morrerá. Crês isto?" (Jo 11.25,26).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
A MORTE NÃO É O FIM
Lá estavam os dois discípulos a comentar e lamentar como tudo havia se acabado. O mestre, tão novo ainda, traído, injustamente acusado e cruelmente executado. Morreu, e eles haviam visto tudo com seus próprios olhos.
E agora, o que fazer da vida? O mestre havia despertado em seus corações uma nova esperança; possuía uma atração, um mistério, uma sabedoria que os comovia e lhes dava tanta esperança. Agora estava morto.
De repente um viajante, que eles nem perceberam, entre na conversa e curioso pergunta sobre o acontecido. "Você não ouviu sobre o que aconteceu nesta páscoa? Os principais sacerdotes e nossas autoridades condenaram a Jesus, o nazareno, à morte, e o crucificaram, justo aquele que achávamos que haveria de redimir a Israel!"
O viajante começou então a falar e discorria sobre profecias que previram tudo o que havia acontecido. O dia estava se findando, e ouvindo aquelas coisas, os discípulos ficaram tão emocionados, que ao chegarem ao destino, constrangeram o viajante a ficar com eles.
Logo mais, ao iniciar a ceia, o viajante pega um pedaço de pão e dá graças ao Pai pelas dádivas daquele dia. Então eles o reconheceram: era Jesus! Era verdade, as profecias se cumpriram! - Jesus ressuscitou! E até hoje não podemos mais no calar! Todos precisam saber que a morte não é o fim! Não, em Jesus a morte não é o fim!!!
Hd'H
E você, jovem, tem se calado ou anunciado, que em Jesus a morte não é o fim? Pois Ele mesmo disse: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que crê em mim, nunca morrerá. Crês isto?" (Jo 11.25,26).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
HUMILDES COMO UMA CRIANÇA, MAS MADUROS ESPIRITUALMENTE
Certa vez, os discípulos se aproximaram de Jesus, dizendo: "Quem é o maior no Reino dos céus?" (Mt 18.1). Então Jesus chamou uma criança, para usá-la como um exemplo de humildade (Mt 18.2-4).
Jovem, o Reino dos céus é para os humildes, os bondosos, os gentis, os desprendidos, como aquela criança.
Mas, em se tratando de maturidade espiritual, o apóstolo Paulo nos dá outra orientação: "para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro." (Ef 4.14). Ser espiritualmente maduro, significa não ser "meninos", os quais são instáveis, facilmente enganados pelas falsas doutrinas dos homens; pelo contrário, é conhecer a verdade, e assim saber rejeitar os falsos mestres. Ser espiritualmente maduro inclui falar "a verdade em caridade", ou "em amor" (Ef 4.15).
Jovem, a verdade do evangelho, conforme apresenta o Novo Testamento, deve ser crida com amor, apresentada com amor e defendida em espírito de amor. Esse amor é dirigido primeiramente a "Cristo" (Ef 4.15); em seguida, à igreja (Ef 4.16) e, finalmente, de uns para com os outros (Ef 4.32).
Se agirmos assim, chegaremos "à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo" (Ef 4.13).
Encerro a postagem de hoje, convidando a todos os seguidores e leitores do nosso Blog, a participarem do nosso 8º ENCONTRO JOVEM DO ANO DE 2010, com a FESTA BOM É SER CRIANÇA, que será realizado no próximo sábado, dia 30/10/10, das 17 às 22 horas, no Sítio Jardim do Éden, que fica na Estrada do Rio Grande, 4.057, na Taquara. Teremos brincadeiras, cama elástica, trenzinho de lanche, etc. Venha ser como criança com a gente!!!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
Jovem, o Reino dos céus é para os humildes, os bondosos, os gentis, os desprendidos, como aquela criança.
Mas, em se tratando de maturidade espiritual, o apóstolo Paulo nos dá outra orientação: "para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro." (Ef 4.14). Ser espiritualmente maduro, significa não ser "meninos", os quais são instáveis, facilmente enganados pelas falsas doutrinas dos homens; pelo contrário, é conhecer a verdade, e assim saber rejeitar os falsos mestres. Ser espiritualmente maduro inclui falar "a verdade em caridade", ou "em amor" (Ef 4.15).
Jovem, a verdade do evangelho, conforme apresenta o Novo Testamento, deve ser crida com amor, apresentada com amor e defendida em espírito de amor. Esse amor é dirigido primeiramente a "Cristo" (Ef 4.15); em seguida, à igreja (Ef 4.16) e, finalmente, de uns para com os outros (Ef 4.32).
Se agirmos assim, chegaremos "à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo" (Ef 4.13).
Encerro a postagem de hoje, convidando a todos os seguidores e leitores do nosso Blog, a participarem do nosso 8º ENCONTRO JOVEM DO ANO DE 2010, com a FESTA BOM É SER CRIANÇA, que será realizado no próximo sábado, dia 30/10/10, das 17 às 22 horas, no Sítio Jardim do Éden, que fica na Estrada do Rio Grande, 4.057, na Taquara. Teremos brincadeiras, cama elástica, trenzinho de lanche, etc. Venha ser como criança com a gente!!!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
terça-feira, 26 de outubro de 2010
"O AMIGO DE DEUS AMA A BÍBLIA" (Sl 119.97)
"Quanto amo a tua lei! É a minha meditação, todo o dia!" (Sl 119.97)
Outubro é o mês das crianças. Por todos os lugares, em todas as Igrejas, são realizados cultos, festas, confraternizações e congressos do Departamento Infantil. Só eu já preguei em dois congressos de duas Igrejas diferentes nesse mês. O último, foi no domingo passado, dia 24/10/10, na Assembléia de Deus em Campinho, na Congregação da Rua Maricá. Foi o 2º Congresso do Departamento Infantil, que teve como tema: "O Amigo de Deus ama a Bíblia" (Sl 119.97).
Como sempre, eu preguei utilizando um fantoche, que falou não só para as crianças, mas para todos os presentes, sobre dois personagens bíblicos que foram amigos de Deus: Josué e o apóstolo João.
Todos nós sabemos, que Josué foi escolhido para ser o sucessor de Moisés (Dt 31.7,8), afinal de contas, ele foi discípulo e amigo de Moisés. Josué acompanhava Moisés pra cima e pra baixo. Era como se fosse a própria sombra de Moisés. E ele aprendeu com Moisés a ser amigo de Deus. Às vezes, eu fico imaginando, como Josué deve ter reagido diante de tamanha responsabilidade? Muito provavelmente, ele deve ter ficado um tanto recioso e temeroso, caso contrário, o próprio Deus e Moisés não teriam lhe dito "não temas, nem te atemorizes" (Dt 31.8; Js 1.9). A verdade é que Josué, realmente, não tinha o que temer. Pois o próprio Deus lhe garantiu, que assim como havia sido amigo de Moisés, Ele também seria amigo de Josué. Deus estaria com ele, aonde quer que ele fosse. Um verdadeiro amigo age assim. Ele está sempre conosco, não importam quais sejam as circunstâncias e situações. Mas, um dos mais importantes conselhos que Deus deu a Josué, foi que ele não se separasse da Lei do Senhor (Js 1.7,8), que ele meditasse na Palavra de Deus dia e noite. Lembra do que está escrito no Sl 119.97? E se Josué desse ouvido a este conselho, e fizesse tudo conforme o Senhor havia lhe ordenado, ele seria bem sucedido, próspero e abençoado.
Você também, jovem, se der ouvido a voz do Senhor, como seu melhor amigo e conselheiro, fazendo tudo o que Ele te mandar, será exaltado por Ele sobre todas as nações da terra (Dt 28.1).
Agora, vamos falar do apóstolo João. Todos nós, também já sabemos, que João era o discípulo amado, o mais chegado a Jesus. Era o único que tinha o costume e a intimidade de se recostar no ombro de Jesus. João era amigo de Jesus. E quem é amigo do Filho, também é amigo do Pai. Em seu evangelho, João registrou uma das mais belas palavras do Senhor Jesus, a respeito daqueles que são verdadeiramente seus amigos e O amam. "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele" (Jo 14.21). Quem verdadeiramente ama a Jesus, e é amigo dEle, tem e guarda os Seus mandamentos. Todos aqueles que verdadeiramente amam a Jesus, também são amados por Ele e pelo Pai. A estes Ele se apresenta como um amigo íntimo.
Você também, jovem, não só pode, como deve desfrutar dessa amizade e intimidade. Basta, tão somente, amar a Palavra de Deus, observá-la e praticá-la, todos os dias da tua vida. E você será ricamente abençoado e muito amado. Creia nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Outubro é o mês das crianças. Por todos os lugares, em todas as Igrejas, são realizados cultos, festas, confraternizações e congressos do Departamento Infantil. Só eu já preguei em dois congressos de duas Igrejas diferentes nesse mês. O último, foi no domingo passado, dia 24/10/10, na Assembléia de Deus em Campinho, na Congregação da Rua Maricá. Foi o 2º Congresso do Departamento Infantil, que teve como tema: "O Amigo de Deus ama a Bíblia" (Sl 119.97).
Como sempre, eu preguei utilizando um fantoche, que falou não só para as crianças, mas para todos os presentes, sobre dois personagens bíblicos que foram amigos de Deus: Josué e o apóstolo João.
Todos nós sabemos, que Josué foi escolhido para ser o sucessor de Moisés (Dt 31.7,8), afinal de contas, ele foi discípulo e amigo de Moisés. Josué acompanhava Moisés pra cima e pra baixo. Era como se fosse a própria sombra de Moisés. E ele aprendeu com Moisés a ser amigo de Deus. Às vezes, eu fico imaginando, como Josué deve ter reagido diante de tamanha responsabilidade? Muito provavelmente, ele deve ter ficado um tanto recioso e temeroso, caso contrário, o próprio Deus e Moisés não teriam lhe dito "não temas, nem te atemorizes" (Dt 31.8; Js 1.9). A verdade é que Josué, realmente, não tinha o que temer. Pois o próprio Deus lhe garantiu, que assim como havia sido amigo de Moisés, Ele também seria amigo de Josué. Deus estaria com ele, aonde quer que ele fosse. Um verdadeiro amigo age assim. Ele está sempre conosco, não importam quais sejam as circunstâncias e situações. Mas, um dos mais importantes conselhos que Deus deu a Josué, foi que ele não se separasse da Lei do Senhor (Js 1.7,8), que ele meditasse na Palavra de Deus dia e noite. Lembra do que está escrito no Sl 119.97? E se Josué desse ouvido a este conselho, e fizesse tudo conforme o Senhor havia lhe ordenado, ele seria bem sucedido, próspero e abençoado.
Você também, jovem, se der ouvido a voz do Senhor, como seu melhor amigo e conselheiro, fazendo tudo o que Ele te mandar, será exaltado por Ele sobre todas as nações da terra (Dt 28.1).
Agora, vamos falar do apóstolo João. Todos nós, também já sabemos, que João era o discípulo amado, o mais chegado a Jesus. Era o único que tinha o costume e a intimidade de se recostar no ombro de Jesus. João era amigo de Jesus. E quem é amigo do Filho, também é amigo do Pai. Em seu evangelho, João registrou uma das mais belas palavras do Senhor Jesus, a respeito daqueles que são verdadeiramente seus amigos e O amam. "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele" (Jo 14.21). Quem verdadeiramente ama a Jesus, e é amigo dEle, tem e guarda os Seus mandamentos. Todos aqueles que verdadeiramente amam a Jesus, também são amados por Ele e pelo Pai. A estes Ele se apresenta como um amigo íntimo.
Você também, jovem, não só pode, como deve desfrutar dessa amizade e intimidade. Basta, tão somente, amar a Palavra de Deus, observá-la e praticá-la, todos os dias da tua vida. E você será ricamente abençoado e muito amado. Creia nisso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
terça-feira, 12 de outubro de 2010
JESUS E AS CRIANÇAS
Hoje, dia 12 de outubro, comemora-se o Dia das Crianças. Por isso, escolhi o texto abaixo, publicado no Boletim Informativo da nossa Igreja em 2009, em homenagem às nossas crianças.
"As histórias que relatam o relacionamento de Jesus com as crianças mostram a atitude positiva que Ele tinha para com elas. Ele recusou aceitar as atitudes da sociedade daquela época para com as crianças, a qual as considerava insignificantes e sem importância. Assim como Ele estava disposto a tocar os leprosos e a mulher impura, Ele também estava disposto a segurar uma criança para ensinar uma lição aos discípulos. O fato d'Ele permitir que as crianças se juntassem ao Seu redor foi uma demonstração de que elas realmente têm importância.
Leia Mateus 18.1-10 - Nesta passagem, Jesus transformou uma discussão que estava sendo mantida entre dois adultos orgulhosos que queriam saber quem era o maior no reino dos céus, em uma lição. Ele procurou mostrar que o Reino de Deus dá maior importância às pessoas mais humildes. Jesus identificou-se com a criança. "E qualquer que receber em meu nome um menino tal como este, a mim me recebe".
Leia Mateus 19.13-15 - Apenas alguns versículos depois, os mesmos discípulos tentaram evitar que as crianças se encontrassem com Jesus. Uma vez mais, Ele confirmou a importância dada às mesmas ao dizer: "porque dos tais é o reino dos céus".
Leia Mateus 21.15-16 - As autoridades religiosas desaprovavam o comportamento das crianças quando elas clamavam no templo: "Hosana ao Filho de Davi!" Jesus rapidamente defendeu as crianças e reconheceu a capacidade que elas possuem em compreender e compartilhar as verdades espirituais.
As ações de Jesus reforçam essas mesmas prioridades. Duas das três pessoas que Ele ressuscitou eram crianças: a filha de Jairo (Mc 5.21-43) e o filho da viúva (Lc 7.11-17). Ele usou um menino cuja disposição em compartilhar a sua comida revelou a dúvida dos discípulos e, como resultado disso, cinco mil pessoas foram alimentadas. O próprio Jesus nos dá um exemplo perfeito de desenvolvimento infantil: "E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele" (Lc 2.40). Sem dúvida, essas palavras simples deveriam nos guiar ao cuidarmos e apoiarmos todas as crianças, feitas à imagem de Deus."
(Este texto foi publicado na Pastoral do Boletim Informativo da nossa Igreja, Nº 158, no dia 11 de outubro de 2009)
Feliz Dia das Crianças!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
"As histórias que relatam o relacionamento de Jesus com as crianças mostram a atitude positiva que Ele tinha para com elas. Ele recusou aceitar as atitudes da sociedade daquela época para com as crianças, a qual as considerava insignificantes e sem importância. Assim como Ele estava disposto a tocar os leprosos e a mulher impura, Ele também estava disposto a segurar uma criança para ensinar uma lição aos discípulos. O fato d'Ele permitir que as crianças se juntassem ao Seu redor foi uma demonstração de que elas realmente têm importância.
Leia Mateus 18.1-10 - Nesta passagem, Jesus transformou uma discussão que estava sendo mantida entre dois adultos orgulhosos que queriam saber quem era o maior no reino dos céus, em uma lição. Ele procurou mostrar que o Reino de Deus dá maior importância às pessoas mais humildes. Jesus identificou-se com a criança. "E qualquer que receber em meu nome um menino tal como este, a mim me recebe".
Leia Mateus 19.13-15 - Apenas alguns versículos depois, os mesmos discípulos tentaram evitar que as crianças se encontrassem com Jesus. Uma vez mais, Ele confirmou a importância dada às mesmas ao dizer: "porque dos tais é o reino dos céus".
Leia Mateus 21.15-16 - As autoridades religiosas desaprovavam o comportamento das crianças quando elas clamavam no templo: "Hosana ao Filho de Davi!" Jesus rapidamente defendeu as crianças e reconheceu a capacidade que elas possuem em compreender e compartilhar as verdades espirituais.
As ações de Jesus reforçam essas mesmas prioridades. Duas das três pessoas que Ele ressuscitou eram crianças: a filha de Jairo (Mc 5.21-43) e o filho da viúva (Lc 7.11-17). Ele usou um menino cuja disposição em compartilhar a sua comida revelou a dúvida dos discípulos e, como resultado disso, cinco mil pessoas foram alimentadas. O próprio Jesus nos dá um exemplo perfeito de desenvolvimento infantil: "E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele" (Lc 2.40). Sem dúvida, essas palavras simples deveriam nos guiar ao cuidarmos e apoiarmos todas as crianças, feitas à imagem de Deus."
(Este texto foi publicado na Pastoral do Boletim Informativo da nossa Igreja, Nº 158, no dia 11 de outubro de 2009)
Feliz Dia das Crianças!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
O CRISTÃO E A POLÍTICA
Olá jovem! Estamos nos aproximando do dia 03 de outubro, o dia em que nós iremos escolher um Deputado Estadual, um Deputado Federal, dois Senadores, um Governador e um Presidente, através do nosso direito de voto. Por isso, peço que você leia, com atenção, o texto abaixo, que foi extraído da internet e publicado no Boletim Informativo da nossa Igreja (Nº 108), no dia 28 de setembro de 2008.
"Existem pessoas que afirmam que política e religião não se misturam. Eu discordo disso, pois creio que estamos no mundo para viver nele em todos os parâmetros, inclusive na política. Porém, temos a obrigação de sermos diferentes, não nos misturando com os que desagradam a Deus.
A Bíblia nos mostra, em diversos textos, que as autoridades são constituídas por Deus (Pv 8.15,16). Talvez agora você questione: Se é Deus quem constitui, e nós cristãos, onde ficamos?
Jovem, creio que o nosso papel é de extrema importância:
1. Podemos nos candidatar com o intuito de fazermos a diferença (Pv 29.2);
2. Podemos e devemos orar pelos nossos governantes, independente da posição política dele em relação a nossa, esta é uma exortação divina (1 Tm 2.1-3);
3. Jamais devemos vender o nosso voto. O voto cristão deve ser dado de forma consciente, e não visando interesses pessoais (Am 2.6; 8.6);
4. Devemos dar preferência por candidatos genuinamente cristãos (Is 26.10). Essa escolha deve ser pelos genuinamente cristãos, pois muitos infiltram-se em nosso meio, buscando o apoio. Quando chegam lá, demonstram uma péssima conduta, envergonhando assim o nome do Senhor.
Mas, o que nós cristãos temos feito hoje? Temos buscado de forma desenfreada defender os nossos interesses pessoais, defendendo os nossos candidatos. Esquecemos dos princípios bíblicos e da vontade de Deus. Empenhamo-nos ao máximo pelos nossos candidatos e em nada pelo Evangelho, e menos ainda pelo testemunho cristão.
O cristão não pode ser contrário a uma atividade que busca a "conduta ideal do Estado"; desde que não se corrompa e nem dê motivo de escândalos ao Evangelho de Jesus Cristo, Aquele em quem fomos eleitos desde a fundação do mundo (Mt 25.34), como também nos elegeu antes da fundação do mundo, para que fossemos santos e irrepreensíveis diante dEle em caridade (Ef 1.4)."
Jovem, você que já vota, faça bom proveito e uso do seu direito de voto, escolhendo com sabedoria, seriedade e sobriedade as suas novas autoridades.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
"Existem pessoas que afirmam que política e religião não se misturam. Eu discordo disso, pois creio que estamos no mundo para viver nele em todos os parâmetros, inclusive na política. Porém, temos a obrigação de sermos diferentes, não nos misturando com os que desagradam a Deus.
A Bíblia nos mostra, em diversos textos, que as autoridades são constituídas por Deus (Pv 8.15,16). Talvez agora você questione: Se é Deus quem constitui, e nós cristãos, onde ficamos?
Jovem, creio que o nosso papel é de extrema importância:
1. Podemos nos candidatar com o intuito de fazermos a diferença (Pv 29.2);
2. Podemos e devemos orar pelos nossos governantes, independente da posição política dele em relação a nossa, esta é uma exortação divina (1 Tm 2.1-3);
3. Jamais devemos vender o nosso voto. O voto cristão deve ser dado de forma consciente, e não visando interesses pessoais (Am 2.6; 8.6);
4. Devemos dar preferência por candidatos genuinamente cristãos (Is 26.10). Essa escolha deve ser pelos genuinamente cristãos, pois muitos infiltram-se em nosso meio, buscando o apoio. Quando chegam lá, demonstram uma péssima conduta, envergonhando assim o nome do Senhor.
Mas, o que nós cristãos temos feito hoje? Temos buscado de forma desenfreada defender os nossos interesses pessoais, defendendo os nossos candidatos. Esquecemos dos princípios bíblicos e da vontade de Deus. Empenhamo-nos ao máximo pelos nossos candidatos e em nada pelo Evangelho, e menos ainda pelo testemunho cristão.
O cristão não pode ser contrário a uma atividade que busca a "conduta ideal do Estado"; desde que não se corrompa e nem dê motivo de escândalos ao Evangelho de Jesus Cristo, Aquele em quem fomos eleitos desde a fundação do mundo (Mt 25.34), como também nos elegeu antes da fundação do mundo, para que fossemos santos e irrepreensíveis diante dEle em caridade (Ef 1.4)."
Jovem, você que já vota, faça bom proveito e uso do seu direito de voto, escolhendo com sabedoria, seriedade e sobriedade as suas novas autoridades.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
A VERDADEIRA HISTÓRIA DE COSME E DAMIÃO
Hoje, dia 27 de setembro, crianças e adultos correm atrás dos doces e brinquedos que são dados em nome de São Cosme e Damião. Você sabe quem foram eles? Não?! Então, leia e conheça a verdadeira história desses dois jovens cristãos.
Seguidores de Jesus Cristo, nasceram na Arábia, no terceiro século depois de Cristo, eram gêmeos e seus pais eram cristãos. Estudaram na Síria, e se tornaram médicos. Eram "Anargiros" (inimigos do dinheiro), e não cobravam nada pelo trabalho que exerciam. Como trabalhavam de graça, começaram a ser muito conhecidos, atraindo muita gente para ouvir a mensagem que pregavam sobre o Salvador Jesus Cristo.
Naquele mesmo tempo, Diocleciano era o imperador romano, homem perverso que nutria forte ódio por cristãos, e mandou para a cidade de Egéia, onde estavam Cosme e Damião, um representante de nome Lísias. Sob o comando deste homem, começaram a torturar Cosme e Damião até degolá-los. Desse modo foram mortos no ano 283 d.C., não porque trabalhavam de graça como médicos, mas porque eram cristãos, e por isso tornaram-se alvo do imperador Diocleciano.
Lísias mandou que eles adorassem ou se ajoelhassem diante de algumas imagens. Porém, como seguidores de Jesus, nunca iriam fazer isso. A Bíblia diz: "Não farás para ti imagem de esculturas, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas de debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás, porque Eu sou o Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso" (Êx 20.4,5). Foi então por obedecerem às ordens de Deus e não se encurvarem ou rezarem às imagens, que eles morreram. Que ironia diabólica, fazer imagens de Cosme e Damião para se curvar diante delas e pedir bênçãos e proteção.
Jesus disse: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim" (Jo 14.6). Portanto, sabemos que não adianta pedir nada a Cosme e Damião, a São João, São Paulo, Santa Maria ou outro "santo" qualquer. Busquemos somente a Jesus, o Filho de Deus! Foi Ele que morreu por nós numa cruz, ressuscitou ao terceiro dia e hoje roga a Deus por nós (1 Tm 2.5; 1 Jo 2.1). Pegar doces nesse dia torna-se um laço, porque a maioria das pessoas que fazem essa distribuição estão presas à promessas feitas à estas imagens e esses doces são oferecidos aos "santos" em algum terreiro ou centros. São na realidade demônios (ajudantes do diabo) que estão enganando tais pessoas (1 Co 10.19-21).
Jovem, uma grande parcela dos fiéis, tanto do candomblé, quanto do catolicismo, buscam uma relação sincera com Deus. Mas, devido ao fato de terem aprendido, seja por amigos, familiares, ou pela doutrina da Igreja Católica, que Cosme e Damião podem influenciar na vida deles e na de seus filhos, recorrem, ao precisarem de ajuda, aos ensinamentos que ouviram. São sinceros no que fazem, por assim dizer, mas não agem "com entendimento" (Rm 10.2). Deus tem nos dado esse entendimento, para passarmos adiante. Então, façamos isso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
Seguidores de Jesus Cristo, nasceram na Arábia, no terceiro século depois de Cristo, eram gêmeos e seus pais eram cristãos. Estudaram na Síria, e se tornaram médicos. Eram "Anargiros" (inimigos do dinheiro), e não cobravam nada pelo trabalho que exerciam. Como trabalhavam de graça, começaram a ser muito conhecidos, atraindo muita gente para ouvir a mensagem que pregavam sobre o Salvador Jesus Cristo.
Naquele mesmo tempo, Diocleciano era o imperador romano, homem perverso que nutria forte ódio por cristãos, e mandou para a cidade de Egéia, onde estavam Cosme e Damião, um representante de nome Lísias. Sob o comando deste homem, começaram a torturar Cosme e Damião até degolá-los. Desse modo foram mortos no ano 283 d.C., não porque trabalhavam de graça como médicos, mas porque eram cristãos, e por isso tornaram-se alvo do imperador Diocleciano.
Lísias mandou que eles adorassem ou se ajoelhassem diante de algumas imagens. Porém, como seguidores de Jesus, nunca iriam fazer isso. A Bíblia diz: "Não farás para ti imagem de esculturas, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas de debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás, porque Eu sou o Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso" (Êx 20.4,5). Foi então por obedecerem às ordens de Deus e não se encurvarem ou rezarem às imagens, que eles morreram. Que ironia diabólica, fazer imagens de Cosme e Damião para se curvar diante delas e pedir bênçãos e proteção.
Jesus disse: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim" (Jo 14.6). Portanto, sabemos que não adianta pedir nada a Cosme e Damião, a São João, São Paulo, Santa Maria ou outro "santo" qualquer. Busquemos somente a Jesus, o Filho de Deus! Foi Ele que morreu por nós numa cruz, ressuscitou ao terceiro dia e hoje roga a Deus por nós (1 Tm 2.5; 1 Jo 2.1). Pegar doces nesse dia torna-se um laço, porque a maioria das pessoas que fazem essa distribuição estão presas à promessas feitas à estas imagens e esses doces são oferecidos aos "santos" em algum terreiro ou centros. São na realidade demônios (ajudantes do diabo) que estão enganando tais pessoas (1 Co 10.19-21).
Jovem, uma grande parcela dos fiéis, tanto do candomblé, quanto do catolicismo, buscam uma relação sincera com Deus. Mas, devido ao fato de terem aprendido, seja por amigos, familiares, ou pela doutrina da Igreja Católica, que Cosme e Damião podem influenciar na vida deles e na de seus filhos, recorrem, ao precisarem de ajuda, aos ensinamentos que ouviram. São sinceros no que fazem, por assim dizer, mas não agem "com entendimento" (Rm 10.2). Deus tem nos dado esse entendimento, para passarmos adiante. Então, façamos isso!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
10 RAZÕES PARA VOCÊ, JOVEM, FREQUENTAR A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
Ontém, dia 19 de setembro de 2010, o terceiro domingo do mês de setembro, comemorou-se o Dia da Escola Bíblica Dominical.
Você sabe como começou a Escola Bíblica Dominical? Não?! Então leia!
A Escola Bíblica Dominical começou na cidade inglesa de Gloucester. Este maravilhoso empreendimento teve início quando o jornalista evangélico Robert Raikes, de 44 anos, foi profundamente tocado por Deus à fazer algo pelas crianças de sua cidade, que perambulavam pelos antros. Desta forma, Robert Raikes saiu às ruas e passou a convidar as crianças para participarem de uma reunião dominical que, daí por diante, tornar-se-ia uma das mais fortes tradições da Igreja cristã. Nessa tarefa, Raikes contou com a valiosa ajuda de William Fox. Segundo as diretrizes estabelecidas por Robert Raikes, além dos ensinos bíblicos, ministrar-se-ia também às crianças, nessas reuniões dominicais, outras matérias: gramática, aritmética e moral e cívica.
No Brasil, a Escola Bíblica Dominical começou em Petrópolis, em 19 de agosto de 1885. A iniciativa coube ao missionário Robert Read Kalley, da Igreja Congregacional. Ele e sua esposa Sarah Poulton Kalley eram escoceses. Ele fora um médico ateu, que depois foi salvo sob circunstâncias especiais, e chamado por Deus, entregou-se à obra missionária. Na primeira reunião, na data acima, a frequência foi de cinco crianças. Essa mesma Escola Bíblica Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil. Desde então, o crescimento da Escola Bíblica Dominical tem sido maravilhoso.
Agora, para você que ainda não é um aluno assíduo da Escola Bíblica Dominical, apresento-lhe dez razões para frequentar a Escola Bíblica Dominical:
1. Porque você tem necessidade do genuíno e sadio alimento espiritual, que só pode ser obtido pelo estudo claro, metódico, continuado e progressivo da Palavra de Deus, ensinada na Escola Bíblica Dominical.
2. Porque você cresce e desenvolve-se através do estudo da Palavra de Deus.
3. Porque você cumpre os objetivos da Igreja do Senhor, pois os objetivos da Escola Bíblica Dominical são os mesmos da Igreja.
4. Porque você adquire qualidade bíblica e espiritual permanente, pois é a Escola Bíblica Dominical que determina a qualidade e o nível espiritual da Igreja local, e não os outros departamentos, por mais excelentes que eles sejam.
5. Porque você adquire uma fé mais robusta e madura, e, assim, estará pronto e mais apto para desempenhar as atividades da obra de Deus.
6. Porque você desenvolve a sua espiritualidade e o seu caráter cristão.
7. Porque você aprende e realiza a evangelização na Escola Bíblica Dominical e através dela; além disso, aprende a amar e a cooperar com a obra missionária.
8. Porque você tem oportunidades ilimitadas para servir ao Senhor, pois a Escola Bíblica Dominical é o lugar para a descoberta, motivação e treinamento de novos talentos.
9. Porque você se reúne com a sua família, fortalecendo o relacionamento entre pais e filhos, as crianças crescem na disciplina do Senhor e os casais aperfeiçoam a vida conjugal.
10. Porque sua vida espiritual é avivada, pois a Escola Bíblica Dominical é uma fonte de avivamento, porque onde a Palavra de Deus é ensinada e praticada o avivamento acontece.
Sendo assim, se você já é um aluno assíduo da Escola Bíblica Dominical, parabéns! Nota 10! Agora, se você jovem tem dormido mais do que a cama, e não tem ido à Escola Bíblica Dominical, acorda! Desperta!!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Você sabe como começou a Escola Bíblica Dominical? Não?! Então leia!
A Escola Bíblica Dominical começou na cidade inglesa de Gloucester. Este maravilhoso empreendimento teve início quando o jornalista evangélico Robert Raikes, de 44 anos, foi profundamente tocado por Deus à fazer algo pelas crianças de sua cidade, que perambulavam pelos antros. Desta forma, Robert Raikes saiu às ruas e passou a convidar as crianças para participarem de uma reunião dominical que, daí por diante, tornar-se-ia uma das mais fortes tradições da Igreja cristã. Nessa tarefa, Raikes contou com a valiosa ajuda de William Fox. Segundo as diretrizes estabelecidas por Robert Raikes, além dos ensinos bíblicos, ministrar-se-ia também às crianças, nessas reuniões dominicais, outras matérias: gramática, aritmética e moral e cívica.
No Brasil, a Escola Bíblica Dominical começou em Petrópolis, em 19 de agosto de 1885. A iniciativa coube ao missionário Robert Read Kalley, da Igreja Congregacional. Ele e sua esposa Sarah Poulton Kalley eram escoceses. Ele fora um médico ateu, que depois foi salvo sob circunstâncias especiais, e chamado por Deus, entregou-se à obra missionária. Na primeira reunião, na data acima, a frequência foi de cinco crianças. Essa mesma Escola Bíblica Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil. Desde então, o crescimento da Escola Bíblica Dominical tem sido maravilhoso.
Agora, para você que ainda não é um aluno assíduo da Escola Bíblica Dominical, apresento-lhe dez razões para frequentar a Escola Bíblica Dominical:
1. Porque você tem necessidade do genuíno e sadio alimento espiritual, que só pode ser obtido pelo estudo claro, metódico, continuado e progressivo da Palavra de Deus, ensinada na Escola Bíblica Dominical.
2. Porque você cresce e desenvolve-se através do estudo da Palavra de Deus.
3. Porque você cumpre os objetivos da Igreja do Senhor, pois os objetivos da Escola Bíblica Dominical são os mesmos da Igreja.
4. Porque você adquire qualidade bíblica e espiritual permanente, pois é a Escola Bíblica Dominical que determina a qualidade e o nível espiritual da Igreja local, e não os outros departamentos, por mais excelentes que eles sejam.
5. Porque você adquire uma fé mais robusta e madura, e, assim, estará pronto e mais apto para desempenhar as atividades da obra de Deus.
6. Porque você desenvolve a sua espiritualidade e o seu caráter cristão.
7. Porque você aprende e realiza a evangelização na Escola Bíblica Dominical e através dela; além disso, aprende a amar e a cooperar com a obra missionária.
8. Porque você tem oportunidades ilimitadas para servir ao Senhor, pois a Escola Bíblica Dominical é o lugar para a descoberta, motivação e treinamento de novos talentos.
9. Porque você se reúne com a sua família, fortalecendo o relacionamento entre pais e filhos, as crianças crescem na disciplina do Senhor e os casais aperfeiçoam a vida conjugal.
10. Porque sua vida espiritual é avivada, pois a Escola Bíblica Dominical é uma fonte de avivamento, porque onde a Palavra de Deus é ensinada e praticada o avivamento acontece.
Sendo assim, se você já é um aluno assíduo da Escola Bíblica Dominical, parabéns! Nota 10! Agora, se você jovem tem dormido mais do que a cama, e não tem ido à Escola Bíblica Dominical, acorda! Desperta!!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
terça-feira, 7 de setembro de 2010
"DEPENDÊNCIA OU MORTE?"
"... porque sem mim nada podeis fazer" (Jo 15.5b).
Em um dos seus últimos discursos, Jesus fala da sua ligação com seus seguidores. Ele é a videira, e nós, os ramos. Para o ramo produzir frutos, precisa estar ligado nEle (Jo 15.4), porque "sem Ele nada podemos fazer".
Dependemos dEle para sobrevivermos, como do ar que respiramos, do pão que nos alimenta e da água que sacia a nossa sede.
Hoje, como jovens que somos, nos esforçamos para conquistarmos a nossa independência pessoal, profissional ou financeira. Até conseguimos, mas uma coisa é certa: "sem Ele nada podemos fazer".
O futuro daqueles que não permanecem nEle é um só: a destruição (Jo 15.6).
Uma das vantagens de permanecermos nEle é a de sermos atendidos sempre que O solicitarmos (Jo 15.7).
Se permanecermos nEle, produziremos muitos frutos que glorificam ao Pai, e que também nos caracterizam como Seus discípulos (Jo 15.8).
Sendo assim, jovem, cabe agora a nós fazermos a escolha: "dependência ou morte?"
Feliz Dia da Dependência!!!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Em um dos seus últimos discursos, Jesus fala da sua ligação com seus seguidores. Ele é a videira, e nós, os ramos. Para o ramo produzir frutos, precisa estar ligado nEle (Jo 15.4), porque "sem Ele nada podemos fazer".
Dependemos dEle para sobrevivermos, como do ar que respiramos, do pão que nos alimenta e da água que sacia a nossa sede.
Hoje, como jovens que somos, nos esforçamos para conquistarmos a nossa independência pessoal, profissional ou financeira. Até conseguimos, mas uma coisa é certa: "sem Ele nada podemos fazer".
O futuro daqueles que não permanecem nEle é um só: a destruição (Jo 15.6).
Uma das vantagens de permanecermos nEle é a de sermos atendidos sempre que O solicitarmos (Jo 15.7).
Se permanecermos nEle, produziremos muitos frutos que glorificam ao Pai, e que também nos caracterizam como Seus discípulos (Jo 15.8).
Sendo assim, jovem, cabe agora a nós fazermos a escolha: "dependência ou morte?"
Feliz Dia da Dependência!!!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
terça-feira, 24 de agosto de 2010
"... OS MEUS OLHOS VIRAM O REI..." (Is 6.5b)
No dia 19/07/10, plena segunda-feira, eu tive a oportunidade de ir e participar do lançamento do CD "Glória", da Pra. Fernanda Brum, na Via Show, em São João de Meriti. Foi uma bênção! Aproveito a oportunidade, para recomendar o CD, que por sinal está muito lindo, a todos os nossos seguidores.
Voltando ao lançamento do CD, após ter cantado algumas canções, a cantora saiu de cena para trocar de roupa, enquanto o seu esposo, Pr. Emerson Pinheiro, trouxe uma breve palavra (e que palavra), sobre o chamado de Isaías. Desde então, eu fiquei como que ruminando aquela palavra. Veio o nosso 2º Culto de Missões, no dia 25/07/10, onde nós apresentamos a peça "A Quem Enviarei?", e o Pr. Carlos também trouxe uma palavra sobre o chamado de Isaías. No dia 15/08/10, domingo, eu tive a oportunidade de pregar e compartilhar com a minha Igreja o que Deus havia ministrado ao meu coração.
Isaías, filho de Amós, provinha de uma família influente de Jerusalém. Ele era um homem cultíssimo, e tinha o dom da poesia. Era familiarizado com a realeza. Foi estadista e também profeta. Profetizou durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias. É visto como o maior dos profetas do Antigo Testamento. O profeta que mais profetizou sobre o Messias. O profeta da redenção.
Em Is 6.1-8, nós encontramos o registro da sua chamada, um verdadeiro divisor de águas em sua vida. "No ano da morte do rei Uzias..." (Is 6.1), foi num momento de tristeza para Isaías, que era íntimo do rei. Um momento de perda, não só para ele, mas também para Judá. Em Eclesiastes, o livro do pregador, o sábio Salomão escreveu que "Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu" (Ec 3.1). Existe tempo de nascer, tempo de morrer (Ec 3.2), tempo de chorar e tempo de rir (Ec 3.4), tempo de buscar e tempo de perder (Ec 3.6). Isaías não fugiu a regra. Ele também teve que viver e passar por essas experiências dolorosas. Ele também chorou, ele também perdeu. Mas foi nesse tempo de morte, de choro e de perda, que Isaías mais ganhou. Nessa ocasião, Isaías teve uma visão de Deus, da glória de Deus, foi purificado e recebeu uma chamada específica para pregar a Palavra de Deus a um povo espiritualmente cego, e que não teve a mesma visão que ele. Isso me faz lembrar da letra da canção "Vaso de Alabastro", da Pra. Alda Célia, interpretada pela Pra. Fernanda Brum, que diz: "Pois a unção e o poder do Teu olhar, nos faz sorrir, nos faz chorar, nos faz perder para ganhar...". Isaías teve que perder para ganhar. E nós, também, precisamos aprender, que muita das vezes, é necessário perder para ganhar.
A principal característica de Deus revelada a Isaías foi a Sua santidade (Is 6.1-3), que significa Sua pureza de caráter, Sua separação e Sua repulsa a tudo que é mau. Devemos, também, ser santos como Ele é santo (1 Pe 1.15).
A santidade absoluta de Deus, assim como é nos céus, também deve ser proclamada na terra, na igreja. Quando Isaías contemplou a santidade de Deus, imediatamente reconheceu a sua própria imperfeição e impureza (Is 6.5). Quando vemos a glória de Deus, também vemos o que nós realmente somos: desgraçados, miseráveis, pobres, cegos e nús (Ap 3.17). Isaías reconheceu também, as consequências de ver Deus face a face (Êx 33.20) e ficou assombrado. Isaías deve ter pensado: "Eu não vou conseguir sair daqui vivo". E, antes de perecer, ele ainda se lamenta pelo seu pecado. O "ai" de Isaías foi o fato dele ser um homem de lábios impuros, e de se deixar influenciar pelo povo de impuros lábios. Essa era a dor de Isaías. Esse era o seu pecado, a sua culpa. Qual tem sido o nosso "ai"? Qual tem sido o nosso pecado, a nossa culpa?
Deus, então, purificou os lábios e o coração de Isaías (Is 6.6,7), pois a boca fala do que o coração está cheio (Lc 6.45). Agora, Isaías estava apto a permanecer na presença do Senhor como servo e profeta do Santo de Israel. Somente depois de haver sido purificado é que Isaías foi designado profeta (Is 6.8,9).
Jovem, através do sangue de Jesus, nós também somos purificados de toda injustiça. O sangue de Jesus remove toda nossa culpa. O sangue de Jesus limpa o nosso coração. O sangue de Jesus, também, nos torna aptos a entrar e permanecer na presença de Deus, onde nós temos uma visão privilegiada da glória de Deus.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Voltando ao lançamento do CD, após ter cantado algumas canções, a cantora saiu de cena para trocar de roupa, enquanto o seu esposo, Pr. Emerson Pinheiro, trouxe uma breve palavra (e que palavra), sobre o chamado de Isaías. Desde então, eu fiquei como que ruminando aquela palavra. Veio o nosso 2º Culto de Missões, no dia 25/07/10, onde nós apresentamos a peça "A Quem Enviarei?", e o Pr. Carlos também trouxe uma palavra sobre o chamado de Isaías. No dia 15/08/10, domingo, eu tive a oportunidade de pregar e compartilhar com a minha Igreja o que Deus havia ministrado ao meu coração.
Isaías, filho de Amós, provinha de uma família influente de Jerusalém. Ele era um homem cultíssimo, e tinha o dom da poesia. Era familiarizado com a realeza. Foi estadista e também profeta. Profetizou durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias. É visto como o maior dos profetas do Antigo Testamento. O profeta que mais profetizou sobre o Messias. O profeta da redenção.
Em Is 6.1-8, nós encontramos o registro da sua chamada, um verdadeiro divisor de águas em sua vida. "No ano da morte do rei Uzias..." (Is 6.1), foi num momento de tristeza para Isaías, que era íntimo do rei. Um momento de perda, não só para ele, mas também para Judá. Em Eclesiastes, o livro do pregador, o sábio Salomão escreveu que "Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu" (Ec 3.1). Existe tempo de nascer, tempo de morrer (Ec 3.2), tempo de chorar e tempo de rir (Ec 3.4), tempo de buscar e tempo de perder (Ec 3.6). Isaías não fugiu a regra. Ele também teve que viver e passar por essas experiências dolorosas. Ele também chorou, ele também perdeu. Mas foi nesse tempo de morte, de choro e de perda, que Isaías mais ganhou. Nessa ocasião, Isaías teve uma visão de Deus, da glória de Deus, foi purificado e recebeu uma chamada específica para pregar a Palavra de Deus a um povo espiritualmente cego, e que não teve a mesma visão que ele. Isso me faz lembrar da letra da canção "Vaso de Alabastro", da Pra. Alda Célia, interpretada pela Pra. Fernanda Brum, que diz: "Pois a unção e o poder do Teu olhar, nos faz sorrir, nos faz chorar, nos faz perder para ganhar...". Isaías teve que perder para ganhar. E nós, também, precisamos aprender, que muita das vezes, é necessário perder para ganhar.
A principal característica de Deus revelada a Isaías foi a Sua santidade (Is 6.1-3), que significa Sua pureza de caráter, Sua separação e Sua repulsa a tudo que é mau. Devemos, também, ser santos como Ele é santo (1 Pe 1.15).
A santidade absoluta de Deus, assim como é nos céus, também deve ser proclamada na terra, na igreja. Quando Isaías contemplou a santidade de Deus, imediatamente reconheceu a sua própria imperfeição e impureza (Is 6.5). Quando vemos a glória de Deus, também vemos o que nós realmente somos: desgraçados, miseráveis, pobres, cegos e nús (Ap 3.17). Isaías reconheceu também, as consequências de ver Deus face a face (Êx 33.20) e ficou assombrado. Isaías deve ter pensado: "Eu não vou conseguir sair daqui vivo". E, antes de perecer, ele ainda se lamenta pelo seu pecado. O "ai" de Isaías foi o fato dele ser um homem de lábios impuros, e de se deixar influenciar pelo povo de impuros lábios. Essa era a dor de Isaías. Esse era o seu pecado, a sua culpa. Qual tem sido o nosso "ai"? Qual tem sido o nosso pecado, a nossa culpa?
Deus, então, purificou os lábios e o coração de Isaías (Is 6.6,7), pois a boca fala do que o coração está cheio (Lc 6.45). Agora, Isaías estava apto a permanecer na presença do Senhor como servo e profeta do Santo de Israel. Somente depois de haver sido purificado é que Isaías foi designado profeta (Is 6.8,9).
Jovem, através do sangue de Jesus, nós também somos purificados de toda injustiça. O sangue de Jesus remove toda nossa culpa. O sangue de Jesus limpa o nosso coração. O sangue de Jesus, também, nos torna aptos a entrar e permanecer na presença de Deus, onde nós temos uma visão privilegiada da glória de Deus.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
domingo, 8 de agosto de 2010
DICAS DE PRESENTES PARA O DIA DOS PAIS
Hoje, o segundo domingo do mês de agosto, comemora-se o Dia dos Pais. Apesar de ser uma data comercial, quero aproveitar a oportunidade para ajudar você, jovem, a escolher o melhor presente, segundo a Bíblia, para dar ao seu pai.
O apóstolo Paulo na epístola aos Efésios nos deixa a seguinte orientação: "Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo" (Ef 6.1). Uma boa sugestão é a obediência. Para alguns ela custa caro, mas é melhor e mais barata do que qualquer sacrifício (1 Sm 15.22b).
Baseando-se em um dos mandamentos do decálogo, ele também nos dá uma outra orientação: "Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa" (Ef. 6.2). Essa dica mais parece aquelas promoções "comprando esse produto você leva um brinde". Você presenteia o seu pai e ainda ganha um presente (Ef 6.3), e que presente, hein?! Honrando e respeitando o seu pai, você tem a garantia de viver bem e durante muito tempo sobre a terra.
Portanto, jovem, deixo aqui as minhas dicas para você que, como um bom filho, deseja dar um presente "bom e barato" para o seu pai: "obediência e honra".
Feliz Dia dos Pais!!!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
O apóstolo Paulo na epístola aos Efésios nos deixa a seguinte orientação: "Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo" (Ef 6.1). Uma boa sugestão é a obediência. Para alguns ela custa caro, mas é melhor e mais barata do que qualquer sacrifício (1 Sm 15.22b).
Baseando-se em um dos mandamentos do decálogo, ele também nos dá uma outra orientação: "Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa" (Ef. 6.2). Essa dica mais parece aquelas promoções "comprando esse produto você leva um brinde". Você presenteia o seu pai e ainda ganha um presente (Ef 6.3), e que presente, hein?! Honrando e respeitando o seu pai, você tem a garantia de viver bem e durante muito tempo sobre a terra.
Portanto, jovem, deixo aqui as minhas dicas para você que, como um bom filho, deseja dar um presente "bom e barato" para o seu pai: "obediência e honra".
Feliz Dia dos Pais!!!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
sábado, 7 de agosto de 2010
O JOVEM E AS SUAS ATITUDES
Ontém, eu estive pregando na Semana da Juventude, na Igreja Presbiteriana em Vila Tiradentes, em São João de Meriti. O tema escolhido por eles foi Atitude, e a mensagem que eu preguei foi sobre O Jovem e as suas Atitudes.
Quando o assunto é jovem, a primeira referência bíblica que me vem a mente é 1 Jo 2.14b, que diz: "Jovem, eu vos escrevi porque sois fortes, e a Palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o maligno". Com base neste versículo, vejamos algumas atitudes que devem fazer parte da vida de todo jovem cristão:
1) Esperar - O apóstolo João declara ter escrito para nós, jovens, porque nós somos fortes. Sabemos que a força é uma das principais características da juventude. Mas, até mesmo os jovens se cansam e se fadigam (Is 40.30), pois a força física é limitada. Mas, os que esperam no Senhor, tem as suas forças renovadas (Is 40.31). O segredo está na atitude de Esperar, confiar, descansar no Senhor. Mas, quem é que gosta de esperar? Ninguém! Não importa a idade, a verdade é que ninguém gosta de esperar. Ainda mais hoje, nos nossos dias, com a tecnologia avançada a favor do homem moderno. E o homem moderno é imediatista, quer tudo pra já, pra agora, em tempo real. Mas o salmista nos ensina, que devemos esperar com paciência no Senhor (Sl 40.1). É o inverso de viver ancioso, preocupado com o dia de amanhã. É lançar sobre Deus toda a nossa ansiedade, porque é Ele quem cuida de nós (1 Pe 5.7). O nosso tempo, também não é o tempo de Deus. Ele tem o Seu próprio tempo, e o sábio Salomão, no livro do Pregador ou Eclesiastes, escreveu: "Tudo fez Deus formoso no seu tempo..." (Ec 3.11). Neste mesmo capítulo, nós lemos que existe um tempo determinado por Deus para todas as coisas acontecerem (Ec 3.1). Cabe a nós tomarmos uma única atitude: Esperar no Senhor. E aí, jovem, você tem esperado no Senhor?
2) Guardar a Palavra de Deus - O segundo motivo que levou o apóstolo a escrever para nós, jovens, foi que a Palavra de Deus permanece em nós. A segunda atitude que nós podemos destacar aqui, é Guardar a Palavra de Deus. Guardar significa observar, reter. Devemos seguir a orientação de Deus para Josué (Js 1.7,8), o exemplo do salmista (Sl 119.11) e o conselho do sábio Salomão (Pv 3.1,2). As consequências são as melhores possíveis: vida longa e prosperidade. Devemos ser, também, não apenas ouvintes, mas praticantes da Palavra (Mt 7.24-27; Rm 2.13; Tg 1.22). Se quisermos, realmente, vencer o maligno, precisamos ter e fazer uso da Palavra de Deus, pois ela é uma das mais poderosas armas espirituais que nós temos a nossa disposição (Ef 6.18). E aí, jovem, você tem guardado a Palavra de Deus?
3) Por último, o apóstolo diz que escreveu para nós, jovens, porque nós temos vencido o maligno. Mas, para isso, precisamos tomar algumas outras atitudes, além de Esperar e Guardar a Palavra de Deus. Precisamos ter Fé (1 Jo 5.4), pois ela é a vitória que vence o mundo, que já está no maligno (1 Jo 5.19); precisamos nos Sujeitar a Deus e Resistir ao diabo (Tg 4.7), pois tais atitudes fazem com que o diabo fuja de nós; precisamos Vigiar e Orar (Mt 26.41; Mc 14.38), para não cairmos em tentação; precisamos Tapar as Brechas (1 Pe 5.8), para o mal não entrar; e por último, Perseverar em Oração (Ef 6.18).
A Bíblia nos conta a história de um jovem religioso e rico, que por não tomar as atitudes corretas, deixou de seguir a Jesus (Lc 18.18-23). E você, jovem, quais tem sido as suas atitudes? Saiba que, "Atitudes podem mudar a sua vida e a vida de outras pessoas".
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
Quando o assunto é jovem, a primeira referência bíblica que me vem a mente é 1 Jo 2.14b, que diz: "Jovem, eu vos escrevi porque sois fortes, e a Palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o maligno". Com base neste versículo, vejamos algumas atitudes que devem fazer parte da vida de todo jovem cristão:
1) Esperar - O apóstolo João declara ter escrito para nós, jovens, porque nós somos fortes. Sabemos que a força é uma das principais características da juventude. Mas, até mesmo os jovens se cansam e se fadigam (Is 40.30), pois a força física é limitada. Mas, os que esperam no Senhor, tem as suas forças renovadas (Is 40.31). O segredo está na atitude de Esperar, confiar, descansar no Senhor. Mas, quem é que gosta de esperar? Ninguém! Não importa a idade, a verdade é que ninguém gosta de esperar. Ainda mais hoje, nos nossos dias, com a tecnologia avançada a favor do homem moderno. E o homem moderno é imediatista, quer tudo pra já, pra agora, em tempo real. Mas o salmista nos ensina, que devemos esperar com paciência no Senhor (Sl 40.1). É o inverso de viver ancioso, preocupado com o dia de amanhã. É lançar sobre Deus toda a nossa ansiedade, porque é Ele quem cuida de nós (1 Pe 5.7). O nosso tempo, também não é o tempo de Deus. Ele tem o Seu próprio tempo, e o sábio Salomão, no livro do Pregador ou Eclesiastes, escreveu: "Tudo fez Deus formoso no seu tempo..." (Ec 3.11). Neste mesmo capítulo, nós lemos que existe um tempo determinado por Deus para todas as coisas acontecerem (Ec 3.1). Cabe a nós tomarmos uma única atitude: Esperar no Senhor. E aí, jovem, você tem esperado no Senhor?
2) Guardar a Palavra de Deus - O segundo motivo que levou o apóstolo a escrever para nós, jovens, foi que a Palavra de Deus permanece em nós. A segunda atitude que nós podemos destacar aqui, é Guardar a Palavra de Deus. Guardar significa observar, reter. Devemos seguir a orientação de Deus para Josué (Js 1.7,8), o exemplo do salmista (Sl 119.11) e o conselho do sábio Salomão (Pv 3.1,2). As consequências são as melhores possíveis: vida longa e prosperidade. Devemos ser, também, não apenas ouvintes, mas praticantes da Palavra (Mt 7.24-27; Rm 2.13; Tg 1.22). Se quisermos, realmente, vencer o maligno, precisamos ter e fazer uso da Palavra de Deus, pois ela é uma das mais poderosas armas espirituais que nós temos a nossa disposição (Ef 6.18). E aí, jovem, você tem guardado a Palavra de Deus?
3) Por último, o apóstolo diz que escreveu para nós, jovens, porque nós temos vencido o maligno. Mas, para isso, precisamos tomar algumas outras atitudes, além de Esperar e Guardar a Palavra de Deus. Precisamos ter Fé (1 Jo 5.4), pois ela é a vitória que vence o mundo, que já está no maligno (1 Jo 5.19); precisamos nos Sujeitar a Deus e Resistir ao diabo (Tg 4.7), pois tais atitudes fazem com que o diabo fuja de nós; precisamos Vigiar e Orar (Mt 26.41; Mc 14.38), para não cairmos em tentação; precisamos Tapar as Brechas (1 Pe 5.8), para o mal não entrar; e por último, Perseverar em Oração (Ef 6.18).
A Bíblia nos conta a história de um jovem religioso e rico, que por não tomar as atitudes corretas, deixou de seguir a Jesus (Lc 18.18-23). E você, jovem, quais tem sido as suas atitudes? Saiba que, "Atitudes podem mudar a sua vida e a vida de outras pessoas".
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010
RESTAURANDO O NOSSO ALTAR (1 Rs 18.30-39)
Esta é uma das passagens bíblicas mais conhecidas. O confronto do profeta Elias com os 450 profetas de Baal, no monte Carmelo.
O profeta Elias estava indignado com a idolatria imoral e vil que Israel adotara. Ele então, desafia o povo a fazer uma escolha definitiva entre seguir a Deus ou a Baal. Os israelitas achavam que podiam adorar o Deus verdadeiro e também Baal. O pecado deles era o de terem o coração dividido, querendo servir a dois senhores. O próprio Cristo nos adverte contra essa atitude fatal (Mt 6.24).
Lendo o texto, nós podemos observar que Elias pede que sejam providenciados dois bezerros, para um único altar. O altar simboliza o coração do povo, que estava dividido entre o Deus verdadeiro e Baal (1 Rs 18.21).
Depois dos profetas de Baal invocarem o nome do seu deus, sem obterem nenhuma resposta, chega a vez de Elias. Ele convoca a todo o povo que se achegue a ele, e repara o altar do Senhor que estava quebrado. Elias também pode ser visto como um restaurador do concerto e da comunhão do povo com Deus. Ele era um profeta zeloso com as coisas de Deus, enquanto que os filhos de Israel derribaram os altares do Senhor e mataram os seus profetas à espada (1 Rs 19.10).
O altar quebrado simboliza o coração manchado pelo pecado de Israel, tais como a idolatria, imoralidade e prostituição. Reparar o altar, é o mesmo que confessar o pecado, arrepender-se do erro e pedir perdão.
Depois de haver reparado altar, e ter oferecido a oferta de manjares, a resposta ao clamor do profeta Elias veio como fogo do Senhor. O fogo do Senhor simboliza o Espírito Santo, que queima todo pecado.
Jovem, como está o seu coração? Esse é o tempo de Deus para restaurarmos o nosso altar, que é o nosso coração. Confessando o nosso pecado, nos arrependendo do erro e pedindo perdão. É tempo de nos humilharmos, de nos quebrantarmos diante de Deus, para que Ele venha, através do Seu Espírito, o fogo do Senhor, restaurar a nossa vida.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
O profeta Elias estava indignado com a idolatria imoral e vil que Israel adotara. Ele então, desafia o povo a fazer uma escolha definitiva entre seguir a Deus ou a Baal. Os israelitas achavam que podiam adorar o Deus verdadeiro e também Baal. O pecado deles era o de terem o coração dividido, querendo servir a dois senhores. O próprio Cristo nos adverte contra essa atitude fatal (Mt 6.24).
Lendo o texto, nós podemos observar que Elias pede que sejam providenciados dois bezerros, para um único altar. O altar simboliza o coração do povo, que estava dividido entre o Deus verdadeiro e Baal (1 Rs 18.21).
Depois dos profetas de Baal invocarem o nome do seu deus, sem obterem nenhuma resposta, chega a vez de Elias. Ele convoca a todo o povo que se achegue a ele, e repara o altar do Senhor que estava quebrado. Elias também pode ser visto como um restaurador do concerto e da comunhão do povo com Deus. Ele era um profeta zeloso com as coisas de Deus, enquanto que os filhos de Israel derribaram os altares do Senhor e mataram os seus profetas à espada (1 Rs 19.10).
O altar quebrado simboliza o coração manchado pelo pecado de Israel, tais como a idolatria, imoralidade e prostituição. Reparar o altar, é o mesmo que confessar o pecado, arrepender-se do erro e pedir perdão.
Depois de haver reparado altar, e ter oferecido a oferta de manjares, a resposta ao clamor do profeta Elias veio como fogo do Senhor. O fogo do Senhor simboliza o Espírito Santo, que queima todo pecado.
Jovem, como está o seu coração? Esse é o tempo de Deus para restaurarmos o nosso altar, que é o nosso coração. Confessando o nosso pecado, nos arrependendo do erro e pedindo perdão. É tempo de nos humilharmos, de nos quebrantarmos diante de Deus, para que Ele venha, através do Seu Espírito, o fogo do Senhor, restaurar a nossa vida.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quarta-feira, 28 de julho de 2010
O QUE CRISTO SENTIA? (Fp 2.5)
Hoje, depois de ouvir a Palavra que o Pr. Carlos ministrou no Culto de Louvor e Adoração, baseada em Fp 2.5, eu me perguntei: O que Cristo sentia? Qual era o sentimento que havia em Cristo Jesus?
Analisando a epístola de Paulo aos filipenses, nós podemos observar que ela, diferente de muitas cartas do apóstolo, não foi escrita primeiramente devido a problemas ou conflitos na igreja. Seu assunto básico é de cordial afeição e apreço pela congregação. Paulo escreveu esta carta aos filipenses para agradecer-lhes pela sua oferta generosa, para informá-los do seu estado pessoal, para transmitir à congregação a certeza do triunfo do propósito de Deus com a sua prisão, para assegurar à igreja que o mensageiro por ela enviado (Epafrodito) cumprira fielmente a sua tarefa, e para levar os membros da igreja a se esforçarem para conhecer melhor o Senhor, conservando a unidade, a humildade, a comunhão e a paz.
É claro que a igreja em Filipos também tinha seus problemas, ainda que menores em comparação aos das outras igrejas. Nesta epístola, Paulo trata de três deles:
1) O desânimo dos cristãos, por causa da prisão prolongada de Paulo (Fp 1.12-26);
2) Pequenas sementes de discórdia entre duas mulheres da igreja (Fp 4.2); e
3) A ameaça de deslealdade sempre presente entre as igrejas, por causa dos mestres judaizantes e dos cristãos com mentalidade terrena (Fp 3).
Em meio a esses três problemas em potencial, temos os ensinos mais ricos de Paulo sobre a alegria em meio a todas as circunstâncias da vida (Fp 1.4,12; 2.17,18; 4.11-13), a humildade e o serviço cristãos (Fp 2.1-16), e o valor incomensurável de se conhecer a Cristo (Fp 3).
Vamos agora tentar relacionar os sentimentos que haviam em Cristo Jesus, tomando por base os assuntos tratados nesta epístola.
1) Alegria - A epístola de Paulo aos filipenses é conhecida como a "Epístola da Alegria" no Novo Testamento. Como pode um homem escrever uma carta, que tem por tema principal a alegria, estando ele injustamente encarcerado? De onde vinha esta alegria, que fez com que ele, mesmo preso, a descrevesse com tamanha propriedade? A resposta está em Ne 8.10b, que diz: "... portanto, não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força". Era daí que o apóstolo tirava forças para dar continuidade ao seu ministério, e não desistir. Nenhuma das muitas prisões pelas quais ele passou, conseguiu tirar este sentimento do seu coração. Da mesma forma foi com Jesus. Tudo o que Ele fez, e não foi pouco, foi para que nós tivéssemos a Sua alegria em nós de forma plena (Jo 15.11; 16.24; 17.13).
2) Humildade - Devido ao egocentrismo inato do homem caído, o mundo não vê com bons olhos a humildade e a modéstia. A Bíblia, no entanto, com seu conceito teocêntrico do homem e da salvação, dá muito valor e importância à humildade. Humildade que nos faz ter consciência das nossa fraquezas, que nos faz atribuir de imediato todos os créditos a Deus, que nos faz entender que somos simples criaturas, que nos faz reconhecer que somos pecadores e que precisamos de Deus e dos nosso próximo. A presença de Deus acompanha os humildes (Is 57.15; Mq 6.8). Como cristãos, devemos viver em humildade uns para com os outros, considerando-os superiores a nós mesmos. Os mais zelosos filhos de Deus servem "ao Senhor com toda a humildade" (At 20.19). O oposto da humildade é a soberba, um senso exagerado da importância e da auto-estima da pessoa que confia no seu próprio mérito, superioridade e realizações. A tendência inevitável da natureza humana e do mundo é sempre à soberba, e não a humildade. Mas, Deus resiste aos soberbos (Tg 4.6; 1 Pe 5.5). Jesus foi humilde, e também nos ensinou sobre a humildade (Fp 2.6-8; Jo 13.1-16).
3) Amor - A igreja em Filipos era uma igreja que não apenas pregava o amor, mas o colocava em prática, através da caridade. A caridade, ou o amor posto em prática, se procede de Cristo, deve basear-se na revelação e no conhecimento bíblico (Fp 1.9). No Novo Testamento, "ciência" (gr. epignosis) significa conhecimento espiritual no coração e não simplismente no intelecto. Trata-se da revelação de Deus, conhecida experimentalmente, incluindo a comunhão pessoal com Ele e não um simples conhecimento intelectual de fatos a respeito dEle. Logo, conhecer a Palavra de Deus, ou conhecer a vontade de Deus, subentende um conhecimento que se expressa na comunhão, na obediência, na vida e no andar com Deus. ATENÇÃO SEMINARISTAS: Conhecer a verdade teológica deve ter como objetivo o amor a Deus e o livramento do pecado (Rm 6.6). "Em todo o conhecimento" significa o cristão discernir o que é bom e o que é mau. Lembremos das palavras de Jesus: "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele" (Jo 14.21). E qual é o maior de todos os mandamentos? O amor (Mt 22.34-40; Mc 12.28-34; Lc 10.25-27).
Jovem, será que esses três sentimentos (alegria, humildade e amor) fazem parte da nossa vida, assim como, também faziam parte da vida e do ministério de Jesus?
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Analisando a epístola de Paulo aos filipenses, nós podemos observar que ela, diferente de muitas cartas do apóstolo, não foi escrita primeiramente devido a problemas ou conflitos na igreja. Seu assunto básico é de cordial afeição e apreço pela congregação. Paulo escreveu esta carta aos filipenses para agradecer-lhes pela sua oferta generosa, para informá-los do seu estado pessoal, para transmitir à congregação a certeza do triunfo do propósito de Deus com a sua prisão, para assegurar à igreja que o mensageiro por ela enviado (Epafrodito) cumprira fielmente a sua tarefa, e para levar os membros da igreja a se esforçarem para conhecer melhor o Senhor, conservando a unidade, a humildade, a comunhão e a paz.
É claro que a igreja em Filipos também tinha seus problemas, ainda que menores em comparação aos das outras igrejas. Nesta epístola, Paulo trata de três deles:
1) O desânimo dos cristãos, por causa da prisão prolongada de Paulo (Fp 1.12-26);
2) Pequenas sementes de discórdia entre duas mulheres da igreja (Fp 4.2); e
3) A ameaça de deslealdade sempre presente entre as igrejas, por causa dos mestres judaizantes e dos cristãos com mentalidade terrena (Fp 3).
Em meio a esses três problemas em potencial, temos os ensinos mais ricos de Paulo sobre a alegria em meio a todas as circunstâncias da vida (Fp 1.4,12; 2.17,18; 4.11-13), a humildade e o serviço cristãos (Fp 2.1-16), e o valor incomensurável de se conhecer a Cristo (Fp 3).
Vamos agora tentar relacionar os sentimentos que haviam em Cristo Jesus, tomando por base os assuntos tratados nesta epístola.
1) Alegria - A epístola de Paulo aos filipenses é conhecida como a "Epístola da Alegria" no Novo Testamento. Como pode um homem escrever uma carta, que tem por tema principal a alegria, estando ele injustamente encarcerado? De onde vinha esta alegria, que fez com que ele, mesmo preso, a descrevesse com tamanha propriedade? A resposta está em Ne 8.10b, que diz: "... portanto, não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força". Era daí que o apóstolo tirava forças para dar continuidade ao seu ministério, e não desistir. Nenhuma das muitas prisões pelas quais ele passou, conseguiu tirar este sentimento do seu coração. Da mesma forma foi com Jesus. Tudo o que Ele fez, e não foi pouco, foi para que nós tivéssemos a Sua alegria em nós de forma plena (Jo 15.11; 16.24; 17.13).
2) Humildade - Devido ao egocentrismo inato do homem caído, o mundo não vê com bons olhos a humildade e a modéstia. A Bíblia, no entanto, com seu conceito teocêntrico do homem e da salvação, dá muito valor e importância à humildade. Humildade que nos faz ter consciência das nossa fraquezas, que nos faz atribuir de imediato todos os créditos a Deus, que nos faz entender que somos simples criaturas, que nos faz reconhecer que somos pecadores e que precisamos de Deus e dos nosso próximo. A presença de Deus acompanha os humildes (Is 57.15; Mq 6.8). Como cristãos, devemos viver em humildade uns para com os outros, considerando-os superiores a nós mesmos. Os mais zelosos filhos de Deus servem "ao Senhor com toda a humildade" (At 20.19). O oposto da humildade é a soberba, um senso exagerado da importância e da auto-estima da pessoa que confia no seu próprio mérito, superioridade e realizações. A tendência inevitável da natureza humana e do mundo é sempre à soberba, e não a humildade. Mas, Deus resiste aos soberbos (Tg 4.6; 1 Pe 5.5). Jesus foi humilde, e também nos ensinou sobre a humildade (Fp 2.6-8; Jo 13.1-16).
3) Amor - A igreja em Filipos era uma igreja que não apenas pregava o amor, mas o colocava em prática, através da caridade. A caridade, ou o amor posto em prática, se procede de Cristo, deve basear-se na revelação e no conhecimento bíblico (Fp 1.9). No Novo Testamento, "ciência" (gr. epignosis) significa conhecimento espiritual no coração e não simplismente no intelecto. Trata-se da revelação de Deus, conhecida experimentalmente, incluindo a comunhão pessoal com Ele e não um simples conhecimento intelectual de fatos a respeito dEle. Logo, conhecer a Palavra de Deus, ou conhecer a vontade de Deus, subentende um conhecimento que se expressa na comunhão, na obediência, na vida e no andar com Deus. ATENÇÃO SEMINARISTAS: Conhecer a verdade teológica deve ter como objetivo o amor a Deus e o livramento do pecado (Rm 6.6). "Em todo o conhecimento" significa o cristão discernir o que é bom e o que é mau. Lembremos das palavras de Jesus: "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele" (Jo 14.21). E qual é o maior de todos os mandamentos? O amor (Mt 22.34-40; Mc 12.28-34; Lc 10.25-27).
Jovem, será que esses três sentimentos (alegria, humildade e amor) fazem parte da nossa vida, assim como, também faziam parte da vida e do ministério de Jesus?
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
terça-feira, 20 de julho de 2010
A VERDADEIRA AMIZADE E O VERDADEIRO AMIGO (1 Sm 18.1-4)
O dia em que Davi matou Golias foi um dos mais decisivos de sua vida. Para começar, já não voltou a cuidar das ovelhas de seu pai (1 Sm 18.2). Tornou-se, de repente, um herói nacional. O rei e o povo o admiravam (bem mais o povo, que o rei). Jônatas, o filho de Saul, chegou a querê-lo tanto bem, que "se despojou da capa que trazia sobre si, e a deu a Davi, como também os seus vestidos, até a sua espada, e o seu arco, e o seu cinto" (1 Sm 18.4). Isso tinha uma grande importância naqueles dias. Jônatas estava se desarmando e se despindo diante de Davi. É exatamente isso, que nós também devemos fazer diante dos nossos amigos. Se desarmar, significa não apresentar qualquer tipo de resistência ou desconfiança. Se despir, significa se mostrar transparente, revelar segredos, dar intimidade.
A Bíblia relata que "Jônatas e Davi fizeram uma aliança, porque Jônatas o amava como à sua própria alma" (1 Sm 18.1,3). Fazer uma aliança, é o ato ou efeito de aliar-se, associar-se, unir-se a outro para uma ação comum (Minidicionário Aurélio).
Amizade é o sentimento fiel de afeição, estima ou ternura entre pessoas que em geral não são parentes, nem amantes (Minidicionário Aurélio). Em Pv 18.24, nós encontramos o sábio Salomão declarando que existem amigos que são mais íntimos do que muitos irmãos.
No vocabulário grego, existem três palavras diferentes para três tipos de amor:
1) Ágape - É o amor espiritual, está associado ao espírito.
2) Filos - É o amor fraterno, entre irmãos e amigos, está associado à alma.
3) Eros - É o amor carnal, está associado ao corpo, ao sexo.
O amor que havia entre Jônatas e Davi era o amor Filos, o amor entre amigos (1 Sm 18.1; 20.17). Não era o amor Eros. A relação de amizade, companheirismo, confiança e cumplicidade que havia entre eles, era maior que para com as suas mulheres. Em 2 Sm 1.26, Davi fala dessa grande amizade que existiu entre eles, em termos de mútua admiração, dedicação e união de propósitos. Jônatas aceitou sem inveja, nem amargura, a escolha que o Senhor fez por Davi, como o próximo rei de Israel (1 Sm 20.13-16).
Jovem, a amizade que unia Jônatas e Davi era sincera e verdadeira, mas a Bíblia também nos dá exemplos de falsas amizades: Jó estava cercado por falsas amizades, por falsos amigos (Jó 6.14,27; 16.20); Davi também foi uma vítima dos falsos amigos e das falsas amizades (Sl 41.9; 55.13) e até Jesus foi traído por um falso amigo (Mt 26.47-50). Mas, ela também nos apresenta o melhor e maior de todos os amigos: JESUS. Jesus, como um verdadeiro amigo, deu a sua própria vida por nós (Jo 15.13), enquanto nós ainda éramos seus inimigos. Jesus, como um verdadeiro amigo, não esconde nada de nós (Jo 15.15). Jesus, como um verdadeiro amigo, se preocupou conosco e orou por nós (Jo 17.20).
Deus sempre se mostrou interessado em ser nosso amigo. O segredo para se conquistar a Sua amizade é fazer o que Ele nos manda (Jo 15.14). Sigamos o exemplo de Abraão, que por sua fé obediente foi chamado "amigo de Deus" (Tg 2.23).
Jovem, que neste dia, em que nós comemoramos o Dia do Amigo, você descubra que "não existe nada melhor do que ser amigo de Deus".
Feliz Dia do Amigo!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
A Bíblia relata que "Jônatas e Davi fizeram uma aliança, porque Jônatas o amava como à sua própria alma" (1 Sm 18.1,3). Fazer uma aliança, é o ato ou efeito de aliar-se, associar-se, unir-se a outro para uma ação comum (Minidicionário Aurélio).
Amizade é o sentimento fiel de afeição, estima ou ternura entre pessoas que em geral não são parentes, nem amantes (Minidicionário Aurélio). Em Pv 18.24, nós encontramos o sábio Salomão declarando que existem amigos que são mais íntimos do que muitos irmãos.
No vocabulário grego, existem três palavras diferentes para três tipos de amor:
1) Ágape - É o amor espiritual, está associado ao espírito.
2) Filos - É o amor fraterno, entre irmãos e amigos, está associado à alma.
3) Eros - É o amor carnal, está associado ao corpo, ao sexo.
O amor que havia entre Jônatas e Davi era o amor Filos, o amor entre amigos (1 Sm 18.1; 20.17). Não era o amor Eros. A relação de amizade, companheirismo, confiança e cumplicidade que havia entre eles, era maior que para com as suas mulheres. Em 2 Sm 1.26, Davi fala dessa grande amizade que existiu entre eles, em termos de mútua admiração, dedicação e união de propósitos. Jônatas aceitou sem inveja, nem amargura, a escolha que o Senhor fez por Davi, como o próximo rei de Israel (1 Sm 20.13-16).
Jovem, a amizade que unia Jônatas e Davi era sincera e verdadeira, mas a Bíblia também nos dá exemplos de falsas amizades: Jó estava cercado por falsas amizades, por falsos amigos (Jó 6.14,27; 16.20); Davi também foi uma vítima dos falsos amigos e das falsas amizades (Sl 41.9; 55.13) e até Jesus foi traído por um falso amigo (Mt 26.47-50). Mas, ela também nos apresenta o melhor e maior de todos os amigos: JESUS. Jesus, como um verdadeiro amigo, deu a sua própria vida por nós (Jo 15.13), enquanto nós ainda éramos seus inimigos. Jesus, como um verdadeiro amigo, não esconde nada de nós (Jo 15.15). Jesus, como um verdadeiro amigo, se preocupou conosco e orou por nós (Jo 17.20).
Deus sempre se mostrou interessado em ser nosso amigo. O segredo para se conquistar a Sua amizade é fazer o que Ele nos manda (Jo 15.14). Sigamos o exemplo de Abraão, que por sua fé obediente foi chamado "amigo de Deus" (Tg 2.23).
Jovem, que neste dia, em que nós comemoramos o Dia do Amigo, você descubra que "não existe nada melhor do que ser amigo de Deus".
Feliz Dia do Amigo!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
terça-feira, 13 de julho de 2010
OS CÁLICES DE JESUS
"Devo, não nego! Pagarei quando puder". E o momento de pagar é este. No domingo passado, durante a Escola Bíblica Dominical, eu falei com os adolescentes sobre "Os Cálices de Jesus". Infelizmente, na hora eu só me lembrei de dois. Ficou faltando falar sobre o Cálice do Sofrimento. Sendo assim, aproveito a oportunidade que me é dada através deste espaço, para me desculpar pela minha memória falha, e concluir o assunto da nossa lição, abençoando e edificando não somente os meus queridos e amados alunos, mas a todos que lerem esta postagem.
Depois de celebrar a Sua última Páscoa, e instituir a Ceia do Senhor, Jesus e os Seus discípulos foram em direção ao monte das Oliveiras. No jardim do Getsêmani, um pouco antes de ser traído por Judas, a sós, Jesus orou em agonia.
O jardim do Getsêmani era um olival, com sua prensa de azeite, localizado na ladeira ocidental do monte das Oliveiras, separado de Jerusalém pela torrente do Cedrom. O jardim era o lugar isolado onde Jesus ia freqüentemente com Seus discípulos.
Jesus tinha consciência da Sua missão, como também dos cálices que Ele mesmo teria que beber.
1. O Cálice da Separação (Jo 19.25-27) - Todos nós já experimentamos um pouco a dor da separação. No primeiro dia de aula, quando mãe e filho se separam pela primeira vez. Depois de crescido, o filho também se separa dos pais, para formar uma nova família. Mas, nada se compara a dor da separação causada pela morte previamente anunciada de um ente querido.
2. O Cálice do Sofrimento - Os sofrimentos físicos e espirituais de Cristo começaram no Getsêmani (Mt 26.37; Lc 22.44). Depois da Sua prisão à noite e do abandono pelos discípulos, Jesus é conduzido perante Caifás e ao sinédrio judaico (Mt 26.55-57,67). De manhã, Jesus, açoitado e exausto, foi conduzido através de Jerusalém para ser interrogado por Pilatos (Mt 27.2). Soltam Barrabás (Mt 27.20). Jesus foi novamente açoitado e entregue para ser crucificado (Mt 27.26).
3. O cálice do Assassinato (Mt 27.31,35) - A crucificação era um método de execução tipicamente romano, primeiramente reservado a escravos e posteriormente a criminosos. Neste ato combinavam-se os elementos de vergonha e tortura, e por isso o processo era olhado com profundo horror. Jesus, mesmo sendo Deus, se doou e não fugiu da cruz. Ele nos amou, e obedeceu ao Pai até a morte, para nos dar o Cálice da Salvação (Sl 116.13).
Jovem, façamos a mesma pergunta do salmista: "Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito?" (Sl 116.12). A resposta nos é dada pelo sábio Salomão: "Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos" (Pv 23.26).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
Depois de celebrar a Sua última Páscoa, e instituir a Ceia do Senhor, Jesus e os Seus discípulos foram em direção ao monte das Oliveiras. No jardim do Getsêmani, um pouco antes de ser traído por Judas, a sós, Jesus orou em agonia.
O jardim do Getsêmani era um olival, com sua prensa de azeite, localizado na ladeira ocidental do monte das Oliveiras, separado de Jerusalém pela torrente do Cedrom. O jardim era o lugar isolado onde Jesus ia freqüentemente com Seus discípulos.
Jesus tinha consciência da Sua missão, como também dos cálices que Ele mesmo teria que beber.
1. O Cálice da Separação (Jo 19.25-27) - Todos nós já experimentamos um pouco a dor da separação. No primeiro dia de aula, quando mãe e filho se separam pela primeira vez. Depois de crescido, o filho também se separa dos pais, para formar uma nova família. Mas, nada se compara a dor da separação causada pela morte previamente anunciada de um ente querido.
2. O Cálice do Sofrimento - Os sofrimentos físicos e espirituais de Cristo começaram no Getsêmani (Mt 26.37; Lc 22.44). Depois da Sua prisão à noite e do abandono pelos discípulos, Jesus é conduzido perante Caifás e ao sinédrio judaico (Mt 26.55-57,67). De manhã, Jesus, açoitado e exausto, foi conduzido através de Jerusalém para ser interrogado por Pilatos (Mt 27.2). Soltam Barrabás (Mt 27.20). Jesus foi novamente açoitado e entregue para ser crucificado (Mt 27.26).
3. O cálice do Assassinato (Mt 27.31,35) - A crucificação era um método de execução tipicamente romano, primeiramente reservado a escravos e posteriormente a criminosos. Neste ato combinavam-se os elementos de vergonha e tortura, e por isso o processo era olhado com profundo horror. Jesus, mesmo sendo Deus, se doou e não fugiu da cruz. Ele nos amou, e obedeceu ao Pai até a morte, para nos dar o Cálice da Salvação (Sl 116.13).
Jovem, façamos a mesma pergunta do salmista: "Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito?" (Sl 116.12). A resposta nos é dada pelo sábio Salomão: "Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos" (Pv 23.26).
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
VÍDEO EXTRA
segunda-feira, 5 de julho de 2010
PAI NOSSO
Dentro do Sermão da Montanha está inserida a oração modelo que Cristo deixou para nós (Mt 6.9-13). Sabemos, que a intenção de Jesus não era fazer com que as pessoas decorassem essa oração, para repeti-la todos os dias. Ele só queria que ela nos servisse de modelo.
Certa vez, recebi um Boletim Dominical de uma determinada Igreja, que trazia como pastoral o seguinte texto:
PAI NOSSO
Se em minha vida não ajo como filho de Deus, fechando o meu coração para o amor, será inútil dizer: PAI NOSSO.
Se os meus valores são representados pelos bens dessa terra, será inútil dizer: QUE ESTÁS NO CÉU.
Se penso apenas em ser cristão por medo, superstição e comodismo, será inútil dizer: SANTIFICADO SEJA O TEU NOME.
Se acho tão sedutora a vida aqui, cheia de supérfluos e futilidades, será inútil dizer: VENHA A NÓS O TEU REINO.
Se lá no fundo, o que eu quero mesmo é que todos os meus desejos se realizem, será inútil dizer: SEJA FEITA A TUA VONTADE, TANTO NA TERRA COMO NO CÉU.
Se prefiro acumular riquezas, desprezando meus irmãos que passam fome, será inútil dizer: O PÃO NOSSO DE CADA DIA DÁ-NOS HOJE.
Se não me importo em ferir, oprimir e magoar aos que atravessam o meu caminho, será inútil dizer: PERDOA-NOS AS NOSSAS DÍVIDAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS AOS NOSSOS DEVEDORES.
Se escolho o caminho mais fácil, que nem sempre é o caminho de Cristo, será inútil dizer: E NÃO NOS DEIXE CAIR EM TENTAÇÃO.
Se por minha vontade procuro os prazeres materiais e tudo o que é proibido me seduz, será inútil dizer: MAS LIVRA-NOS DO MAL.
Se sabendo que sou assim, continuo me omitindo e nada faço para me modificar, será inútil dizer: AMÉM!
(Extraído)
Jovem, Jesus nos ensina em Sua Palavra, que quando nós formos orar, devemos entrar no nosso aposento ou quarto (lugar de intimidade), fechar a porta (se desligar do mundo lá fora) e falar diretamente com o nosso Pai Celestial, que nos vê e nos abençoa (Mt 6.6,7). E ao orarmos, não devemos usar de vãs repetições (disco arranhado) e palavras difíceis, pois nada disso deixa Deus impressionado. Também não é por muito falar que Ele nos ouve. Devemos ser sinceros, claros, transparentes e objetivos. Não esquecendo nunca, de que estamos falando com o nosso Pai. Ele nos dá intimidade e liberdade pra isso.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Certa vez, recebi um Boletim Dominical de uma determinada Igreja, que trazia como pastoral o seguinte texto:
PAI NOSSO
Se em minha vida não ajo como filho de Deus, fechando o meu coração para o amor, será inútil dizer: PAI NOSSO.
Se os meus valores são representados pelos bens dessa terra, será inútil dizer: QUE ESTÁS NO CÉU.
Se penso apenas em ser cristão por medo, superstição e comodismo, será inútil dizer: SANTIFICADO SEJA O TEU NOME.
Se acho tão sedutora a vida aqui, cheia de supérfluos e futilidades, será inútil dizer: VENHA A NÓS O TEU REINO.
Se lá no fundo, o que eu quero mesmo é que todos os meus desejos se realizem, será inútil dizer: SEJA FEITA A TUA VONTADE, TANTO NA TERRA COMO NO CÉU.
Se prefiro acumular riquezas, desprezando meus irmãos que passam fome, será inútil dizer: O PÃO NOSSO DE CADA DIA DÁ-NOS HOJE.
Se não me importo em ferir, oprimir e magoar aos que atravessam o meu caminho, será inútil dizer: PERDOA-NOS AS NOSSAS DÍVIDAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS AOS NOSSOS DEVEDORES.
Se escolho o caminho mais fácil, que nem sempre é o caminho de Cristo, será inútil dizer: E NÃO NOS DEIXE CAIR EM TENTAÇÃO.
Se por minha vontade procuro os prazeres materiais e tudo o que é proibido me seduz, será inútil dizer: MAS LIVRA-NOS DO MAL.
Se sabendo que sou assim, continuo me omitindo e nada faço para me modificar, será inútil dizer: AMÉM!
(Extraído)
Jovem, Jesus nos ensina em Sua Palavra, que quando nós formos orar, devemos entrar no nosso aposento ou quarto (lugar de intimidade), fechar a porta (se desligar do mundo lá fora) e falar diretamente com o nosso Pai Celestial, que nos vê e nos abençoa (Mt 6.6,7). E ao orarmos, não devemos usar de vãs repetições (disco arranhado) e palavras difíceis, pois nada disso deixa Deus impressionado. Também não é por muito falar que Ele nos ouve. Devemos ser sinceros, claros, transparentes e objetivos. Não esquecendo nunca, de que estamos falando com o nosso Pai. Ele nos dá intimidade e liberdade pra isso.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
quinta-feira, 1 de julho de 2010
O 2º SEMESTRE CHEGOU!!!
Olá jovem! Estamos iniciando o mês de julho e o 2º Semestre do ano de 2010. Se olharmos para trás, veremos que já fizemos muita coisa, com a graça de Deus! Mas, ainda temos muito por fazer, e temos tempo pra isso. De julho até dezembro, queremos realizar mais cinco cultos, quatro Jesus na Praça, sete encontros, três festas e três passeios. E já para o mês de julho, teremos três programações: o nosso 5º Encontro Jovem do ano de 2010, o nosso 2º Jesus na Praça e o Culto do Amigo.
No dia 10/07/10, nós realizaremos o nosso 5º Encontro Jovem do ano, na casa do Lúcio Mauro. Como já é de costume, as moças terão que levar um prato de doce ou salgado e os rapazes dois litros de refrigerante.
No dia 17/07/10, é o dia do nosso 2º Jesus na Praça. E quem estará testemunhando para nós, sobre a sua conversão, será o Eduardo Francelino.
E no dia 24/07/10, para celebrarmos o Dia do Amigo, será a vez do nosso Culto do Amigo, com muito louvor, adoração, brincadeiras, sorteio de brindes, comunhão e a ministração da Palavra de Deus. Esse ano, nós teremos a participação especial do Ministério Som da Montanha, e quem estará ministrando a Palavra será o nosso amigo e irmão em Cristo Jeferson, da Comunidade do Evangelho Pleno no Pau da Fome. E como sempre, a pessoa que trouxer o maior número de convidados será premiada.
Esta é a nossa Agenda só para o mês de julho, mas vem mais coisa por aí. Em breve, nós divulgaremos aqui, no nosso Blog, toda a Agenda do 2º Semestre de 2010.
Jovem, sou grato a Deus, pelas bênçãos alcançadas e recebidas durante o 1º Semestre. Agradeço, também, pela colaboração e participação de todos. Espero, que durante o 2º Semestre não seja diferente. E pra isso, é sempre bom lembrar que, eu continuo contando com todos vocês!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
No dia 10/07/10, nós realizaremos o nosso 5º Encontro Jovem do ano, na casa do Lúcio Mauro. Como já é de costume, as moças terão que levar um prato de doce ou salgado e os rapazes dois litros de refrigerante.
No dia 17/07/10, é o dia do nosso 2º Jesus na Praça. E quem estará testemunhando para nós, sobre a sua conversão, será o Eduardo Francelino.
E no dia 24/07/10, para celebrarmos o Dia do Amigo, será a vez do nosso Culto do Amigo, com muito louvor, adoração, brincadeiras, sorteio de brindes, comunhão e a ministração da Palavra de Deus. Esse ano, nós teremos a participação especial do Ministério Som da Montanha, e quem estará ministrando a Palavra será o nosso amigo e irmão em Cristo Jeferson, da Comunidade do Evangelho Pleno no Pau da Fome. E como sempre, a pessoa que trouxer o maior número de convidados será premiada.
Esta é a nossa Agenda só para o mês de julho, mas vem mais coisa por aí. Em breve, nós divulgaremos aqui, no nosso Blog, toda a Agenda do 2º Semestre de 2010.
Jovem, sou grato a Deus, pelas bênçãos alcançadas e recebidas durante o 1º Semestre. Agradeço, também, pela colaboração e participação de todos. Espero, que durante o 2º Semestre não seja diferente. E pra isso, é sempre bom lembrar que, eu continuo contando com todos vocês!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
terça-feira, 29 de junho de 2010
DO OUTRO LADO DA VIDA
Na sexta-feira passada, dia 25 de junho de 2010, a nossa tão querida e amada irmã Diaconisa Leila partiu para o Senhor. Na mesma hora em que eu recebi a triste notícia, me veio a lembrança esta música da Ana Paula Valadão Bessa.
O LADO DA VIDA
Composição: Ana Paula Valadão Bessa
Existe um lugar nos meus sonhos
De onde ninguém partiu
Me pego às vezes lembrando
De como ele sorria, o que ela faria
Se ainda estivessem aqui
Desse lado da vida
Saudade, a vida fica um tanto vazia
E ninguém vai preencher esse lugar no meu coração
Eu queria, Ah! Como eu queria
Que ninguém fosse embora daqui
Desse lado da vida
Parei de perguntar "por quê?"
Parei de debater com Deus
Esperança de ver meus amados me deu
Ele é Deus, Ele é Deus
Saudade, a vida fica um tanto vazia
E ninguém vai preencher esse lugar no meu coração
Mas um dia, Oh! Lindo dia
Acordar de manhã e rever
E abraçar e abraçar
Passear de mãos dadas
Do outro lado da vida
Em memória da nossa tão querida e amada irmã Diaconisa Leila.
Jovem, chegará o lindo dia em que nós passearemos com ela, de mãos dadas, do outro lado da vida.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
O LADO DA VIDA
Composição: Ana Paula Valadão Bessa
Existe um lugar nos meus sonhos
De onde ninguém partiu
Me pego às vezes lembrando
De como ele sorria, o que ela faria
Se ainda estivessem aqui
Desse lado da vida
Saudade, a vida fica um tanto vazia
E ninguém vai preencher esse lugar no meu coração
Eu queria, Ah! Como eu queria
Que ninguém fosse embora daqui
Desse lado da vida
Parei de perguntar "por quê?"
Parei de debater com Deus
Esperança de ver meus amados me deu
Ele é Deus, Ele é Deus
Saudade, a vida fica um tanto vazia
E ninguém vai preencher esse lugar no meu coração
Mas um dia, Oh! Lindo dia
Acordar de manhã e rever
E abraçar e abraçar
Passear de mãos dadas
Do outro lado da vida
Em memória da nossa tão querida e amada irmã Diaconisa Leila.
Jovem, chegará o lindo dia em que nós passearemos com ela, de mãos dadas, do outro lado da vida.
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
segunda-feira, 21 de junho de 2010
FESTA
No sábado passado, nós realizamos o nosso 4º Encontro Jovem do ano de 2010, com a Festa na Roça. Esta foi a segunda festa que nós realizamos nos últimos seis meses. Graças a Deus, não choveu! A noite estava linda! Foi uma bênção! Em breve, vocês poderão conferir as fotos aqui, no nosso Blog.
Pela introdução, já dá pra se ter uma idéia sobre o que nós iremos falar, não é? Pois bem, nós iremos falar sobre FESTA. Afinal de contas, quem é que não gosta de uma festa? Por incrível que isso possa parecer, tem gente que não gosta. Não é o meu caso. Eu sempre gostei de uma festa. Aniversário, casamento, natal, "réveillon", etc.
Analisando a história do povo de Israel, nós podemos observar que eles também gostavam de uma festa. Tanto que eles celebravam várias festas sagradas durante o ano. Estas festas eram chamadas de "santas convocações". A maioria delas se relacionava com as atividades agrícolas e os acontecimentos históricos da nação hebréia. Foram instituídas como parte do concerto do Sinai (Êx 23.14-19). Todos os varões israelitas eram obrigados a participar das três festas dos peregrinos: Páscoa, Pentecostes e dos Tabernáculos. Todavia, nem todas as convocações santas eram festas. Seis delas eram ocasiões para celebrar e desfrutar as bênçãos de Deus. Somente uma se observava com tristeza. E pensar que no nosso calendário, ou melhor dizendo agenda, nós só temos quatro festas para esse ano. Duas já aconteceram, restam mais duas.
As festas eram celebradas com o duplo propósito de refletir sobre a bondade de Deus e de recordar que os israelitas eram o povo escolhido por Deus. O povo de Deus tem ou não tem motivos de sobra para festejar?
A celebração das festas solenes requeria setenta e sete dias ao ano, nos quais os israelitas deviam deixar o seu trabalho e dedicar-se ao culto a Deus. Pra mim, todo culto é uma grande festa.
A fama de Israel, por ser um povo festeiro, chegou até as outras nações. Os outros povos admiravam e gostavam das suas danças e canções. Quando os babilônios tomaram Jerusalém, e levaram o povo de Deus cativo, eles pediam para que os hebreus cantassem uma de suas canções para os alegrarem (Sl 137.3).
Agora, algumas perguntas que não querem calar: É pecado festejar? É pecado dançar? Será que Miriam, a profetisa, induziu as outras mulheres a pecarem, quando pegou o seu tamborim e começou a cantar e dançar de alegria? Será que o rei Davi também pecou ao dançar diante da Arca da Aliança? Será que devemos apagar da Bíblia os Salmos que nos exortam a celebrarmos (festejar) ao Senhor com alegria?
Logo depois do nosso 2º Encontro Jovem do ano de 2010, chegaram aos meus ouvidos que as más línguas andavam dizendo por aí, que "a igreja do Pr. Carlos é a igreja da porta larga". Tudo isso, por causa da nossa Festa a Fantasia. Confesso a vocês, que na época eu fiquei muito triste por isso. A minha vontade foi de não fazer mais festa nenhuma. Mas aí, eu me lembrei que isso não era motivo para eu me entristecer, muito menos desistir. Se Jesus que é Jesus, foi chamado de glutão e beberrão pelos religiosos da época, por andar no meio de pecadores, porque é que eu não vou ser chamado de "o pastor da igreja da porta larga"?
Jovem, não dê ouvidos às más línguas. Não se deixe entristecer pelo julgamento dos homens religiosos. Não deixe de se alegrar e festejar pela sua salvação. E quanto a nossa próxima festa, será no mês de outubro, se Deus quiser!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
Pela introdução, já dá pra se ter uma idéia sobre o que nós iremos falar, não é? Pois bem, nós iremos falar sobre FESTA. Afinal de contas, quem é que não gosta de uma festa? Por incrível que isso possa parecer, tem gente que não gosta. Não é o meu caso. Eu sempre gostei de uma festa. Aniversário, casamento, natal, "réveillon", etc.
Analisando a história do povo de Israel, nós podemos observar que eles também gostavam de uma festa. Tanto que eles celebravam várias festas sagradas durante o ano. Estas festas eram chamadas de "santas convocações". A maioria delas se relacionava com as atividades agrícolas e os acontecimentos históricos da nação hebréia. Foram instituídas como parte do concerto do Sinai (Êx 23.14-19). Todos os varões israelitas eram obrigados a participar das três festas dos peregrinos: Páscoa, Pentecostes e dos Tabernáculos. Todavia, nem todas as convocações santas eram festas. Seis delas eram ocasiões para celebrar e desfrutar as bênçãos de Deus. Somente uma se observava com tristeza. E pensar que no nosso calendário, ou melhor dizendo agenda, nós só temos quatro festas para esse ano. Duas já aconteceram, restam mais duas.
As festas eram celebradas com o duplo propósito de refletir sobre a bondade de Deus e de recordar que os israelitas eram o povo escolhido por Deus. O povo de Deus tem ou não tem motivos de sobra para festejar?
A celebração das festas solenes requeria setenta e sete dias ao ano, nos quais os israelitas deviam deixar o seu trabalho e dedicar-se ao culto a Deus. Pra mim, todo culto é uma grande festa.
A fama de Israel, por ser um povo festeiro, chegou até as outras nações. Os outros povos admiravam e gostavam das suas danças e canções. Quando os babilônios tomaram Jerusalém, e levaram o povo de Deus cativo, eles pediam para que os hebreus cantassem uma de suas canções para os alegrarem (Sl 137.3).
Agora, algumas perguntas que não querem calar: É pecado festejar? É pecado dançar? Será que Miriam, a profetisa, induziu as outras mulheres a pecarem, quando pegou o seu tamborim e começou a cantar e dançar de alegria? Será que o rei Davi também pecou ao dançar diante da Arca da Aliança? Será que devemos apagar da Bíblia os Salmos que nos exortam a celebrarmos (festejar) ao Senhor com alegria?
Logo depois do nosso 2º Encontro Jovem do ano de 2010, chegaram aos meus ouvidos que as más línguas andavam dizendo por aí, que "a igreja do Pr. Carlos é a igreja da porta larga". Tudo isso, por causa da nossa Festa a Fantasia. Confesso a vocês, que na época eu fiquei muito triste por isso. A minha vontade foi de não fazer mais festa nenhuma. Mas aí, eu me lembrei que isso não era motivo para eu me entristecer, muito menos desistir. Se Jesus que é Jesus, foi chamado de glutão e beberrão pelos religiosos da época, por andar no meio de pecadores, porque é que eu não vou ser chamado de "o pastor da igreja da porta larga"?
Jovem, não dê ouvidos às más línguas. Não se deixe entristecer pelo julgamento dos homens religiosos. Não deixe de se alegrar e festejar pela sua salvação. E quanto a nossa próxima festa, será no mês de outubro, se Deus quiser!
Que Deus nos abençoe!
Pr. Gabriel N. da Silva
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